
Clínicas gestálticas
Sentido ético, político e antropológico da teoria do selfBy Marcos José Müller-GranzottoLength9h 21m
About this audiobook
Esta obra faz uma leitura ética, política e antropológica da teoria de base da Gestalt-terapia. Aborda, ainda, as diferentes vulnerabilidades que ensejaram o desenvolvimento de estratégias de intervenção psicossocial conhecidas como clínicas gestálticas: neurose, perversão, banalidade, psicose e sofrimento.
Audiobook details
Rating★★★★★ 4.7 (113)
Includes Amazon, Goodreads
GenrePsychology
Length9 hrs 21 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateSep 11, 2012
LanguagePortuguese
Table of contents
1INTRODUÇÃO: EXPERIÊNCIA CLÍNICA COMO UM SISTEMA SELF
2O que é uma clínica gestáltica?
3Nossos motivos em torno da teoria do self
41: TEORIA DO SELF COMO FENOMENOLOGIA DA EXPERIÊNCIA CLÍNICA
5Gestalt-terapia: um projeto fenomenológico?
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6Gestalt-terapia: uma fenomenologia peculiar ou um projeto pragmatista?
7Uma nova forma de ler a “transferência” clínica: contato
8Intencionalidade do contato: awareness
9O self como sistema de contatos
102: FUNÇÕES DE CAMPO NO SISTEMA SELF
11As funções do self
12Função id (ou Isso da situação)
13Função de ego como função de “ato”
14Função personalidade
153: TEMPORALIDADE DO SISTEMA SELF
16Da fenomenologia da awareness à fenomenologia do self
17O recurso à teoria husserliana do tempo vivido
18Releitura merleau-pontyana da teoria husserliana da temporalidade
19O tempo como “tecido carnal” e a diagramação em forma de rede
20Leitura gestáltica da fenomenologia do tempo: da awareness ao fluxo de contato
21Ilustração da dinâmica temporal do sistema self
22Ambiguidade e simultaneidade das dinâmicas do sistema self
23As dinâmicas do sistema self no contexto clínico
244: ÉTICA, POLÍTICA E ANTROPOLOGIA DA PRÁXIS CLÍNICA CONCEBIDA À LUZ DA TEORIA DO SELF
25Diferentes formas de práxis clínica
26Presença e função da teoria do self na prática clínica gestáltica
27A prática do desvio segundo a teoria do self
28O desvio ético e o clínico como “analista da forma”
29O desvio político e o clínico como terapeuta16
30O desvio antropológico e o clínico como cuidador das relações vinculares17
315: AS CLÍNICAS GESTÁLTICAS
32Formas clínicas como ajustamentos criadores
33A clínica ética e os ajustamentos psicóticos (de busca)
34A clínica antropológica e os ajustamentos de inclusão
35As clínicas políticas e os ajustamentos neuróticos (de evitação)
36As novas clínicas políticas
37Clínica dos ajustamentos antissociais
38O significado político das novas clínicas gestálticas
396: RUDIMENTOS PARA UMA TEORIA DA GÊNESE SOCIAL DAS FUNÇÕES DO SELF E DOS AJUSTAMENTOS CRIATIVOS NO UNIVERSO INFANTOJUVENIL
40Teoria do desenvolvimento infantojuvenil na literatura gestáltica
41Descompletude infantil, o semelhante e os ajustamentos de preenchimento (alucinatórios)
42Sociabilidade incontinente, outrem1 e os ajustamentos de articulação (delirantes)
43Sociabilidade sincrética e as primeiras vivências de contato com awareness
44O outro social, o espelho e a formação da personalidade
45Das formas linguageiras à função personalidade
46Diferença entre identificação passiva (função personalidade) e identificação ativa
47A crise dos três anos: configuração dos ajustamentos políticos
48A adolescência e os ajustamentos de inclusão ético-política e antropológica
49Sentido ético, político e antropológico das intervenções nos ajustamentos produzidos por sujeitos infantojuvenis