
Terror Na Cidade Dos Príncipes
By João Alberto De Faria E AraújoLength4h 35m
About this audiobook
Igor Boaventura é um delegado obstinado e muito bem-conceituado. Todavia, a paz da cidade onde atua está ameaçada por um aterrorizante psicopata que promove uma série de crimes hediondos, desafiando o policial a capturá-lo. Entretanto, muito além de sua compreensão, forças maléficas e sombrias impõem ao valoroso agente da lei uma espetacular luta não só para salvar sua carreira, mas também sua vida e a daqueles que o rodeiam. Porém, a maior das batalhas entre o bem e o mal acontecerá nas dimensões espirituais, de modo a impedir que o império que opera a serviço das trevas cumpra com seu plano letal. "O já consagrado autor João Alberto de Faria e Araújo se supera nesta produção e comprova seu amadurecimento não só como escritor, mas como construtor de ideias. O mais fantástico neste livro é a transposição de uma obra de suspense para uma obra espírita, com contornos definidos de reflexão e observação. Sou leitora assídua de ambos os conteúdos e foi emocionante ter a reunião de dois temas tão distintos com tanta sutileza e habilidade, o que torna esta obra muito especial." Giordani Flenik, advogada, empresária e escritora
Audiobook details
GenreSpirituality and Religion, Literary Classics
Length4 hrs 35 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
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Publish dateJan 16, 2025
LanguagePortuguese
Table of contents
1João Alberto de Faria e Araújo
2C
3Já passava das duas horas de uma madrugada
4motivo de minha visita.
5Faltariam então vinte e três presumíveis alvos?
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6se conheciam ou tinham qualquer tipo de relação.
7Utilizaria uma lista telefônica? Redes sociais?
8Na manhã seguinte fui até onde ele trabalhava, a
9teriam com aquelas pessoas?
10tempo.
11trabalho… para o nosso deleite.
12Nada de concreto possuíamos. Estávamos dando
13licença prêmio, lancei mão dela.
14deram crédito como já imaginava.
15localizá-los e tentar impedir o próximo crime.
16Aprontamos a armadilha e esperamos.
17Depois, o silêncio.
18embutidos.
19e por desrespeitar minha dor e minha família.
20lo agonizar cada vez que cortar um pedaço seu.
21vieram em disparada.
22conhecida por “buraco da minhoca”.
23Fernando Delfino.
24A
25fosse.
26segurança à sua família.
27de sua capacidade.
28D
29O sujeito era Armando Cícero, trinte e nove
30próxima noite de sábado, 12 de março.
31O sentimento de amor que Delfino nutria por
32conta de tamanha engenhosidade maléfica.
33sociedade na face terrena.
34E gargalhou terrivelmente.
35A
3622 feridos.
37emoções…
38P
39a facção de “O Tonto”.
40adolescentes pobres, ofereceria as drogas de graça.
41regiões para que empresas se instalassem.
42acontecer.
43sem titubear tal como um fantoche.
44tiro. Por rádio, denunciou os foragidos, indicando sua rota.
45N
46já o
47ele poderia não resistir.
48palpável, o indivíduo fica inconsciente e não responde aos chamados.
49controlando-se.
50Daewron era hoje Igor Boaventura, Paragon –