
Length1h 58m
About this audiobook
Este Livro pretende responder às seguintes indagações: o Alvissarismo possui em seu corpo sistêmico uma identidade brasileira? O Alvissarismo constitui-se como um sistema de Filosofia Brasileira? O Alvissarismo é uma Filosofia Tupiniquim, isto é, uma Filosofia originalmente brasileira? Para tal empreitada será necessário submeter o Alvissarismo a uma Crítica da Razão Tupiniquim, a fim de que possamos com maior firmeza afirmar ou negar a condição do Alvissarismo como uma Filosofia originalmente brasileira. O Livro ainda apresenta o revolucionário Manifesto Alvissarista, que marca seu valor na roda da história através da atitude radical de rompimento com todas as estruturas elementares do passado da Filosofia Brasileira e Latino-Americana. Essa é a atitude filosófica que caracteriza o Movimento Alvissarista, que pretende romper com o colonialismo filosófico da Academia Brasileira de Filosofia, destruindo assim a nefasta influência do pensamento europeu na formação do pensamento brasileiro e latino-americano, buscando desconstruir o beijo venenoso da Europa no pensamento filosófico originalmente brasileiro, e posteriormente reconstruir o edifício filosófico brasileiro e latino-americano através da busca incessante pela sistematização de uma Filosofia Brasileira e Latino-Americana que tem no folclore a fonte, a origem e a matriz de seu pensamento e de sua identidade, promovendo assim a proclamação da independência da Filosofia Brasileira, sendo, por isso, um marco na história da Filosofia no Brasil, tendo como dia de festa e comemoração a data de sua publicação original em 04 de julho de 2015, que é agora o dia da independência da Filosofia Brasileira. Um dos propósitos principais do Movimento Alvissarista é a inversão especular do modernismo brasileiro através da prática da deglutição de si mesmo ou auto antropofagia do folclore brasileiro, como num processo metafórico em que o brasileiro se mata através de um suicídio narcísico, para posteriormente renascer das cinzas como a Fênix. A Filosofia da Auto Antropofagia pretende que, ao invés de deglutirmos culturalmente o Outro externo, como a Europa e a América do Norte, devemos deglutir culturalmente o Outro interno, caracterizado pelo folclore do Brasil (e da América-Latina), onde está sintetizado a alma do povo brasileiro através do seu sincretismo original entre brancos, negros e índios. Isso quer dizer que não se deve negar ou menosprezar a cultura estrangeira, muito menos copiá-la ou imitá-la; o que devemos fazer é deglutir a nossa própria cultura – o Outro interno -, e não mais a cultura do Outro externo. Este é certamente um dos marcos históricos do Movimento Alvissarista que causa uma ruptura revolucionária na história da Filosofia no Brasil e na América-Latina. A auto antropofagia é um divisor de águas na historia da Filosofia no Brasil e na América-Latina, não apenas pela conscientização da identidade filosófica do Brasil caracterizada pela deglutição de si mesmo num suicídio narcísico onde um novo ser ressurge das cinzas, mas principalmente por promover o conhecimento de si mesmo da sociedade brasileira, deslocando o objeto filosófico do Outro externo para o Outro interno. O Movimento Alvissarista faz o Brasil olhar a si próprio no espelho da cultura popular, e achar-se belo, sublime, a ponto de, num suicídio narcísico, devorar a si mesmo para posteriormente renascer das cinzas como a Fênix.
Audiobook details
GenreLiterary Classics, Philosophy
Length1 hr 58 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 4, 2015
LanguagePortuguese
Table of contents
1Alvissarismo
2Campos, Thiago, 1986.
3Obra disponível em:
4Prólogo
5Apresentação
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6Eu, Thiago de Paiva Campos, vosso irmão
7Chico Buarque, além daquilo que se tem feito
8Finalmente, o menino decidiu saltar. Atirou-se
9Abraão é usado pelo Alvissarismo como uma
10Filosofia nunca foi nem jamais será uma profissão.
11Miguel Reale e Olavo de Carvalho, com exceção
12Ao dizê-lo, a luz se fez novamente.
13Desta forma o pai primevo seguiu o seu
14Sol, a Montanha ficou parada no caminho para
15Brasil, revelando ao mundo o seu modo próprio de
16Fausto, Da Silva era um erudito que se deparou
17Filosofia simbolista, o postulado básico não é o
18Insciência, a impossibilidade e o limite aparecem
19O dilema não é assumirmos ou não uma
20Independência da Filosofia Brasileira
21O Movimento Alvissarista é ao mesmo
22Americana através da radical ruptura com o
23Manifesto Alvissarista
24Filosofia e Religião Tupiniquim.
25Festeja as bodas.
26passar.
27São Francisco, Curupira e Caipora se pronunciou;
28Brasil;
29Bota nove, bota dez.
30O vizim qué comprá?
31Pra Direita ou pra Esquerda?
32Um, dois, três, quatro, cinco:
33Não adquire sabedoria.
34Amor, Justiça e Caridade.
35Não precisa desejar.
36ostentação.
37Não sou Filosofia cordial.
38Estruturalismo.
39Mas pensei o Brasil a sério.