
Length2h 7m
About this audiobook
Esta pesquisa surge pela necessidade de promover uma maior compreensão do papel desempenhado pelo arteterapeuta em sua prática clínica. Para tal, busca-se, com o conceito junguiano de arquétipo, aprofundar o estudo acerca do Velho Sábio arquetípico, objetivando traçar uma analogia entre a atuação do arteterapeuta e os aspectos vivenciais suscitados por este arquétipo. Compreender o Velho Sábio arquetípico e suas manifestações nos sonhos, contos de fadas e mitos, conhecer em que consiste a Arteterapia clínica, em particular, o papel desempenhado pelo arteterapeuta, para então desenvolver uma correlação possível entre ambas as dinâmicas vivenciais – assim delimita-se o escopo desta pesquisa. Os conceitos de transferência e contratransferência revelam-se fundamentais neste percurso, visando à reflexão acerca da relação terapêutica em suas projeções e identificações, aspectos absolutamente relevantes para os objetivos deste estudo, possibilitando, ainda, uma discussão final sobre os aspectos éticos do vínculo terapêutico no que tange a possível projeção do Velho Sábio na figura do arteterapeuta.
Audiobook details
GenrePsychology
Length2 hrs 7 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateNov 20, 2010
LanguagePortuguese
Table of contents
1A ATUAÇÃO DO ARTETERAPEUTA À LUZ DO
2Nos mitos e contos de fadas, o Velho Sábio, arquétipo da
3Sallie Nichols (1991), discípula de Carl Jung, descreve:
4Middelkoop (1996) associa o Velho Sábio arquetípico
5Aquele que ajuda também pode ser o causador de um destino
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62 Termo que significa: “que tem a forma de animal”.
7jornada.
8Em consonância com os objetivos desta pesquisa, destaca-
9O Velho Sábio representado pelo Eremita no Tarô indica
10Esta carta pode parecer assustadora, em um primeiro
11contexto da terapia junguiana” (FRANZ, 1991:63).
12individuação, como nos mostra Philippini:
13Franz inicialmente apresentada, a autora completa: “o terapeuta (...)
14No capítulo anterior foi possível traçar uma breve analogia
15arquetípica como um fenômeno inerente ao vínculo terapêutico, por
16Assim como ocorre com o conceito de transferência, não há
17CONCLUSÃO
18Ao vivenciar este arquétipo na prática clínica, ou seja, ao
19Revista Psique - Ciência e Vida, Ano 1, Nº 12, pg. 43-51.
20(1912b). In. FREUD, S. Obras completas, Volume XII. Rio de
21imagens. 3ª ed. Rio de Janeiro: Wak, 2006.
22DO ARTETERAPEUTA