
Length9h 46m
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Normalmente ao se falar das "Tragédias Gregas" não é raro que um iniciante na aquisição de Cultura, após ter lido um das mesmas se pergunte: clássica, por quê? É uma história banal que eu já vi na televisão, ou no cinema, ou num folhe-tim. Contudo, ao inverter o eixo da questão passa a entender que tudo aquilo que já viu na televisão, no cinema ou em folhetins (e em alguns livros) são meras cópias desses "originais", chamados de "Clássicos". Clássicas, justamente por serem a matriz, o modelo de quase tudo que se produziu em arte literária e/ou teatral; e/ou cinematográfica e/ou televisiva. A parte que não abrangem é coberta pelas outras obras ditas "Clássicas", como a "Ilíada", a "Odisséia" "Eneida" etc. Passa, então, esse iniciante a entender que são "Clássicas" porque são permanentes, são imutáveis; ao contrário de suas cópias que atendem às exigências do modismo relativo ao tempo em que são produzidas. Com o avanço de seu aculturamento passa a entender que também são chamados de "Clássicas" por contarem histórias comuns, mas de modo esplêndido; atendendo as diretrizes da rima, da métrica, da fluidez, da concisão e principalmente atendendo à beleza que a história humana pode ter. E é esse o principal mote dessas histórias. A história do Homem em todas as suas nuances: seu heroísmo, sua grandeza, sua mediocridade, sua covardia, suas virtudes, seus vícios e tudo mais que ao longo de mais de cinco milênios se manteve intacto: o espírito humano, que a par das inovações tecnológicas continua a agir como nos contam os grandes "Clássicos". A presente obra não tem a presunção de substituir os textos originais e nem seria admissível qualquer tentativa de suprimir ao leitor o prazer de saborear as delicias que Eurípedes, Sófocles e Ésquilo legaram ao Mundo. Pretende-se com esse guia ser apenas um auxilio nas dúvidas eventuais, das quais não escapam nem os melhores intelectuais e ser uma vitrine onde se expõe textos que certamente estão entre os melhores que gênio humano conseguiu produzir.
Audiobook details
GenreOther
Length9 hrs 46 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateAug 15, 2011
LanguagePortuguese
Table of contents
1Para Tereza Cristina Azevedo.
2N
3A presente obra não tem a presunção de substituir os textos
4ÍNDICE - TRAGÉDIAS
5Clitemnestra. Durante a guerra Clitemnestra amasiou-se a
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6dele ter-se desgarrado por força de uma tempestade e se
7O 2º ancião diz: ajamos agora! Ataquemos já! Enquanto al-
8se dão ao tolo luxo de hesitar.
9Pai. Oh Agamêmnon, meu rei, como chorar por ti? Que te
10Será este o argumento que irá apresentar para proclamar-se
11Confuso, o Corifeu diz: não sei companheiros, que rota se-
12Nesse ponto surge Têcmessa - já, então, como mulher ama-
13Finda a sinopse, será oportuno refletir sobre os fatos abaixo:
14O Sentimento preponderante nessa obra de Eurípides é o
15Por fim, quando todos já se recusaram, deixando às claras
16Agamêmnon e pressente serem de Orestes, o irmão que se
17Veja-se “Agamêmnon”, nessa obra.
18A palavra volta para Electra que clama por maior celeridade
19Electra, por sua vez, suplica ao Pai que lance a desventura
20Em seguida surge em cena um servo leal de Egisto que aos
21Tão logo chegou à cidade, dirigiu-se ao túmulo da mãe para
22Depois deixou o pinheiro voltar lentamente à sua posição
23muito tempo um vaticínio dele dizendo que eu acharia repou-
24Tu estás homem, no estrangeiro e, portanto, nada faça que
25Édipo. No caminho, minha suposição inicial, foi confirmada.
26Creonte, acompanhado de pomposa comitiva. Alarmado, Édi-
27rem. Não venho com intenção malévola, pois sei que estou
28Teseu, rapidamente determina que seus guardas interrom-
29Édipo e Jocasta erraram de modo igual.
30Tebas, o resultado seria outro.
31Antígona dizendo que avista um homem se aproximando. Diz
32O Coro, na seqüência, entoa uma estrofe onde invoca o deus
33O mensageiro responde que estão por perto, pois ouve suas
34Responde-lhe o velho que o povo, de crianças a idosos, sofre
35Note-se uma característica humana que sobrevive ao passar
36Responde-lhe Édipo que está ciente da hecatombe que se
37Porém, ao ouvir o local onde ocorreu o assassinato, Édipo se
38Deuses do Olimpo.
39Livramos-lhes dessa terrível tarefa, mas em contrapartida
40Sim, diz Atená, quereis parecer justa, mas não estais sendo.
41Atená, então, dirige-se a Orestes e diz: fala-me primeiro
42Apolo retoma e diz: vós, monstros execrados, sabem muito
43Observe-se nesse trecho, que decidimos alongar um pouco
44Atená, feliz com decisão diz que deixará com seu povo essas
45Nesse tempo, a Esfinge assolava Tebas e Creonte, que suce-
46Ao fim de tantos dias amargos, vejo teu rosto querido. Ve-
47Quanto à Tirania, doce e amargo mel, por que tanto a preza?
48Logo em seguida Tirésias pede que a filha o leve de volta
49Eurípedes – 485/406 – Salamina
50Indaga da mãe o que a traz naquele estado, por que tama-