
Espaço Geográfico E Cinema
By Charlan Kreutzfeld De FariasLength6h 3m
About this audiobook
Busca aproximar o cinema da escola, analisando em particular como as imagens cinematográficas influenciam nossas construções imaginárias acerca de locais não familiares. Investiga como o espaço geográfico africano é representado nas cinematografias estadunidense e africana. Apresenta breve análise do contexto histórico de surgimento do cinema, remetendo-se à modernidade, para posteriormente tratar da linguagem cinematográfica. Traça panorama da imersão das novas tecnologias no contexto escolar, sublinhando as interações específicas entre cinema e escola e mais precisamente busca aproximar a sétima arte da ciência geográfica. Discute o conceito de representação e o papel das películas na formação de concepções espaciais e ideológicas. Constrói as categorias de análise: representação do espaço africano e representação dos personagens africanos e não africanos, utilizadas no estudo dos filmes selecionados. Elabora considerações sobre a produção cultural do Terceiro Mundo, debruçando-se em especial sobre a cinematografia africana. Realiza uma análise fílmica, de caráter simbólico, com os filmes Caçados, Uma aventura na África, Infância Roubada, A minha voz e Nosso pai. Efetua discussão comparativa entre a produção fílmica estadunidense e africana tomando por base as apropriações do espaço geográfico realizada por ambas. Conclui que existem significativas diferenças entre as cinematografias eleitas com relação à abordagem das categorias de análise apresentadas, reforçando assim a necessidade de uma leitura crítica dos filmes.
Audiobook details
GenrePsychology, Education and Learning
Length6 hrs 3 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateFeb 8, 2011
LanguagePortuguese
Table of contents
1Charlan Kreutzfeld de Farias
2Aos meus amores, Giovana e Rafael.
31 INTRODUÇÃO 8
42 O CONTEXTO HISTÓRICO DO
53 CINEMA E ESCOLA 80
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64 OLHARES SOBRE A ÁFRICA 149
75 CONCLUSÃO 289
86 REFERÊNCIAS 297
91 INTRODUÇÃO
10O
11Estas, consubstar-se-ão em espaço privilegiado das
122005). Esta aparente contradição é aclarada, pois
13representação de Napoleão Bonaparte em uma de suas
14exemplo, as primeiras exibições dos irmãos Lumiére
15Dessa forma “as massas acorriam às salas de
16Kracauer (1926 apud SINGER, 2001, p. 137)
17A despeito das tentativas de “purificação”
18Independente das temáticas, o cinema ainda
19Inevitável, portanto, as comparações entre
20nossos fantasmas, nossos sonhos, nossos desejos
213 CINEMA E ESCOLA
223.2 DIÁLOGOS ENTRE CINEMA E ESCOLA
23Idade Média inglesa, a estruturação social, as relações
24Portanto, trata-se de prestimoso tópico de
253.5 ESPAÇO GEOGRÁFICO E CINEMA
26Não obstante, esta corrente recebeu várias
27A arte encontra-se desembaraçada das teias
284 OLHARES SOBRE A ÁFRICA
29OCIDENTAL
30um
31experiências
321889 e elegeu um local que se tornaria um ícone, um
33“O olhar eurocêntrico sobre o terceiro mundo não
349 Filme que não envolveu capital nem técnicos franceses.
35ESTADOS UNIDOS
36Quadro 2 – Estados Unidos Fonte: pt.wikipedia.com
37CONGO
38Quadro 3 – Congo. Fonte: pt.wikipedia.com
39Conjetura, que vai ao encontro de uma estratégia
40Esta retórica que visa menosprezar o nativo
41‘continente escuro’ [...]”.15 (SHOHAT; STAM, 2006, p.
42(ou colonizadores, ocidentais etc) e aos negros (ou
43CINEMA ESTADUNIDENSE NA DÉCADA DE 1950
44em plano geral aberto18, a câmera com um travelling19
45Girafas, crocodilos, leões, aves, veados, hipopótamos e
46ASPECTOS HISTÓRICOS E ÉTNICOS DA ÁFRICA DO SUL
47jovens
48Neste particular, uma cena ganha destaque, aquela em
49Em Tsotsi (2005), o personagem principal não está
50frieza, remorso. Fato é que Tsotsi, mergulha em uma