
Justificabilidade Moral Do Aborto
By Haroldo Augusto Da Silva Teixeira DuarteLength6h 36m
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Nessa obra disserta-se sobre o problema da justificabilidade moral do aborto. Isso é feito através de teorizações que, na sua maior parte, desenvolvem-se nos campos do direito e da filosofia prática (embora sejam necessárias incursões em outras áreas de conhecimento). O problema do qual se cuida pode ser expresso em uma única pergunta: A prática do aborto seria reprovável ou aceitável moralmente?
Audiobook details
GenrePsychology, Philosophy
Length6 hrs 36 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJun 29, 2017
LanguagePortuguese
Table of contents
1Haroldo Augusto da Silva Teixeira Duarte
2Duarte, Haroldo Augusto da Silva Teixeira
3INTRODUÇÃO E PROBLEMATIZAÇÃO
4Quanto à justificativa para nos ocuparmos desse problema dentre outros tantos, é
5A bem de alcançar o objetivo almejado, deveremos vencer algumas metas
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61 Nessa dissertação, não distinguimos ética de moral.
72 (GRISEZ, 1970, p. 273. Traduzimos).
8Capítulo 1:
91.1 OBJETIVIDADE MORAL EM JOHN FINNIS
10Embora não haja aí propriamente uma inconsistência performativa3, pode ser
11enquanto crítico da possibilidade de formulação de proposições éticas objetivas. De todo
12Mas continuemos.
13digressão que nos levará à magnum opus de Finnis.
14Nas palavras de Finnis:
15virtude” não são “percebidas pela razão”.
16extrair significados (no sentido mais básico) de suas proposições.
17Comecemos por Thomas Nagel, o qual tem apontado como podemos alcançar uma
18começa citando um trecho de Virtudes e vícios, de Foot:
19essa tese:
20chamamos de crime?”) parece pressupor uma teoria da verdade como correspondência, na
21Ao considerarmos essa “semântica figurativa”, veremos que restariam quatro
22Ele pontua ainda que...
23argumento da relatividade, John Finnis pondera que...
24prosseguir.
25Devemos esclarecer que ao partirmos dessas premissas (a respeito da possibilidade
261.2 O JUSNATURALISMO DE JOHN FINNIS
2713 Há de se fazer o bem e evitar o mal.
28estabelecimento de preferências arbitrárias entre os sujeitos; (4) Manutenção de um
29traz emoções ou experiências reais.
301.3 A RETÓRICA DO DEBATE PÚBLICO
31secular?
32O PROBLEMA DO ABORTO SOB O ENFOQUE DO STATUS MORAL DO EMBRIÃO
33Esse esquema argumentativo, todavia, não responde de imediato as seguintes
34questão:
35Primórdio epigenético. Essa expressão é utilizada tanto por John Finnis (2011b, p.
36transmitidos pelo corpo da mãe.
37usaremos a palavra feto, a qual consta exclusivamente nas citações.
382.1.2 Argumento da continuidade
391797), Russel Kirk (1918-1994), Lionel Trilling (1905-1975) e Gertrude Himmelfarb (1922-2009).
4029 Cf. (GEORGE e TOLLEFSEN, 2012, p. 81).
41ser humano vivo, tal como descrito acima, é uma pessoa humana31.
4232 (GEORGE, 2008b, p. 31. Traduzimos).
43obrigados a garantir a outros humanos e por quais razões?
44Eis como Robert P. George (2008b), sintetiza esse ponto:
45escolha arbitrária.
46estabelecimento
47primeira ordem)38.
48Agora, podemos apresentar a seguinte proposição esclarecedora de (6):
49Dito isso, avancemos à proposição seguinte.
50Nesse artigo Finnis já deixa ver uma metodologia peculiar e diferente daquela