
O Livro de Amós em debate
a Teoria da Criação ColetivaBy Alzir Sales CoimbraLength19h 48m
About this audiobook
O LIVRO DE AMÓS EM DEBATE
A TEORIA DA CRIAÇÃO COLETIVA
Você sabe que há várias hipóteses para explicar a origem e a expansão de um livro bíblico? Isso vale também para os livros proféticos. Sabe como eles surgiram, que motivos levaram os profetas a redigirem suas experiências religiosas? Inspiração divina ou reivindicações sociais? O Livro de Amós é um exemplo típico dessas experiências. É o resultado de uma vocação profética a serviço de camponeses pobres, magros e escravizados pelo sistema tributário no século VIII a.C. sob o regime de Jeroboão II em Samaria. Este livro se ocupa de questões linguísticas, redacionais, teológicas e sociais. Amós foi o porta-voz dos camponeses explorados e empobrecidos, que carregaram a bandeira do Dia de Javé. Com os acréscimos ao longo dos anos, o Livro de Amós justifica uma pesquisa sobre seu processo de criação coletiva. Você vai entender os desafios da exegese bíblica com o surgimento do panfleto profético e da organização social por detrás do livro. Nosso objetivo principal é mostrar a criação coletiva em Am 6,1-14. Um caminho nada fácil, mas vale a pena segui-lo.
Palavras-chave: Debate, Amós, denúncia, panfletos, organização social, redação, criação coletiva.
Audiobook details
GenreSpirituality and Religion
Length19 hrs 48 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateApr 28, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
2INTRODUÇÃO
3CAPÍTULO 1
42. A REDAÇÃO DO LIVRO DE AMÓS E A PROFECIA NA DTRH
52.1 A relação entre profecia e sabedoria
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62.2 O processo redacional do livro de Amós
72.3 O papel da profecia na história deuteronomística
82.4 Considerações finais
9CAPÍTULO 2
103. O DEBATE SOBRE A ESTRUTURA DO LIVRO DE AMÓS
113.1 Estudos de estruturas em Amós 1,1—9,15
123.1.1 Estrutura proposta por O. Eissfeldt
133.1.2 Estrutura proposta por J. L. Mays
143.1.3 Estrutura em três partes proposta por W. Rudolph
153.1.4 Elementos estruturais nos estudos de J. Vermeylen
163.1.5 Análise formal de A. Spreafico
173.1.6 Estrutura setenária de J. Limburg
183.1.7 Estrutura de L. Alonso Schökel e J. L. Sicre Díaz
193.1.8 Estrutura não unitária proposta por V. Fritz
203.1.9 Estrutura em sete partes proposta por D. A. Hubbard
213.1.10 Estrutura retórica segundo D. A. Dorsey
223.1.11 Estrutura proposta por W. H. Schmidt
233.1.12 Estrutura global segundo A. van der Wal
243.1.13 Elementos estruturais a partir dos estudos de J. Jeremias
253.1.14 Elementos estruturais nos estudos de H. Reimer
263.1.15 Estrutura em três partes proposta por R. Martin-Achard
273.1.16 Estrutura retórica de P. Bovati e R. Meynet
283.1.17 Estrutura de K. Limburg a partir do “eu” de Javé
293.1.18 Elementos estruturais nos estudos de M. Schwantes
303.2 Considerações finais
31CAPÍTULO 3
324. OS ORÁCULOS CONTRA AS NAÇÕES, CONTRA JUDÁ E ISRAEL
334.1 Considerações preliminares
344.1.1 A interpretação de A. Bentzen à luz dos textos egípcios
354.1.2 A questão do modelo da sequência numérica
364.1.3 O título em Am 1,1
374.1.4 A epígrafe em Amós 1,2 vista no contexto dos fragmentos hínicos
384.2 Mudanças de consenso e debate em torno da redação de Am 1,3—2,16
394.2.1 R. B. Coote e a separação dos oráculos contra as nações
404.2.2 S. M. Paul e a originalidade dos oráculos contra as nações
414.2.3 H. N. Rösel e o recurso estilístico com palavras-chave
424.2.4 O debate entre J. T. Strong e S. M. Paul sobre os oráculos contra Moab e Judá
434.2.5 O debate sobre os oráculos contra Tiro, Edom e Judá
444.2.6 Debate: F. Fritz e G. Pfeifer sobre os oráculos contra Damasco, Moab e Amon
454.2.7 A interpretação deuteronomística de W. H. Schmidt
464.2.8 H. Reimer e os fragmentos textuais nos oráculos contra as nações
474.2.9 O longo debate sobre o oráculo contra Israel
484.3 Considerações finais
49CAPÍTULO 4
505. AS PALAVRAS DE AMÓS DE TÉCUA (AM 3-6)