
A Catástrofe De Caraguatatuba-sp
By Vitória Barreto Da SilvaLength10h 58m
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Análise comparativa do discurso oficial e o discurso oral da catástrofe de Caraguatatuba, com base na cobertura jornalística dos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, feita em 1967. O objetivo é verificar se as principais temáticas abordadas pela imprensa impressa naquela catástrofe são as mesmas temáticas que mais marcaram os sobreviventes. Para isso foram analisadas cinquenta e cinco matérias entre os dias 20 e 31 de março daquele ano e comparado o discurso com o de 24 sobreviventes entrevistados. A metodologia principal aplicada é a Análise de Conteúdo, baseada na teoria de Krippendorff (1993). A base teórica sobre o fato foi o livro Santo Antônio de Caraguatatuba, de Jurandir Campos (2001) e da metodologia, o livro Comunicação e Loucura, de Eliana Marcolino (2005). A hipótese levantada é de que as informações veiculadas possam ter sofrido algum tipo de ruído, pois a maioria usou como fonte os órgãos oficiais e poucos jornalistas ouviram as testemunhas. Dentre as conclusões, confirmou-se que a hipótese de que a imprensa e os sobreviventes contam histórias distintas sobre o fato. Palavras-chave: Cobertura da imprensa e oralidade; Análise de Conteúdo; Jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo. Catástrofe de Caraguatatuba. Litoral Norte de São Paulo.
Audiobook details
GenreBiography and Memoir, Psychology
Length10 hrs 58 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 30, 2015
LanguagePortuguese
Table of contents
1Vitória Barreto da Silva
2Visto
3AGRADECIMENTOS
4RESUMO
5Figura 3 – Modelo de Protocolo de identificação das matérias jornalísticas............................42
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6A CATÁSTRO DE 1967 E O HISTÓRICO DOS VEÍCULOS IMPRESSOS ANALISADOS
7RESULTADOS DAS ANÁLISES
8INTRODUÇÃO
9representar este discurso midiático.
10de acesso para apuração dos fatos?
111 Marcolino (2005), apoiada nas teorias de Krippendorff
12e de Mauro Wolf (1985) dos meios de comunicação de massa.
13pesquisas nesta área de conhecimento.
14Capítulo 1.1 – A cidade de Caraguatatuba, Estado de São Paulo.
15No livro “Santo Antônio de Caraguatatuba”, Jurandyr Campos (2000) conta que desde
16ficando conhecida mundialmente pelo episódio.
17d’água, descaracterizando o fenômeno, e classificandoo de forma equivocada.
18Os principais veículos jornalísticos publicados contam que naquele mesmo dia 18, o
19Norte, História e Turismo Cultural”.
20‘Olha a água!’.
21Campi.
22incumbido pelo próprio
23acontecia no local.
2410 O livro de Chastan não faz referência ao sobrenome da personagem.
25contam essa tragédia.
26Tomás Caniscei Filho, o único radioamador de Caraguatatuba, foi quem conseguiu
27levando
28localizados. (FOLHA, 23/03 – p. 12).
29suas cidades. (ESTADÃO, 22/03 – P. 13).
30continuam praticamente paralisadas seus empregados e o desemprego vão tomando vulto, a
31mercadorias. Alguns caminhões que haviam sido carregados de gêneros não mais foram
32fornecendo
33acaba sendo feita diretamente pelo Coronel Hélio, responsável pelos serviços, Muitas famílias
34população. (ESTADÃO, 29/03 – P. 11).
35(Nativa dos Santos)
36colaboraram no apoio as vítimas”. (Ronaldo Fachini)
37pilotos”. (Ronaldo Fachini)
38(Ronaldo Fachini)
39(José Ulysses Cardoso)
40Prado).
41de armazenagem e distribuição de fogões, de outros equipamentos. Infelizmente acabou
42(Ronaldo Fachini)
43apêndice, os trabalhos todos foram colocados para este escritório. (Ronaldo Fachini)
44Capítulo 1.6 – Folha de S. Paulo
45gráficos e ilustrações nos jornais.
46de um milhão de exemplares .
47Capítulo 1.7 – O Estado de S. Paulo
48O jornal pertencia a uma associação comunitária formada por mais de quinze
49material coletado. No dia seguinte, 26 de março, a primeira reportagem informava:
50veículo informativo em tempo real.