A Bíblia Do Agrimensor

A Bíblia Do Agrimensor

By Adenilson Giovanini
Michael Caine
Listen with Sir Michael Caine™ and 1,000+ voices
Length8h 57m

About this audiobook

Foram meses de trabalho em uma escrita que se baseou em anos de estudos e de trabalho em um escritório da área.   E porque foi que eu ousei escrever este livro? Simples, porque eu tenho uma missão - "Ajudar os demais profissionais da área a prestarem serviços de altíssima qualidade. Ao fazer isso eu acredito estarei ajudando o Brasil como um todo a ter uma situação cadastral muito melhor. " Dainte disso, eu não poupei esforços, produzindo o livro mais completo do Brasil sobre o tema. Com o mesmo você dominará a Topografia do início ao fim, aprendendo desde como proceder na reunião com o cliente até a protocolação junto ao registro de imóveis. Aliás, você sabe: Como proceder na reunião com o cliente? Quais são os cuidados que você precisa ter durante a pré ida a campo? Quais são os 6 diferentes métodos de levantamento topográfico e quando utilizar os mesmos? Como utilizar estações totais profissionalmente, evitar os proncipais erros e obter dados com segurança? Quais são as diferentes plantas produzidas em um escritório da área e como produzir plantas que deixam seus clientes de queixo-caído? Como proceder em um projeto de locação de dados? Como organizar os dados de sua empres de maneira lógica e não correr o risco de perder um trabalho feito? NÃO? Então você precisa ler este livro URGENTEMENTE. No mesmo, em um primeiro momento nós fortaleceremos suas fundações, sendo que você obterá conhecimentos geniais a respeito: Dos conceitos inerentes a legilação cadastral; Da Cartografia aplicada; Da topografia propriamente dita. Em um segundo momento, você aprenderá exatamente como proceder, aprendendo: As 7 etapas da prestação de um serviço topográfico; Os 6 diferentes tipos de levantamento topográfico existentes e quando utilizar os mesmos; Como produzir plantas que deixam seus clientes de queixo-caído; E muito mais.

Audiobook details

GenreTechnology, Science and Nature
Length8 hrs 57 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJan 14, 2026
LanguagePortuguese

Table of contents

1Introduction
160ENTENDENDO A ORIGEM DE ALGUNS ERROS QUE PREJUDICAM A PRECISÃO DOS DADOS
2QUANDO QUE É NECESSÁRIO TRABALHO TÉCNICO?
161Como evitar erros de colimação e de horizontalidade?
3QUAIS OS PAPÉIS DO INCRA E DO IRIB
162Correção do erro de verticalidade
4Papel, função e cadastro do INCRA
163Erro de índice vertical
5Papel, função e cadastro do IRIB: E o SIGEF nesta história toda
164Mais algumas dicas sobre a correção de erros instrumentais
Show all chapters
6PROPRIEDADE IMOBILIÁRIA – UM DIREITO GARANTIDO PELA CONSTITUIÇÃO
1653 CUIDADOS QUE VOCÊ PRECISA TER COM SUA ESTAÇÃO TOTAL
7O que é preciso para que uma pessoa tenha a propriedade de um bem imóvel
1665 DICAS PARA VOCÊ TORNAR-SE UM EXPERT NA UTILIZAÇÃO DE ESTAÇÕES TOTAIS
8Documentação necessária para registrar o imóvel
167ETAPAS DA OPERAÇÃO DE EQUIPAMENTOS TOPOGRAFICOS
9Qual o conceito de posse?
168COMO PROCEDER NA REUNIÃO COM O CLIENTE
109 PRINCÍPIOS NOS QUAIS O REGISTRO DE IMÓVEIS SE BASEIA
169Dados e informações que você precisa obter junto o cliente
11Princípio da unitariedade da matrícula
170Um jeito inteligente de se informar a respeito da propriedade
12Princípio da legalidade
1719 perguntas para você fazer para seus clientes
13Princípio da prioridade
172Se preparando para a ida a campo: Modelo de chacklist com os dados necessários
14Princípio da instância
173PRÉ IDA A CAMPO
15Princípio da publicidade
174Pré pré ida a campo
16Princípio da eficácia
175Pré ida a campo
17Princípio da disponibilidade
176Faça uma reunião com seus colaboradores
18Princípio da especialidade
177Tenha este cuidado ao carregar os instrumentos e equipamentos na caminhoneta
19Princípio da continuidade
178Tenha uma mochila de campo
20COMO PROCEDER JUNTO AO REGISTRO DE IMÓVEIS?
179Destruindo a segunda maior de todas as fontes de erro
21TABELIONATO X CARTÓRIO. QUAL A DIFERENÇA?
180Destruindo a maior de todas as fontes de erro
22ESPÓLIO, INVENTÁRIO, HERDEIRO E SEÇÃO DE DIREITOS HEREDITÁRIOS – O QUE SÃO?
181O erro da pressuposição
23IMÓVEL REGISTRADO, POSSE E ESCRITURA PÚBLICA. QUAL A DIFERENÇA?: Como utilizar estes conceitos no dia a dia
182O erro da falta de especificidade
24O QUE É UMA MATRÍCULA
183Disposição dos equipamentos e como evitar alguns erros normalmente cometidos
25A estrutura de uma matrícula
184INSTALAÇÃO DA ESTAÇÃO TOTAL
26Cabeçalho
185Instalação do tripé
27Descrição do imóvel
186Definição de obra, estação, ré e obtenção de dados
28Proprietário
187Criação da obra
29Registro anterior
188Definição da estação ocupada
30Registros e averbações
189Orientação da estação total
31O que é um registro
190Levantamento de dados
32O que é uma averbação
191Troca de estação
33As matrículas também apresentam problemas
192Focalização da Luneta e leitura
34A evolução das matrículas
193Produção da planta
35CERTIDÃO DE MATRÍCULA: OS 12 TIPOS EXISTENTES
194Entrega do produto final para seu cliente
36A DIFERENÇA ENTRE LOTE E GLEBA
195NORMA TÉCNICA A RESPEITO DA EXECUÇÃO DE LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS
37MÓDULO RURAL E MÓDULO FISCAL?
196VANTAGENS DO LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO
38O que é um módulo rural?: Para que o módulo rural é utilizado
197QUAL O OBJETIVO DE UM LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO
39Conceito de módulo fiscal
198OS 6 DIFERENTES TIPOS DE LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO EXISTENTES
40Legislação respeito de módulos fiscais
199QUAIS OS PRODUTOS ORIUNDOS DO LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO
41FRAÇÃO MÍNIMA DE PARCELAMENTO
200CADERNETA DE CAMPO: O QUE É PORQUE VOCÊ PRECISA PRODUZIR A MESMA?: Preparação da caderneta de campo
42Fração Mínima de Parcelamento de Imóveis Rurais
201SAIBA ISSO ANTES DE REALIZAR UM LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO
43Fração mínima de parcelamento de imóveis urbanos
202O que é um apoio topográfico
44Registro de propriedades com área inferior à fração mínima de parcelamento?
203Levantamento de detalhes
45SISTEMA DE REFERÊNCIA E DE COORDENADAS: O QUE É E PARA QUE SERVE?: Porque foi necessário a criação de elipsoides?
204Original topográfico
46PRINCIPAIS SISTEMAS DE REFERÊNCIA EXISTENTES
205Relatório técnico
47Córrego Alegre
206LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO EXPEDITO
48SAD69
207Benefícios do levantamento expedito
49SIRGAS2000
208Procedimento utilizado no levantamento topográfico expedito: Exemplo de imóvel que precisou de apenas uma ida extra a campo
50Materialização de um sistema de referência
209Levantamento topográfico expedito no mapeamento de imóveis de grande porte
51MODELO DE ONDULAÇÃO GEOIDAL: O QUE É, PARA QUE SERVE E QUAL O ATUAL?: Que dados são utilizados para a atualização do modelo de ondulação geoidal
210A importância do reconhecimento do terreno no levantamento topográfico
52ALTITUDE ORTOMÉTRICA: O QUE É E PARA QUE SERVE?: Qual a diferença entre altitude ortométrica e altitude geométrica
211Levantamento expedito na topografia com drones
53DIFERENÇA ENTRE A VERTICAL E A NORMAL
212LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO
54Vertical do Lugar
213Produtos obtidos com a realização do levantamento topográfico planimétrico
55Normal ao Elipsoide
214Técnicas utilizadas no levantamento topográfico planimétrico: Poligonação
56CONVERSÃO DE COORDENADAS GEODÉSICAS EM COORDENADAS LOCAIS
215Leitura angular no levantamento topográfico por caminhamento
57O QUE É E COMO CALCULAR A ESCALA DE UMA PLANTA OU MAPA
216Levantamento topográfico por caminhamento com estação total
58Escala numérica: Alguns cuidados importantes quanto a escala numérica
217Levantamento topográfico por Irradiação
59ESCALA GRÁFICA
218Vantagens do levantamento por irradiação
60Exemplos de escala gráfica
219Quando utilizar o levantamento topográfico por irradiação
61O que é, para que serve e como utilizar a fórmula da escala
220Exemplos de serviços que utilizam o levantamento topográfico por irradiação
62Determinação da distância no mapa
221Classificações do levantamento topográfico planimétrico
63Determinação da distância real
222LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO ALTIMÉTRICO
64PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS – O QUE SÃO E QUAIS UTILIZAR
223Equipamentos e métodos de levantamento de dados utilizados no levantamento topográfico altimétrico
65DIVISÕES DA TOPOGRAFIA
224Nivelamento barométrico
66Topometria
225Nivelamento geométrico
67Planimetria
226Nivelamento geométrico simples
68Altimetria
227Nivelamento geométrico composto
69Procedimentos pela topometria
228Precisão no nivelamento
70Topologia
229Nivelamento trigonométrico
71PLANO TOPOGRÁFICO: O QUE É E PARA QUE SERVE?
230Funcionamento do nivelamento trigonométrico
72OS DIFERENTES TIPOS DE ÂNGULO UTILIZADOS NA TOPOGRAFIA
231Aplicações do nivelamento trigonométrico
73Ângulos horizontais
232Influência da curvatura terrestre e da refração
74Ângulos internos
233Nivelamento taqueométrico
75Ângulos externos
234Origem do nome taqueômetro
76Ângulo de deflexão
235O que são Fios Estadimétricos?
77Método de repetição
236Aplicações do nivelamento taqueométrico
78Método da Reiteração
237Cálculo da diferença de nível
79Ângulos Verticais
238Classificação do Nivelamento
80Ângulo zenital
239Fontes de erros nivelamento taqueométrico
81Ângulo nadiral
240LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO
82OS DIFERENTES TIPOS DE AZIMUTES EXISTENTES
241Estudo de melhor uso e ocupação do solo
83Os 3 tipos de nortes existentes
242Classificações do levantamento topográfico planialtimétrico
84Norte magnético
243O QUE É UM LEVANTAMENTO CADASTRAL
85Norte geográfico
244LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO CADASTRAL
86Norte cartográfico
245Qual o objetivo do levantamento planimétrico cadastral?
87Conceito de azimute
246O que são estruturas artificiais e estruturas naturais
88Azimute magnético
247Quais equipamentos que podem ser utilizados no levantamento planimétrico cadastral?
89Azimute Verdadeiro
248Quais os produtos oriundos do levantamento planimétrico cadastral
90Azimute Recíproco
249Aplicações de um levantamento topográfico planimétrico cadastral
91Declinação Magnética
250LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO CADASTRAL
92O QUE SÃO RUMOS
251Quando um levantamento planialtimétrico cadastral é necessário
93Transformar rumo em azimute e vice-versa: Exemplos práticos de como transformar azimute e rumo
252Equipamentos utilizados no levantamento topográfico planialtimétrico cadastral
94ROSA DOS VENTOS E PONTOS CARDEAIS
253Utilização de estações totais no levantamento planialtimétrico cadastral
95BÚSSOLA
254Utilização de receptores GNSS no levantamento planialtimétrico cadastral
96LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO: Norma técnica a respeito da execução de levantamentos topográficos
255Utilização de drones no levantamento topográfico planialtimétrico cadastral
97DATUM ALTIMÉTRICO: O QUE É, CARACTERÍSTICAS E ESPECIFICIDADES
256Produtos obtidos a partir de um levantamento topográfico planialtimétrico cadastral
98REDE ALTIMÉTRICA DE ALTA PRECISÃO
257Aplicações do levantamento topográfico planialtimétrico cadastral
99Adensamento e manutenção da rede altimétrica
258Classificações do levantamento topográfico planialtimétrico cadastral
100Realização de novos ajustamentos
259CURVAS DE NÍVEL: TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER A RESPEITO!
101COMO DESCOBRIR MARCOS DAS REDES GEODÉSICAS DO IBGE
260O que são as curvas de nível?
102Para que servem os marcos de referência de nível
261Cuidados que você precisa ter ao obter dados para a produção de curvas de nível
103O que é o transporte de altitudes
262Acurácia dos equipamentos utilizados
104RBMC: O QUE É, PARA QUE SERVE E COMO FAZER O DOWNLOAD DE DADOS?
263Dados ASTER E SRTM
105Integração RBMC e RIBaC
264Dados obtidos com drones e aviões
106Estações da RBMC
265Dados obtidos com receptores GNSS e estações totais
107Para que serve a RBMC?
266Cuidados que você precisa ter no processo de abstração de dados
108Download de relatórios e dados da RBMC
267Algumas das diferentes aplicações das curvas de nível
109Compactação hatanaka
268O QUE É UM PERFIL DO TERRENO E COMO PRODUZIR O MESMO
110Formato rinex 3
269Etapas da produção de um perfil do terreno
111SIRGAS 2000: O QUE É, QUAL SUA HISTÓRIA E UTILIZAÇÃO
270Exemplos de diferentes perfis e dados utilizados para a geração dos mesmos
112Parâmetros do datum SIRGAS 2000
271Etapas da produção de um perfil do terreno
113Porque SIRGAS 2000, época 4?
272Softwares utilizados para a produção de perfis do terreno
114Qual a diferença entre SAD 69 e SIRGAS 2000?
273Alerta – Se entra lixo, saí lixo
115Como fazer a transformação de dados para o SIRGAS 2000
274LEGISLAÇÃO A RESPEITO DO TEMA
116Transporte de coordenadas
275QUAL A DIFERENÇA ENTRE CARTA TOPOGRÁFICA, PLANTA, CROQUI E MAPA?
117O que é o transporte de cotas e de altitudes
276O que é uma planta topográfica
118Quando utilizar cotas ou altitudes
277Diferença entre escala grande e escala pequena
119OS 5 TIPOS DE SOFTWARES UTILIZADOS NA AGRIMENSURA: Outros softwares de Agrimensura existentes
278O que é uma carta topográfica
120QUAIS OS DIFERENTES TIPOS DE MARCOS TOPOGRÁFICOS EXISTENTES
279Qual a diferença entre planta topográfica e carta topográfica
121Marcos da rede de monitoramento contínuo do IBGE
280Escalas normalmente utilizadas para a produção de cartas, plantas e de mapas
122Marcos da rede de referência cadastral municipal
281Escalas utilizadas em mapeamentos urbanos e rurais
123Marcos da rede altimétrica do IBGE
282Utilização de layouts na produção de plantas
124Marcos utilizados no Georreferenciamento de Imóveis Rurais
283Conformação da área na produção de plantas
125PLAQUETAS UTILIZADAS NO GEORREFERENCIAMENTO E COMO FAZER A MARCAÇÃO DAS MESMAS?
284Utilização da orientação do layout na produção de plantas e mapas
126QUAIS SÃO AS ACURÁCIAS EXIGIDAS PARA MARCOS TOPOGRÁFICOS?
285O QUE É UM CROQUI E QUAIS OS 3 DIFERENTES TIPOS EXISTENTES
127Marco de apoio básico
286O QUE É UM MAPA DE LOCALIZAÇÃO
128Marco de apoio imediato
287O QUE É UMA PLANTA DE LOTEAMENTO?
129INSTRUMENTOS TOPOGRÁFICOS
288PLANTA PARA A VENDA DE UM LOTEAMENTO
130Trena de Fibra de Vidro
289O QUE É UMA PLANTA DE LOTE: Uma estratégia para deixar suas plantas e mapas menos poluídos
131Piquetes: Qual a função de um piquete na topografia?
290OS 5 ELEMENTOS QUE TODA PLANTA OU MAPA PRECISA TER
132Balizas
291ORGANIZAÇÃO DOS ELEMENTOS MAPEADOS A CAMPO
133Nível de Cantoneira
292QUAIS OS DIFERENTES TIPOS DE PLANTAS TOPOGRÁFICAS EXISTENTES?
134Mira Falante
293Planta topográfica planimétrica
135Estrutura de uma mira falante
294Elementos que uma planta topográfica planimétrica deve ter
136Numeração e interpretação da mira falante
295Utilização de títulos em plantas
137Interpretação da mira falante
296Utilização da escala em plantas
138EQUIPAMENTOS TOPOGRÁFICOS
297Utilização de coordenadas UTM
139Os 2 tipos de equipamentos topográficos existentes: Equipamentos topográficos clássicos
298Utilização de datas em plantas
140Equipamentos topográficos modernos
299Alguns cuidados que você precisa ter na produção de plantas planimétricas
141Nível topográfico
300Planta topográfica planialtimétrica
142Serviços que podem ser prestados com um nível topográfico
301Planta topográfica planimétrica cadastral
143Taqueometria: o que é e para que serve?
302Planta topográfica planialtimétrica cadastral
144Teodolito
303PLANTA DE LOCALIZAÇÃO E SITUAÇÃO
145Estação total
304O que é uma planta de situação: Modelo de planta de situação
146Laser scanner
305O que é uma planta de localização?: Quais elementos que a planta de localização precisa ter
147Software utilizado por um laser scanner
306UTILIZAÇÃO DA SEMIOLOGIA GRÁFICA EM PLANTAS E MAPAS: Modelização gráfica ou coremática
148COMO FUNCIONA UMA ESTAÇÃO TOTAL?
307COMO PRODUZIR PLANTAS E MAPAS QUE VÃO DEIXAR SEUS CLIENTES DE QUEIXO-CAIDO
149PARTES DE UMA ESTAÇÃO TOTAL
308Utilize cores contrastantes
150OS DIFERENTES TIPOS DE ESTAÇÕES TOTAIS EXISTENTES
309Como utilizar cores contrastantes no CorelDraw
151ENTENDENDO COMO UMA ESTAÇÃO TOTAL FAZ A OBTENÇÃO DE DADOS
310Estoure as cores de seus mapas
152Definição do apoio topográfico
311AS 4 ETAPAS DA LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA
153Instalação da estação total
312EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA LOCAÇÃO DE DADOS
154Como obter a altitude ortométrica
313OS 2 TIPOS EXISTENTES DE LOCAÇÃO DE DADOS
155Como calcular as projeções
314AS 4 ETAPAS DE UM PROJETO DE LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA COM ESTAÇÃO TOTAL
156Como calcular os azimutes a partir das coordenadas dos pontos
315CRIANDO UMA ESTRUTURA LÓGICA DE PASTAS PARA SUA EMPRESA
157ENXERGANDO O MUNDO DE MANEIRA MATEMÁTICA
316Uma dica pessoal para você nunca perder dados ou tempo de trabalho
1585 PROCEDIMENTOS QUE EVITAM OS PRINCIPAIS ERROS COMETIDOS PELO OPERADOR
317Utilização de Geodatabases
159ALGUNS CUIDADOS QUE VOCÊ PRECISA TER DURANTE A OBTENÇÃO DE DADOS
318Topografia Com Drones

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