
Inspeção Baseada em Risco Aplicada a Equipamentos Estáticos
uma aplicação práticaBy Vitor Alves Del DucaLength3h
About this audiobook
A inspeção em equipamentos estáticos vem ganhando destaque dentro do cenário das indústrias nacionais e internacionais, com o objetivo de se garantir a sua integridade física, reduzindo os riscos de incidentes que podem levar a perdas financeiras e de vidas devido a falhas na gestão e controle da integridade/corrosão deles. No Brasil, a norma regulamentadora NR-13 define a frequência de inspeção dos equipamentos pressurizados estáticos, porém ela não aborda temas como a gestão de risco. Neste trabalho, a metodologia de inspeção baseada em risco (RBI) baseada na API-580 é aplicada junto à NR-13, avaliando-se o nível de risco dos ativos e verificando suas estratégias de inspeções de acordo com os potenciais mecanismos de danos a que os mesmos estão suscetíveis. Neste estudo foram selecionados cinco equipamentos, entre vasos, tanques e tubulação. A metodologia avaliou as consequências de uma falha, que podem resultar em riscos aos trabalhadores, sociedade, meio ambiente e as consequências econômicas de uma parada na unidade para o seu reparo. Como resultado, os vasos de pressão devem seguir a frequência de inspeção definida pela NR13, em função da legislação, porém com um novo escopo de inspeção aderente aos mecanismos de danos suscetíveis. Os tanques atmosféricos e a tubulação selecionada tiveram diferentes classificações de riscos, mostrando a possibilidade de modificação da estratégia de inspeção a uma mais aderente aos potenciais riscos.
Audiobook details
GenreBusiness and Economics
Length3 hrs
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMay 10, 2023
LanguagePortuguese
Table of contents
1LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
21. INTRODUÇÃO
32. OBJETIVO
43. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
53.1. INSPEÇÃO BASEADA EM RISCO
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63.1.1. Análise Quantitativa
73.1.2. Análise Qualitativa: 3.1.2.1. Procedimento de Análise do Risco de Corrosão — Qualitativo
83.2. NORMA REGULADORA 13 (NR13)
93.2.1. Caldeiras
103.2.2. Vasos de Pressão e Tubulações
113.2.3. Inspeções
123.3. ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS (END)
133.3.1. Inspeção Visual
143.3.2. Líquidos Penetrantes
153.3.3. Partículas Magnéticas
163.3.4. Ultrassom
173.3.5. Emissão Acústica
183.4. MECANISMOS DE DANO
193.4.1. Corrosão Atmosférica
203.4.2. Corrosão Sob Isolamento Térmico
213.4.3. Corrosão Galvânica
223.4.4. Corrosão Sob Tensão
233.5. ANÁLISE DE RISCO
244. METODOLOGIA
254.1. PROCESSO PRODUTIVO
264.2. TANQUES, VASO DE PRESSÃO E TUBULAÇÃO SELECIONADOS: 4.2.1. Software — Gestão das Estratégias de Inspeção
274.3. ANÁLISE DE DADOS DOS EQUIPAMENTOS
284.4. AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DA PROBABILIDADE DE FALHA
294.5. AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DAS CONSEQUÊNCIAS DE FALHA
304.5.1. Consequências à Saúde e à Segurança
314.5.2. Consequências ao Meio Ambiente
324.5.3. Consequências Financeiras
334.6. CLASSIFICAÇÃO DO RISCO
344.7. DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA DE INSPEÇÃO E FREQUÊNCIAS
354.8. ANÁLISE CRÍTICA DA ESTRATÉGIA DE INSPEÇÃO PROPOSTA
365. RESULTADOS E DISCUSSÃO
375.1. SELEÇÃO DE ATIVOS
385.2. ANÁLISE DE PROBABILIDADE DE FALHA
395.3. ANÁLISES DAS CONSEQUÊNCIAS DE FALHA
405.4. CLASSIFICAÇÃO FINAL DO RISCO
415.5. ESTRATÉGIAS DE INSPEÇÃO
425.6. ANÁLISE CRÍTICA DAS NOVAS ESTRATÉGIAS DE INSPEÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DA METODOLOGIA
435.6.1. Prazos das Inspeções
445.6.2. Escopo das Inspeções
455.5. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
466. CONSIDERAÇÕES FINAIS
47APÊNDICES
48APÊNDICE A
49APÊNDICE B
50APÊNDICE C