
O Princípio da Coerência na teoria de Klaus Günther
By Vinícius Magalhães CasagrandeLength2h 16m
About this audiobook
Hans Kelsen e Ulrich Klug trocaram cartas de 1959 a 1965, nas quais discutiam a aplicação direta da lógica ao direito. Esse período é marcado por uma mudança na teoria de Kelsen, quando ele foi influenciado por teorias sobre a lógica dos imperativos. Estudar a lógica dos imperativos é relevante no direito na medida em que é possível compreender a razão de decisões judiciais contraditórias. A falibilidade da lógica aplicada ao direito abriu espaço para novas teorias que buscavam explicar como decidir em termos jurídicos. No final dos anos 1980, Klaus Günther propôs uma nova abordagem para chegar a uma solução correta por meio da coerência, que Robert Alexy criticou em 1993. Estudar as mudanças na teoria de Kelsen oferece uma nova perspectiva para entender o debate entre Günther e Alexy e por que a mudança nas concepções lógicas de Kelsen ajudam a esclarecer o debate entre Günther e Alexy. A hipótese de pesquisa é que o princípio da não contradição pretendido por Klaus Günther está no arcabouço de Hans Kelsen. A conclusão de Kelsen de que a lógica não se aplica diretamente às normas é um argumento que sustenta a necessidade da separação proposta por Günther entre justificação e aplicação das normas.
Audiobook details
GenrePhilosophy
Length2 hrs 16 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateApr 28, 2023
LanguagePortuguese
Table of contents
1INTRODUÇÃO
102.1 LEI NATURAL
21. IMPERATIVOS E A LEI – AS VERSÕES DE KELSEN
112.2 PADRÕES ANALÍTICOS
31.1 PODE A LÓGICA RESOLVER PROBLEMAS LEGAIS? O CASO DE SONDRA ELLINGSON
122.3 VERACIDADE
41.2 O PRIMEIRO KELSEN
132.4 RACIOCÍNIO PRÁTICO
51.3 A PRIMEIRA VERSÃO, O DILEMA E O PRINCÍPIO DA NÃO CONTRADIÇÃO
142.5 SEPARAÇÃO
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61.4 IMUTABILIDADE
152.6 COERÊNCIA
71.5 A SEGUNDA VERSÃO
162.7 CRÍTICA
81.6 VALIDADE
172.8 A CRÍTICA DA CRÍTICA
92. CRÍTICA DA CRÍTICA CRÍTICA
18CONCLUSÃO