
Length6h 45m
About this audiobook
A substituição dos meios hipomóveis pelos mecanizados na arma de Cavalaria do Exército Brasileiro ocorreu de forma gradativa, predominantemente no período de 1937 a 1973. Essa providência deu-se de forma defasada em relação a outros exércitos, como o dos Estados Unidos, que efetivaram tal medida no segundo quartel do século XX. No Brasil, a partir da II Guerra Mundial, intensificaram-se discussões sobre se era necessário ou não mecanizar a Cavalaria, até então uma arma quase toda hipomóvel. Percebe-se haver entre os militares do período em pauta duas tendências: a dos defensores da tradição, que desejavam a permanência do cavalo como instrumento de combate, e a dos adeptos da modernização, que pleiteavam a substituição dos meios hipomóveis pelos mecanizados. Esta obra tem em vista analisar o processo de transição em questão, verificar se efetivamente ocorreu um embate entre a tradição e a modernização acerca da mecanização da Cavalaria brasileira, e se for o caso, investigar como este foi superado.
Audiobook details
GenreHistory, Psychology
Length6 hrs 45 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMay 24, 2021
LanguagePortuguese
Table of contents
1ELONIR JOSÉ SAVIAN
2APRESENTAÇÃO
3INTRODUÇÃO
4Nos principais exércitos ocidentais, normalmente os quatro
51951 e 1973; caso positivo, também se examinará como ele foi
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6oficiais, canções, poemas e humor, entre outros;8 o que contribuiu
7Militar Terrestre brasileira relacionadas à modernização profissional.
8A Revista da Escola Militar também foi muito útil. Visava
9tropas mecanizadas, procurou dirimir dúvidas acerca das diferenças ou
10Capítulo 1
11No presente capítulo pretende-se identificar os elementos que
12Guardas – “Dragões da Independência”).
131960 tinha como sede esta cidade.
14capitão Renato Sérgio Nogueira de Oliveira contém indicações que
15historiador Marc Bloch:
16Prossegue:
17Ordem Feudal.
18Portanto, a nobreza levada em conta pelos cavalarianos
19Uma cerimônia realizada na Cavalaria, conhecida como
20assim, sentimentos de estima, como os de Dionísio Cerqueira (1847-
21O cadete Alfredo Loreiro Polônia tratou especificamente sobre
22vigor, ardor, movimento e desvelo para com seu cavalo.97
23reconhecimento, por exemplo, o cavalariano precisa ser veloz, para
24Cerqueira, que presenciou o fato:
25brasileiro depois de ser ferido:
26conforme já visto, esta distinção acabou dada ao Duque de Caxias.
27distintivos de metal passaram a distinguir as armas, sendo o da
28completa de linhas, cores, traços, símbolos, emblemas que eram
29Tal influência da música no dia a dia dos soldados ensejou o
30127 Ibid.
31Prossegue:
32Alma Cavaleriana
33Todavia, a cavalaria hipomóvel logo se mostraria obsoleta, pois
34Doravante, tendo-se como referência inicial o término da I
351973 será visto de forma profunda nos capítulos posteriores).
36EUA
37Doutrinariamente, continuava-se a pensar em utilizar os carros de
38empregar carros de combate, aos quais se daria um papel muito mais
39a pensar em empregar carros de combate de forma dispersa, em apoio
40Exército não prosperou e a Companhia de Carros de Assalto acabou
41Somente em 1935 foi dado novo passo no sentido de se
42Deputados.
43futuro da cavalaria brasileira, e, em consequência, aos elementos que
44Todavia, o processo de modernização que se iniciava em
45No âmbito internacional, os anos de 1937 a 1950 foram
46Moto-Mecanizada, que tinha como atribuições o ensino da técnica e
47Há de se destacar que algumas das novas unidades passaram a
48Destarte, doravante serão expostos pontos de vista a favor da
49A industrialização teve início na Inglaterra no século XVIII, e
50Materialschlacht (batalhas de materiais) para descrever os embates