
Gestalt-terapia e relações étnico-raciais
By Lívia Arrelias, Mariana MagalhãesLength8h 16m
About this audiobook
Este livro foi escrito por profissionais da psicologia e da Gestalt-terapia — pessoas negras, brancas e indígenas — que vivem diferentes experiências no âmbito das relações étnico-raciais. Entre os temas abordados estão os saberes ancestrais indígenas, a postura do terapeuta diante de clientes negros, espiritualidade e Gestalt-terapia, psicoterapia com famílias inter-raciais, atendimento no Sistema Único de Assistência Social, as marcas que a favela imprime em seus habitantes, masculinidades negras, adoção e branquitude, sexualidade de pessoas negras e corpos ímpares.
Textos de: Carolina Rigolon, Eloísa Barros, Isabel Araújo, Kahuana Leite, Lívia Arrelias, Luísa Parreira Santos, Mariana Araujo, Mariana Magalhães, Mayana Tomaz, Renata Aparecida Basto Santos, Renata Inã Kamekran (Renata Almeida Figueira), Thainá Nogueira Anegue, Tiago Ferreira e Yanny Santana.
Audiobook details
Rating★★★★★ 4.9 (16)
Includes Amazon
GenrePsychology
Length8 hrs 16 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateNov 3, 2025
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
2Menina
3Prefácio
4Apresentação
51. Um rio voador amazônico regando outros Brasis: mais uma vez, Gestalt-terapia e relações étnico-raciais
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6Conceitos-chave da Gestalt-terapia à luz das discussões sobre relações étnico-raciais no Brasil
7Campo
8Awareness
9Contato e fronteira de contato
10O sistema self das relações étnico-raciais: o Brasil como campo
11Considerações para um fechamento
122. Lembre-se de quem você é: condutas na escuta de pessoas negras
13Espiritualidade como território de cura
14Do espelho de Narciso ao espelho de Oxum
15O preço da ascensão social
163. “Reparem nas mãos das mulheres que benzem”: encontros e diálogos entre benzeção e Gestalt-terapia
17Nascente
18Águas que tocam as margens: a presença no ato de cuidar no território
19Encontro das águas: quando saberes se encontram
20Aberturas para novos rios
214. Amar nas encruzilhadas: psicoterapia com casais e famílias inter-raciais na abordagem gestáltica
22Compreendendo as interseccionalidades do campo e suas afetações nas relações inter-raciais
23O amor como prática reparatória
24Considerações finais
255. Os restos no corpo de uma Gestalt-terapeuta no Sistema Único de Assistência Social: da confluência à crítica
26“Do cais ao porto”: contexto histórico do Suas no Brasil
27“É a história do meu lugar”: Suas, vulnerabilidade social, risco social e território
28“Atravessei o mar, um sol da América do Sul me guia”: travessias tendo o self como norteador
29“Olhares brancos me fitam, há perigos nas esquinas”: por um Suas antirracista
30“Eu sou a minha própria embarcação”: os restos, as críticas e as considerações finais
316. A favela como território: implicações na clínica gestáltica e diálogos com Carolina Maria de Jesus
32A Gestalt-terapia como teoria de campo
33A favela como território: lançando luz sobre experiências faveladas
34O campo clínico e a desigualdade socioeconômica na relação terapêutica
35Considerações finais
367. Masculinidades negras no Brasil e Gestalt-terapia: reflexões sobre possibilidades existenciais: Considerações finais
378. “À cor da pele”: adoção, branquitude e Gestalt-terapia
38A adoção como prática de liberdade: desafiando o racimo e a branquitude
39Onde o amor não alcança
40A salvação tem cor
41A negação do racismo
42Tensões, enfrentamentos e cuidados como fechamento desta escrita
439. Tensionando os muros da Gestalt-terapia: quem é esse que (não) vejo?
44Travessia
45Se isso fosse lá na favela…
46Quem pode receber cuidado na universalidade das infâncias?
47O que precisamos tensionar
4810. Oralidade musical no toque da curimba: ritmos que reconectam e reconstroem identidades ancestrais no chão do terreiro
49Bença
50Abertura