
Interseccionalidade e demandas sociais
Desafios para a Gestalt-terapiaBy Paulo Cavalcanti, Lilian Meyer FrazãoLength4h 20m
About this audiobook
A interseccionalidade é um conceito que explica de que forma diferentes categorias sociais — como raça, gênero, classe e sexualidade — se interligam e se sobrepõem, criando sistemas complexos de opressão e privilégio. O termo foi cunhado pela jurista Kimberlé Crenshaw e assevera que não se pode entender a opressão de forma isolada, mas sim em suas múltiplas e simultâneas dimensões. Mas até que ponto a psicologia — e, sobretudo, a Gestalt‑terapia — considera a interseccionalidade no atendimento a grupos e indivíduos?
Este livro inovador procura responder a essa e outras perguntas. Utilizando conceitos como avenidas identitárias e branquitude, os autores mergulham em diversas categorias sociais para propor uma prática gestáltica antirracista, feminista, pró‑LGBTQIAPN+, a favor dos direitos humanos e voltada para o combate de todos os tipos de desigualdade. É esse o papel dos profissionais que adotam uma abordagem tão ética e plural como a Gestalt‑terapia.
Textos de Angélica Alves da Silva, Carolina de Carvalho Duarte Guimarães, Drieli Venâncio da Silva Sousa, Elaine Maria Silva Moura, Kevin da Silva Martins, Mônica B. Alvim, Paulo Barros, Paulo Cavalcanti, Samanta Santos da Fonseca, Tatiana Campbell, Thauane Cunha Siqueira e Valdicéia Miranda Machado Bouzada.
Audiobook details
Rating★★★★ 4.4 (15)
Includes Amazon
GenrePsychology
Length4 hrs 20 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 7, 2025
LanguagePortuguese
Table of contents
1Apresentação I
2Apresentação II
31. Inquietações clínicas: avenidas identitárias e Gestalt-terapia
4Caminhando pelas avenidas identitárias
5O que a psicologia e a Gestalt-terapia têm que ver com isso?
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6Uma perspectiva da história da psicologia
7Uma outra perspectiva da história da Gestalt-terapia: inquietação clínica
8Então, para onde vamos?
9A vida acontece na encruzilhada!
10Caminhos para sulear: considerações desnorteadoras
112. Uma perspectiva coletiva das relações raciais: negritude e Gestalt-terapia
12Abrindo caminhos
13Relações étnico-raciais: vozes marginais
14Encruzilhadas
15Escurecendo a Gestalt-terapia
16Bença-bençõe — Pode entrar!
173. Branquitude e clínica: elementos para pensar uma prática antirracista no âmbito da Gestalt-terapia
18Raça, racismo e branquitude: aspectos históricos
19A branquitude
20Racismo, branquitude e produção de subjetividades
21Considerações finais
224. Gênero e seus atravessamentos interseccionais
23Pés aterrados no chão, o caminho vai começar…
24Meio caminho, aprecie a vista: intercâmbios e percepções
25Sankofa: é preciso voltar…
26Recursos na caminhada: a lente analítica da interseccionalidade
27O fim de um caminho também é o início de outro…
285. Gestalt-terapia e epistemologias contranormativas: o diálogo entre Perls, Hefferline e Goodman e teóriques LGBTQIAPN+ é possível?
29Sistema self: espontaneidade ameaçada
30Eu te amo — desde que não fuja do roteiro que escrevi para você
31Considerações finais
326. A rua como parte principal da cidade: territorialidade e redução de danos
33Redução de danos: prática, escuta e clínica ampliada
34Caso Amália
35Para repensar o cuidado
367. “Direitos humanos para humanos direitos”: Gestalt-terapeutas a serviço do compromisso político, ético e social da psicologia
37Equívocos e manipulação de narrativas sobre direitos humanos
38A defesa dos direitos humanos como dever profissional: um compromisso ético, político e social
39Gestalt-terapia e clínica ampliada: um olhar holístico para os direitos de todes
40Uma trajetória entre a psicologia, a Gestalt-terapia e os direitos humanos
41As autoras