
Interesse próprio e interesse público na filosofia moral e política de Hume
By Ariadne Costa CabralLength2h 59m
About this audiobook
Este livro trata sobre os conceitos de interesse próprio e de interesse público e como eles se relacionam em ambas as filosofias moral e política de Hume. As obras exploradas foram Tratado da Natureza Humana e Investigações sobre os Princípios do Entendimento e da Moral. O problema aparece quando ambos os conceitos parecem tanto se conjugar quanto se opor e a teoria egoísta ganha tanto um aspecto de vício ou de virtude, o que desafia a definição de simpatia para Hume, assim como problematiza a natureza humana. A origem da justiça não parece poder se separar dos juízos morais, sendo necessária a compreensão dos fundamentos da moral e da política para tentar explicar, com base na natureza dos homens, as leis estabelecidas que mantêm uma sociedade em ordem. Os capítulos foram divididos em três partes, a dizer, o primeiro como uma interpretação de virtude do interesse próprio, no sentido em que se conjuga com o interesse público e nega a natureza humana com características egoístas (renúncia à teoria egoísta). O segundo capítulo explora a perspectiva de interesse próprio como vício e, por conseguinte, a necessidade de se estabelecer regras da justiça, visto que a natureza humana é entendida como egoísta (aceitação da teoria egoísta). Finalmente, o terceiro capítulo problematiza o conceito de simpatia que parece compartilhar da dificuldade de definir interesse próprio em vício ou virtude.
Audiobook details
GenrePhilosophy
Length2 hrs 59 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMar 11, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1AGRADECIMENTOS
92.2 INTERESSES E ORIGEM DAS REGRAS DA JUSTIÇA
2INTRODUÇÃO
102.3 ENTRE AS OBRAS: INVESTIGAÇÃO E TRATADO
31 JUÍZOS MORAIS. RENÚNCIA À TEORIA EGOÍSTA E CONVERGÊNCIA ENTRE INTERESSES
112.4 CONCLUSÃO
41.1 RENÚNCIA À TEORIA EGOÍSTA
123 SIMPATIA
51.2 JUÍZOS MORAIS E CONVERGÊNCIA ENTRE INTERESSES
133.1 SIMPATIA E INTERESSE PRÓPRIO - UMA QUESTÃO DE PERSPECTIVA
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61.3 CONCLUSÃO
143.2 CONCLUSÃO
72 ACEITAÇÃO DA TEORIA EGOÍSTA E ORIGEM DAS REGRAS DA JUSTIÇA
154 CONCLUSÃO
82.1 ACEITAÇÃO DA TEORIA EGOÍSTA