Manual De Fruticultura Tropical I

Manual De Fruticultura Tropical I

By Hamilton G. Guerra
Michael Caine
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Length11h 32m

About this audiobook

O Brasil figura, juntamente com Índia e China, como um dos países mais importantes no âmbito mundial da produção de frutas. Tem-se observado incremento da produtividade (kg/ha) de frutas no Brasil, que é resultado de pesquisas em diferentes áreas de conhecimento.

Audiobook details

GenreBusiness and Economics, Science and Nature
Length11 hrs 32 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 1, 2020
LanguagePortuguese

Table of contents

1Introduction
21011.9.7. Preparo da área
2APRESENTAÇÃO
21111.9.8. Plantio
31. AVANÇOS E DESAFIOS DA FRUTICULTURA
21211.9.9. Espaçamento
41.1. Exportações brasileiras de frutas
21311.9.10. Cajueiro comum
51.2. Principais países produtores de frutas
21411.9.11. Cajueiro Anão Precoce
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61.3. Busca da autossuficiência
21511.9.12. Marcação da área
71.4. Desperdício de frutas no Brasil
21611.10. TRATOS CULTURAIS
81.5. Consumo per capta de frutas
21711.10.1. Desbrota
91.6. Polos frutícolas do Brasil
21811.10.2. Poda
101.7. Aspectos sociais
21911.10.2.1. Tipos de poda
111.8. Plantas de clima tropical
22011.10.3. Controle de plantas daninhas
121.9. Aspectos nutracêuticos
22111.10.4. Irrigação
131.10. Valor nutritivo das frutas
22211.10.5. Consorciação
142. AVANÇOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS E PROPAGAÇÃO DE FRUTÍFERAS
22311.11. ADUBAÇÃO
152.1. PROPAGAÇÃO DA BANANEIRA
22411.12. PRAGAS
162.1.1. INTRODUÇÃO
22511.12.1. Broca das Pontas (Anthistarcha binocularis Meyrick)
172.1.1.1. Tipos de mudas
22611.12.2. Traça-da-castanha (Anacampsis phytomiella Busck)
182.1.1.2. Classificação para o Grupo Prata
22711.12.3. Pulgão da inflorescência (Aphis gossypii Glover)
192.1.1.3. Métodos de propagação
22811.12.4. Trips (Selenothrips rubrocinctus Giard)
202.1.1.4. Os principais métodos são:
22911.12.5. Lagarta saia-justa (Cicinnus callipius Sch)
212.1.1.5. Propagação acelerada in vivo
23011.12.6. Broca-do-tronco e das raízes (Marshallius anacardii)
222.1.1.6. Propagação in vitro
23111.12.7. Mosca Branca (Aleurodicus cocois)
232.1.1.7. Etapas da Micropropagação
23211.13. DOENÇAS
243. PROPAGAÇÃO DO CAJUEIRO
23311.13.1. Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides (Penz) Pez & Sacc)
253.1. Propagação por sementes – Castanha
23411.13.2. Mofo-preto (Pilgeriella anacardii von Arx & Miller)
263.2. Propagação vegetativa ou assexual
23511.13.3. Mancha angular (Septoria anacardii Freire)
273.2.1. Estaquia
23611.13.4. Oídio (Oidio anacardii Noack)
283.2.2. Alporquia
23711.13.5. Resinose (Lasiodiplodia theobromae (Pat.) Griffon & Maubl)
293.2.3. Enxertia
23811.13.6. Queima-das-mudas (Phytophthora heveae
303.2.4. Cultura de meristema
239Thompson e P.nicotiana Tucker)
313.3. Produção de mudas
24011.14. COLHEITA
324. PROPAGAÇÃO DA GOIABEIRA
24111.14.1. Ponto de colheita
334.1. Estaquia
24211.14.1.1. Classificação
344.1.1. Estaquia de Ramos Herbáceos
24311.14.1.2. Pedúnculo para indústria
354.1.2. Estaquia de Ramos Lenhosos
24411.14.1.3. Castanha
364.2. Propagação por Enxertia
24511.14.1.4. Industrialização
374.2.1. Tipos de Enxertia
24611.14.1.5. Industrialização do pseudofruto
384.2.1.1. Borbulhia de placa em janela aberta
24711.14.1.6. Industrialização da castanha
394.2.1.2. Garfagem do topo em fenda cheia
24811.15. PÓS-COLHEITA
404.3. Produção do porta-enxerto
24911.15.1 Beneficiamento da castanha
415. PROPAGAÇÃO DA MANGUEIRA
25011.16 COMERCIALIZAÇÃO
425.1. Borbulhia em “T” invertido
25111.17. RENDIMENTO
435.2. Borbulhia em placa ou escudo
25211.18. CONSUMO
445.3. Garfagem no topo em fenda cheia
25312. CULTURA DA GOIABEIRA
455.4. Garfagem à inglesa simples
254A goiabeira (Psidium guajava L.) é originaria nas regiões tropicais americanas em que aparece vegetando desde o México até o sul do Brasil. É cultivada em todas as regiões tropicais e subtropicais do mundo.
465.5. Garfagem lateral
25512.1. TAXONOMIA E MORFOLOGIA
475.6. Padrão de uma muda de mangueira
25612.1.1. Taxonomia
486. AVANÇOS TECNOLÓGICOS DA PODA EM FRUTEIRAS
25712.2. Morfologia
496.1. INTRODUÇÃO
25812.2.1. Planta
506.2. DEFINIÇÕES DE PODA
25912.2.2. Folha
516.3. OBJETIVOS DA PODA
26012.2.3. Caule
526.4. PRINCÍPIOS FISIOLÓGICOS
26112.2.4. Raiz
536.5. TIPOS DE PODA
26212.2.5. Flor
546.5.1. Poda de formação
26312.2.6. Fruto
556.5.2. Poda de frutificação
26412.3. VARIEDADES
566.5.3. Poda de rejuvenescimento, regeneração e tratamento
26512.3.1. Variedade Pedro Sato
576.5.4. Poda de limpeza
26612.3.2. Variedade Paluma
586.6. INTENSIDADE DA PODA
26712.3.3 Variedade Rica
596.6.1. Época da poda
26812.3.4. Variedade Século XXI
606.6.1.1. Poda de inverno ou seca
26912.3.5. Outras variedades
616.6.2. Poda verde ou de verão
27012.4. MELHORAMENTO GENÉTICO
626.7. PRINCÍPIOS QUE REGEM A PODA
27112.4.1. Métodos de melhoramento
636.7.1. Gemas
27212.4.1.1. Seleção
646.7.2. Ramos
27312.4.1.2. Hibridação
656.7.2.1. Ramos lenhosos ou vegetativos
27412.4.1.3. Perspectivas
666.7.2.2. Ramos mistos
27512.5. CLIMA
676.7.2.3. Ramos frutíferos
27612.6. SOLO
686.8. FERRAMENTAS UTILIZADAS NA PODA
27712.7. PROPAGAÇÃO
696.8.1. Execução das podas
27812.7.1. Estaquia
707. PODA NA MANGUEIRA
27912.7.1.1. Estaquia de Ramos Herbáceos
717.1. Poda de formação
28012.7.1.2. Estaquia de Ramos Lenhosos
727.1.2. Podas anuais ou de produção
28112.7.2. Propagação por Enxertia
737.1.3. Desfolha
28212.7.2.1. Tipos de Enxertia
747.1.4. Podas para manejo da floração
28312.7.2.2. Produção do porta-enxerto
757.1.5. Poda de renovação e rejuvenescimento
28412.8 CALAGEM
768. PODA NA GOIABEIRA
28512.9 ADUBAÇÃO
778.1. Podas
28612.10. PLANTIO
788.1.1. Poda de Formação
28712.10.1. Preparo do Solo
798.2. Poda de Frutificação
28812.10.2. Marcação do terreno, abertura das covas e plantio das mudas
809. DESBASTE DE PLANTAS NO MAMOEIRO
28912.11. TRATOS CULTURAIS
8110. CULTURA DA BANANEIRA
29012.11.1. Podas
8210.1. CADEIA PRODUTIVA DA BANANA
29112.11.1.1. Poda de Formação
8310.1.1. CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA E PRODUÇÃO
29212.11.1.2. Poda de Frutificação
8410.2. TAXONOMIA E MORFOLOGIA
29312.11.2. Irrigação
8510.2.1. Taxonomia
29412.11.2.1 Métodos de irrigação
8610.2.2. Morfologia
29512.11.3. Desbaste e ensacamento dos frutos
8710.2.2.1. Rizoma
29612.12. CONSORCIAÇÃO E CONTROLE DE INVASORAS
8810.2.2.2. Raiz
29712.13 PRAGAS
8910.2.2.3. Folha
29812.13.1. Broca das Mirtáceas Timocratica albella (ZELLER, 1959)
9010.2.2.4. Pseudocaule
29912.13.2. Coleobroca Trachyderes thoracicus (Oliv. 1790)
9110.2.2.5. Diferenciação floral
30012.13.3. Besouro da Goiabeira – Besouro Amarelo Costalimaita ferruginea vulgata (Lefevre, 1885)
9210.2.2.6. Inflorescência e flor
30112.13.4. Psilídeo Trizoida sp.
9310.2.2.7. Cacho e fruto
30212.13.5. Percevejo da Verrugose Monalonium annulipes (Sign, 1858)
9410.3. MELHORAMENTO GENÉTICO
30312.13.6. Gorgulho das Goiabas Conotrachelus psidii (Marshal–1922)
9510.3.1. Métodos de Melhoramento
30412.13.7. Moscas-das-Frutas Anastrepha fraterculus (Wied; 1830) e Ceratitis capitata (Wied; 1824).
9610.3.1.1 Variabilidade em Banana
30512.13.8. Outras Pragas Secundárias
9710.3.1.2 Introdução e seleção se clones
30612.14. DOENÇAS
9810.3.1.3 Melhoramento por hibridação
30712.14.1. Ferrugem da goiabeira Puccina psidii wint
9910.3.1.4 Melhoramento de diploides
30812.14.2. Verrugose
10010.3.1.5 Produção de triploides AAA a partir de diploides AA
30912.14.3. Antracnose - Sphcelona psidii bit
10110.3.1.6 Produção de triploides AAB a partir de diploides AB
31012.14.4. Seca Bacteriana ou Bacteriose – Erwiria psidii
10210.3.1.7. Produção de tetraploides a partir de triploides
31112.14.5. Nematoides (Meloidogyne mayaguensis)
10310.3.1.8. Hibridação somática
31212.15. COLHEITA
10410.3.1.9. Engenharia genética
31312.16. PÓS-COLHEITA
10510.3.1.10. Melhoramento genético convencional
31412.17. PROCEDIMENTOS DE PÓS-COLHEITA
10610.3.1.11. Melhoramento genético de diploides (aa)
31512.17.1. Tratamentos fitossanitários
10710.3.1.12. Melhoramento não-convencional
31612.17.2. Secagem
10810.4. CLIMA
31712.17.3. Tratamentos complementares
10910.5. SOLOS
31812.17.4. Uso de reguladores vegetais
11010.6. CULTIVARES
31912.17.5. Embalagens
11110.6.1. Cultivares Tipo Nanica
32012.17.6. Aplicação de cálcio e ação do etileno
11210.6.1.1. ‘Nanica’
32112.17.7. Armazenamento refrigerado
11310.6.1.2. ‘Grande Naine’
32213. CULTURA DO MAMOEIRO
11410.6.1.3. ‘Nanicão’
32313.1. TAXONOMIA E MORFOLOGIA
11510.6.1.4. Cultivares tipo prata
32413.1.1. Taxonomia
11610.6.1.4.1‘Prata’
32513.2. Morfologia
11710.6.1.4.2. ‘Pacovan’
32613.2.1. Planta
11810.6.1.4.3. Cultivares tipo maçã
32713.2.2. Folha
11910.7. PROPAGAÇÃO
32813.2.3. Flor
12010.7.1. Mudas
32913.2.4. Florescimento e frutificação
12110.7.2. Tipos de mudas
33013.2.5. Biologia floral e sexagem
12210.7.2.1. Classificação para o Grupo Prata
33113.2.5.1. Tipos florais primários e cruzamentos
12310.7.3. Métodos de propagação
332– Típica flor masculina
12410.7.4. Propagação in vitro
333– Flor estaminada teratológica
12510.7.5. Etapas da Micropropagação
334– Flor pistilada
12610.7.5.1. Época de plantio
335– Flor alongada
12710.7.5.2. Sistema de espaçamento
336– Flor pentândrica
12810.7.5.3. Densidade populacional
337– Flor alongada reduzida
12910.7.5.4. Covamento e sulcamento
338– Flor pentândrica carpelóides
13010.7.5.5. Seleção e preparo das mudas
33913.2.6. Fruto
13110.7.5.6. Plantio e replantio
34013.3. CULTIVARES
13210.8. TRATOS CULTURAIS
34113.3.1. ‘Sunrise Solo’
13310.8.1. Controle de plantas daninhas
34213.3.2. ‘Improved Sunrise Solo Line 72/12’
13410.8.2. Desbaste
34313.3.3. ‘Santa Bárbara’
13510.8.3. Corte de pseudocaule após a colheita
34413.3.4. Tainung n.1
13610.8.4. Limpeza do bananal
34513.3.5. Tainung n.2
13710.8.5. Poda
34613.3.6. Tailândia
13810.8.6. Outros tratamentos
34713.3.7 ‘Calmosa’
13910.8.6.1. Eliminação do coração
34813.4. MELHORAMENTO GENÉTICO
14010.8.6.2. Retirada dos pistilos-despistilagem
34913.4.1. Objetivos do melhoramento
14110.8.7. ADUBAÇÃO
35013.4.1.1. Melhoramento genético do mamoeiro no Havaí
14210.8.7.1. Análise de solo
35113.4.1.2. Melhoramento genético do mamoeiro no Brasil.
14310.8.7.2. Adubação orgânica
35213.4.2. Melhoramento dos caracteres agronômicos
14410.8.7.3. Adubação mineral
35313.4.2.1. Carpeloidia
14510.8.7.4. Adubação de plantio
35413.4.2.2. Esterilidade feminina
14610.8.7.5. Adubação de formação
35513.4.2.3. Pentândrica
14710.8.7.6. Adubação de produção
35613.4.2.4. Precocidade e porte baixo
14810.8.7.7. Análise foliar
35713.4.2.5. Peso de fruto
14910.8.7.8. Adubação foliar
35813.4.2.6 Casca lisa e sem manchas
15010.9. PRAGAS
35913.4.2.7. Polpa vermelho-alaranjada
15110.9.1. “Moleque” ou Broca-da-Bananeira” (Cosmopolites sordidus)
36013.4.2.8. Cavidade ovariana
15210.9.2. Nematoides
36113.4.3. Melhoramento para resistência a doenças viroses
15310.9.3. Outras pragas
36213.4.3.1. Vírus da mancha anelar
15410.10. DOENÇAS
36313.4.3.2. Meleira
15510.10.1. “Mal-de-Sigatoka” (Mycosphaerella musicola – fase perfeita; Cercospora musae – fase imperfeita)
36413.4.3.3. Outras doenças
15610.10.2. “Mal-do-Panamá” (Fusarium oxysporum f. sp. cubense)
36513.4.3.4 Pragas
15710.10.3. “Moko” ou “Murcha Bacteriana” (Pseudomonas solanacearum)
36613.4.4. Métodos de melhoramento
15810.10.4. Viroses (vírus do mosaico do pepino)
36713.4.4.1. Introdução de plantas
15910.10.5. Doenças de frutos
36813.4.4.2. Utilização dos Recursos Genéticos
16010.10.6. Doenças pós-colheita
36913.4.4.3. Seleção massal
16110.11. COLHEITA
37013.4.4.4. Seleção com testes de progênies
16210.11.1. PÓS-COLHEITA
37113.4.4.5. Hibridação
16310.11.1.1. Procedimentos Pós-Colheita
37213.4.4.6. Hibridação Interespecífica
16410.11.1.2. Colheita
37313.4.4.7. Hibridação Intra-Específica
16510.11.1.3. Operações no ´Packing house´
37413.4.4.8. Retrocruzamentos
16610.11.1.4. Controle da antracnose
37513.4.9. Uso da biotecnologia no melhoramento
16710.11.1.5. Frigoconservação
37613.4.10. Genético
16810.11.1.6. Temperatura e umidade relativa na câmara
37713.5. CLIMA
16910.11.1.7. Empilhamento das caixas na câmara
37813.6. SOLO
17010.11.1.8. Procedimentos para climatização
37913.7. PREPARO DO SOLO
17110.11.1.9. Climatização com ethephon
38013.7.1. Calagem
17210.11.1.10. Tratamento de indução da maturação
38113.8. ADUBAÇÃO
17310.11.1.11. Instalações para climatização com ethephon
38213.8.1. Adubação orgânica
17410.11.1.12. Refrigeração
38313.8.2. Adubação verde
17510.12. RENDIMENTO
38413.8.3. Recomendação de adubação
17610.13. COMERCIALIZAÇÃO
38513.9. PROPAGAÇÃO E PLANTIO
17711. CULTURA DO CAJUEIRO
38613.9.1. Produção de Mudas
17811. IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
38713.9.2. Construção do viveiro
17911.1 Situação no Brasil
38813.9.3. Semeadura
18011.2. Composição química e usos
38913.9.4. Desbaste no viveiro, irrigações e seleção de mudas
18111.3 TAXONOMIA E MORFOLOGIA
39013.9.5. Plantio
18211.3.1. Taxonomia
39113.10. CULTURAS INTERCALARES
18311.3.2. Morfologia
39213.11. CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS
18411.3.2.1. Planta
39313.12 DESBASTE DE PLANTAS
18511.3.2.2. Caule
39413.13. DESBROTA
18611.3.2.3. Raiz
39513.14. ERRADICAÇÕES DE PLANTAS E DESBASTE DE FRUTOS
18711.3.2.4. Flor
39613.15. IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO
18811.3.2.5. Fruto
39713.15.1. Irrigação
18911.3.2.6. Florescimento e frutificação
39813.15.2. Fertirrigação
19011.4. VARIEDADES
39913.16. PRAGAS
19111.5. MELHORAMENTO GENÉTICO
40013.16.1. Ácaro Branco
19211.5.1. Métodos de melhoramento
40113.16.2. Ácaro Rajado e Vermelho
19311.6. CLIMA
40213.16.3. Lagartas
19411.7. SOLO
40313.16.4. Coleobroca
19511.8. PROPAGAÇÃO
40413.16.5. Cochonilhas
19611.8.1. Propagação por sementes
40513.16.6 Mosca das Frutas
19711.8.2. Propagação vegetativa ou assexual
40613.16.7. Nematóides
19811.8.3. Estaquia
40713.17. DOENÇAS
19911.8.4. Alporquia
40813.17.1. Doenças viróticas
20011.8.5. Enxertia
40913.17.2. Doenças Fúngicas
20111.8.6. Cultura de meristema
41013.17.3. Doenças Bacterianas
20211.8.7 Produção de mudas
41113.18. COLHEITA
20311.9 PLANEJAMENTO E IMPLANTAÇÃO DO POMAR
41213.19. RENDIMENTO
20411.9.1. Estudos prévios
41313.20. PÓS-COLHEITA
20511.9.2. Escolha da área
41413.20.1. Operações Pós-Colheita
20611.9.3. Tecnologia empregada
41513.20.2. Tratamentos Complementares
20711.9.4. Objetivo da produção
41613.21. COMERCIALIZAÇÃO
20811.9.5. Qualidade das mudas
41714. LITERATURA CONSULTADA
20911.9.6. Características da área de plantio

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