61.2.2 Objetivos Específicos
654. HABILIDADES PROFISSIONAIS: 4.1 Requisito
72. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
665. JULGAMENTO E CETICISMO PROFISSIONAIS: 5.1 Requisitos
82.1 OBJETO DE ESTUDO
676. RISCO DE FRAUDE: 6.1 Requisito
92.2 TIPO DE PESQUISA
687. CONTROLE E ASSEGURAÇÃO DE QUALIDADE
102.3 ESTRUTURA DO TRABALHO
697.1 Requisito
113. REFERENCIAL TEÓRICO E NORMATIVO: ELEMENTOS FUNDANTES DO ESTUDO
707.2 Responsabilidades da direção pela qualidade na instituição
123.1 A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: UM CONSTRUCTO HISTÓRICO-EVOLUTIVO DO CASO BRASILEIRO
717.3 Asseguração da qualidade
133.2 OS TRIBUNAIS DE CONTAS E O CONTROLE EXTERNO: ELEMENTOS CONCEITUAIS, HISTÓRICOS E CONSTITUCIONAIS DO SISTEMA
728. CICLO DE AUDITORIA: A REALIZAÇÃO PRÁTICA DAS ETAPAS AUDITORIAIS
143.2.1 Tribunal de Contas: aproximação conceitual
738.1 Elementos preliminares ao planejamento
153.2.2 Síntese do contexto histórico dos Tribunais de Contas: o controle externo em construção evolutiva
748.1.1 Seleção do tema de auditoria
163.2.3 Características constitucionais dos Tribunais de Contas
758.1.2 Formação do processo e distribuição ao relator
173.2.4 Jurisdição dos Tribunais de Contas
768.2 Planejamento em si – conceituação e elementos iniciais
183.2.5 O Controle de Resultado: elementos atinentes à atividade da Administração Pública no Brasil
778.2.1 Análise preliminar do objeto de auditoria
193.2.6 Controle de mérito dos gastos da Administração Pública: controle substancial
788.2.2 Definição do objetivo e escopo da auditoria
203.2.7 Controle de Resultados: instrumento de efetividade do controle externo
798.2.3 Especificação dos critérios de auditoria
214. REVISÃO DA LITERATURA ESPECIALIZADA SOBRE AUDITORIA OPERACIONAL: ESTADO DA ARTE INDICATIVO ACERCA DESSA FERRAMENTA DE CONTROLE NO BRASIL
808.2.4 Elaboração da matriz de planejamento
224.1 ORIGEM E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AUDITORIA OPERACIONAL NO BRASIL
818.2.4.1 Como Preenchê-la
234.2 AUDITORIA OPERACIONAL: CONCEITO, ELEMENTOS CARACTERIZADORES E DISTINTORES EM RELAÇÃO À AUDITORIA DE CONFORMIDADE
828.2.4.2 Informações Requeridas
244.3 ESTRUTURA CONCEITUAL BÁSICA E CARACTERÍSTICAS DA AUDITORIA OPERACIONAL
838.2.4.3 Fontes de Informação
254.4 PRINCÍPIOS GERAIS DAS AUDITORIAS OPERACIONAIS/CRITÉRIOS DE AUDITORIA
848.2.4.4 Estratégias metodológicas
264.5 OS PRINCÍPIOS DE AUDITORIA OPERACIONAL E SEUS CRITÉRIOS
858.2.5 Procedimentos de coletas de dados
274.5.1 Economicidade
868.2.6 Procedimentos de análise de dados
284.5.2 Eficiência
878.2.7 Plano de auditoria
294.5.3 Eficácia e efetividade
888.2.8 Fluxo da fase de planejamento da Auditoria
304.5.4 Outros critérios
898.2.9 Ferramentas diagnósticas mais utilizadas
314.6 CICLO DA AUDITORIA OPERACIONAL: O PLANEJAMENTO, A EXECUÇÃO, O RELATÓRIO E O MONITORAMENTO
908.2.9.1 A análise stakeholder
324.6.1 Planejamento
918.2.9.2 Mapa de Processos
334.6.2 Execução
928.2.9.3 Mapa de Produtos
344.6.3 Relatório
938.2.9.4 Análise SWOT
354.6.4 Monitoramento
948.2.10 Elaboração do projeto de auditoria
365. ANÁLISE DOCUMENTAL QUALITATIVA: MANUAIS DE AUDITORIA OPERACIONAL JÁ IMPLEMENTADOS NO BRASIL
958.3 Execução
375.1 O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO – TCU: ELEMENTOS INTRODUTÓRIOS – COMPETÊNCIA E JURISDIÇÃO
968.3.1 Elaboração da Matriz de Achados
385.2 MANUAL DE AUDITORIA OPERACIONAL: INFORMAÇÕES GERAIS DE CONSTRUÇÃO
978.3.2 Achado de Auditoria
395.3 ANÁLISE DOS MANUAIS DE AUDITORIA OPERACIONAL DO TCU, DO TCE/AM, DO TC/DF, DO TCE/MS E DO TCE/MT
988.3.3 Evidências e análises
405.4 PROPOSTA DE MANUAL DE AUDITORIA OPERACIONAL PARA OS TCS
998.3.4 Deliberações
416. CONCLUSÕES
1008.3.5 Fluxo da fase de execução
42APÊNDICE MANUAL PROCEDIMENTAL DE AUDITORIA OPERACIONAL PARA ATUAÇÃO FISCALIZATÓRIA DOS TRIBUNAIS DE CONTAS
1018.4 Relatório
43LISTA DE SIGLAS
1028.4.1 Orientações gerais para elaboração do relatório
44LISTA DE FIGURAS
1038.4.2 Padrões de elaboração
45LISTA DE QUADROS
1048.4.3 Apresentação de dados
46CONTEXTUALIZAÇÃO
1058.4.4 Citações e referências
47CARACTERÍSTICAS DAS AUDITORIAS PÚBLICAS
1068.4.5 Componentes do relatório de auditoria
48Caráter consultivo
1078.4.5.1 Introdução
49Flexibilidade
1088.4.5.2 Visão geral
50Amplitude
1098.4.5.3 Capítulos principais
51Prazo de execução
1108.4.5.4 Análise dos comentários dos gestores
52Participação do gestor
1118.4.5.5 Conclusão
531. ESTRUTURA CONCEITUAL BÁSICA
1128.4.5.6 Proposta de encaminhamento
541.1 Auditoria Operacional
1138.5 Elaboração do plano de ação
551.2 Objetivo e Objeto da Auditoria Operacional
1148.6 Monitoramento
561.3 Outros Conceitos atinentes à Auditoria Operacional
1158.6.1 Sistemática de monitoramento
571.4 Economicidade
1168.6.2 Relatório de monitoramento
581.5 Eficiência
1178.6.3 Situação das deliberações
591.6 Eficácia
118BIOGRAFIA DO AUTOR