
Length3h 22m
About this audiobook
Sól é uma solitária menina de oito anos que vive em uma fazenda. Assolada pelas constantes visitas de uma misteriosa criatura monstruosa. Uma certa noite, durante uma festividade na fazenda, a presença de um homem velho e enigmático assusta Sól. A criança pergunta ao pai quem era aquele homem. Sól descobre que outrora, Senhor Baronni foi um homem bom e lúcido, antes de sua filha de 6 anos desaparecer na floresta. O corpo nunca foi encontrado. Baronni depois disso enlouqueceu e afirma: Foi o monstro quem a levou. Foi o monstro. Poucas foram as pessoas que viram a criatura. E quem a viu, enlouqueceu. Uma certa madrugada, Sól é acordada por barulhos estranhos de cavalo vindos da fazenda, ela vai até a janela e olhando para fora, vislumbra a magnífica imagem de um lindo unicórnio branco, a esperando na borda da floresta. Cercada de sombras e luzes, Sól, com sua inocência e imaginação, descobre no quintal e na floresta da propriedade, um mundo de magia e seres que nos farão refletir sobre o amor sincero, puro e genuíno, a amizade, preconceitos, a moral e os juízos de valores, a inocência e os monstros.
Audiobook details
GenreChildren's Literature, Spirituality and Religion
Length3 hrs 22 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMar 18, 2021
LanguagePortuguese
Table of contents
1Júlia | 3 | Mateus S. Oliveira
2Júlia | 4 | Mateus S. Oliveira
3Eu sorri com a ideia de olhos que conversam. Para
4Júlia | 12 | Mateus S. Oliveira
5— Na verdade… nunca tive amigos sapos…
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6Júlia | 18 | Mateus S. Oliveira
7Ela saiu de casa desesperada e o viu parado no escuro, olhando
8— Garotinha adorável! — Minha alma quase saiu pela
9Júlia | 23 | Mateus S. Oliveira
10Meus sapos foram interrompidos pelos latidos dos
11Júlia | 24 | Mateus S. Oliveira
12Júlia | 26 | Mateus S. Oliveira
13— Um dia conheci um sapo que disse que as pessoas
14— E eu, um cogumelo!
15“Agora não, cavalinho”
16Júlia | 36 | Mateus S. Oliveira
17Júlia | 38 | Mateus S. Oliveira
18para mandar uma carta à Sra. Eustácia:
19— Muito obrigada, mas… — Disse com muita dúvida. —
20preciso comer?
21Porém, Uni não respondeu.
22Corri tanto que nem percebi que tinha alçado voo.
23Júlia | 64 | Mateus S. Oliveira
24Júlia | 66 | Mateus S. Oliveira
25Oh não! Abelhas também vão à escola...
26Júlia | 82 | Mateus S. Oliveira
27Júlia | 85 | Mateus S. Oliveira
28— E qual o super poder delas?
29Ninguém gritaria comigo de novo ou me bateria. Podemos
30estrelas. Eu trançava uma mecha de sua crina castanha, e ele
31— Ela é mesmo linda — Disse ele, vendo a folha de
32Júlia | 106 | Mateus S. Oliveira
33Meus pais também conversaram em segredo com os
34Júlia | 112 | Mateus S. Oliveira
35Júlia | 113 | Mateus S. Oliveira
36— As ninfas que nascem entre os humanos são raras.
37— As crianças sempre reclamam que nunca podem
38existem, noções de certo e errado que não condizem com a
39Júlia | 127 | Mateus S. Oliveira
40Júlia | 130 | Mateus S. Oliveira
41Então, de longe ele veio, e meu coração bateu mais
42Mas também não faz o menor sentido ficar solto por aí com
43Júlia | 139 | Mateus S. Oliveira
44Quando cheguei próximo dos estábulos, ouvi os cavalos
45Minhas mãos tremiam e suavam.
46Júlia | 144 | Mateus S. Oliveira
47— Mamãe disse que eu vou ter que ir morar na
48Eu nunca brinquei muito com as crianças da
49tocavam, das novelas na televisão, de artistas famosos, de
50Aos quatorze, ainda agarrada em uma migalha de