
Length2h 12m
About this audiobook
A teoria do roubo do fogo é a teoria apresentada pelo Alvissarismo no segundo selo do primeiro tomo de Alvíssara. Esta teoria é a origem, a fonte, a matriz de todo o sistema filosófico, político, econômico e religioso do Alvissarismo, e que consiste na tese de que, na era glacial, no período paleolítico inferior (500.000 a. C – 30.000 a. C), na Ilha de Java, o Homem de Trinil roubou o fogo do Homem de Pequim, e que este ato criminoso gerou o espanto necessário para produzir no Homem de Pequim uma mutação em seu DNA, isto é, uma alteração no código genético da célula, cuja causa fora a perda primordial da radiação eletromagnética provocada pela presença do fogo. Essa mutação gênica possibilitou o surgimento de novos genes e, por isso, novas características foram incorporadas ao patrimônio genético da população primitiva, aumentando a sua variabilidade genética. A mutação genética causada pelo roubo do fogo deu origem ao homo sapiens; ou seja, o roubo do fogo gerou o espanto necessário para o surgimento de uma mutação genética no homem primitivo de Pequim, dando-lhe a partir desse instante o gene da linguagem (Fox p2), isto é, o Verbo, que, por sua vez, fez com que o macaco se tornasse homem; através da especiação que essa mutação genética causou, o animal irracional se tornou um animal racional devido à aquisição da linguagem, isto é, da encarnação do Verbo. A Filosofia Alvissarista afirma que o Simbólico surge com o advento da linguagem (Logos) promovida pelo espanto gerado no homem primitivo de Pequim através do roubo do fogo, e é construída aos poucos através do jogo da presença e ausência da radiação do fogo (For! Da!) jogado pelo homem primitivo de Pequim quando, na estratégia de recuperação do fogo roubado pelo homem primitivo de Trinil, transpassara o fogo de mão em mão entre os homens primitivos até chegar com este de volta à aldeia. O mesmo processo que hoje em dia pode ser visto na cultura através dos jogos olímpicos, onde a tocha é passada de mão em mão até chegar ao seu destino final; ou na política, onde a faixa presidencial e a coroa são passadas de presidente a presidente ou de rei a rei; ou na economia, onde o dinheiro como moeda de troca é passado de mão em mão; ou na moral, onde os costumes são passados pelos pais aos seus filhos de geração em geração.
Audiobook details
GenrePsychology, Philosophy
Length2 hrs 12 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMay 23, 2015
LanguagePortuguese
Table of contents
1Teoria do Roubo do Fogo
2Thiago de Paiva Campos
3Campos, Thiago, 1986.
4Obra disponível em: www.clubedeautores.com.br
5A antropologia nos diz que o símbolo
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6O principal aqui, nos parece ser aquilo que
7Assim como se analisa um mito!
8O menino, muito assustado, fez queixa a
9Natureza e símbolo se encontram e um poderoso
10A teoria naturalista parte da ideia de que nos
11A organização política equivale à estrutura
12Strauss (1967) vemos que a política se embasa
13A mudança simbólica pode-se incluir em
14Todavia, não há dúvidas de que o
15A falta é a causa, o universo simbólico é o efeito.
16Todavia, não nos basta o mito dos índios de
17Todavia, somente o olhar não é capaz de
18Podemos indicar esse momento como sendo
19Homem de Pequim tenha realmente praticado tal
20O falo é aqui, o instaurador da vida
21142 durante o período Han oriental (25-220), tempo
22Bem, já vos fora logicamente comprovado
23O homem, ao contrário, possui em sua
24O padre Lamy não concebe mesmo que os
25Em Freud (1920) nosso fundamento está
26Mas, por que razão, motivo ou circunstância
27A insistência dos signos de que Lacan
28É esse o instante que faz todo saber humano
29A questão é: assim como em tudo o que é
30Gordon Gallup (1941) com base nos experimentos
31Lacan percebeu na "Ética da Psicanálise". O que
32si mesmo? Se sim, não é membro de L de acordo
33O mundo é real, simbólico e imaginário, e