
O Poder da Soberana
queenship em Portugal MedievalBy Danielle de Oliveira dos Santos-SilvaLength8h 43m
About this audiobook
Quais critérios estabelecem o poder de uma rainha? Este estudo de queenship se dedica a analisar detidamente as rainhas portuguesas da dinastia de Borgonha até o início da dinastia de Avis.
Dos requisitos analisados, a origem familiar, a maternidade bem-sucedida, a piedade pessoal e a capacidade de interceder junto ao rei são os pontos abordados individualmente, de forma biográfica. Como se combinam os fatores que tornam uma soberana poderosa e bem-sucedida? O que a faz fracassar em suas possibilidades de poder? Como se equilibrar entre o que é esperado de uma rainha e suas ambições pessoais? Na tentativa de responder a essas perguntas, mergulhamos numa pesquisa apaixonante sobre a Idade Média portuguesa que nos leva a conhecer mulheres fortes, poderosas e surpreendentes.
Audiobook details
GenreHistory
Length8 hrs 43 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
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Publish dateMar 24, 2023
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
2INTRODUÇÃO: 1 SOBRE ESCOLHAS, DECISÕES E MÉTODOS
3CAPÍTULO I - A DIGNIDADE DA RAINHA
41 QUEENSHIP - UM CONCEITO
51.1 ALGUMAS DEFINIÇÕES SOBRE O QUEENSHIP: 1.1.1 Queenship: contextos e possibilidades
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61.2 ANÁLISE HISTORIOGRÁFICA E TEÓRICA DO CONCEITO DE QUEENSHIP
71.2.1 Questões sobre a historiografia das rainhas de Portugal
81.2.2 O uso da memória cronística
91.3 A MULHER IBÉRICA MEDIEVAL E SUAS POSSIBILIDADES
101.4 A MULHER CAMPONESA EM PORTUGAL
111.5 AS SENHORAS PORTUGUESAS
121.6 A CASA DAS RAINHAS: ORIGEM DO QUEENSHIP PORTUGUÊS: 1.6.1 A riqueza da rainha além de suas terras
13CAPÍTULO II - A RAINHA ENTRE O PASSADO E O FUTURO A IMPORTÂNCIA DA ORIGEM E DA DESCENDÊNCIA
142.1 O QUE É DESEJÁVEL EM UMA RAINHA
152.2 A ORIGEM DAS RAINHAS PORTUGUESAS: RELAÇÕES E BENEFÍCIOS PARA O REINO
162.3 A MATERNIDADE COMO MISSÃO: O MAIOR SUCESSO DA RAINHA
172.4 O PARTO: MISTÉRIOS DE VIDA E MORTE
182.5 EDUCANDO PRÍNCIPES: UM OFÍCIO PARA A RAINHA
192.6 A MATERNIDADE REAL NAS CRÔNICAS
202.6.1 D. Dulce
212.6.2 D. Urraca de Castela
222.6.3 D. Mécia
232.6.4 D. Beatriz de Gusmão
242.6.5 D. Isabel de Aragão
252.6.6 D. Beatriz de Castela
262.6.7 As mulheres do Infante D. Pedro: D. Constança e D. Inês de Castro
272.6.8. D. Leonor Teles
282.6.9 D. Filipa de Lencastre
292.6.10 D. Leonor de Aragão
30CAPÍTULO III - ROGANDO POR NÓS A PIEDADE E A EXEMPLARIDADE DA SRA. RAINHA
313.1 PIEDOSAS E CARIDOSAS
323.2 O ASSISTENCIALISMO DOS HOSPITAIS PORTUGUESES
333.3 PIEDADE E RELAÇÕES DE PODER DAS RAINHAS PORTUGUESAS: 3.3.1 As precursoras
343.4 A PIEDADE COMO MODO DE VIDA: A RAINHA COMO EXEMPLO
353.4.1 A Rainha Santa: D. Isabel de Aragão
363.4.2 A vivência espiritual de D. Isabel
373.5 AS SUCESSORAS
383.5.1 As mulheres do Infante D. Pedro
393.5.2 D. Beatriz de Castela
403.5.3 D. Leonor Teles
413.5.4 D. Filipa de Lencastre
423.5.5 D. Leonor de Aragão
43CAPÍTULO IV - O FAVOR DA RAINHA CASOS DE INTERCESSÃO
444.1 QUESTÕES SOBRE INTERCESSÃO
454.2 INTERCESSÃO MARIANA: UM MODELO: 4.3 Intercessão à moda inglesa
464.4 OS PERIGOS DA INFLUÊNCIA: MÉCIA, INÊS E LEONOR
474.4.1 D. Mécia
484.4.2 D. Inês
494.4.3 D. Leonor
504.5 CASOS DE INTERCESSÃO DAS RAINHAS PORTUGUESAS