
Do veto ao reconhecimento
o luto dos profissionais nos Serviços Residenciais TerapêuticosBy Rita C. F. SilverioLength8h 45m
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No presente escrito, descrevemos e analisamos as repercussões da morte dos moradores nos Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT) do Município do Rio de Janeiro sobre os profissionais que neles atuam, conferindo visibilidade e legitimidade aos seus lutos. Utilizando-nos da autoetnografia colaborativa como inspiração metodológica, construímos e analisamos as narrativas de nove profissionais de uma equipe de SRT, identificando as relações vinculares estabelecidas com o morador perdido; a repercussão dos trâmites realizados no pós-óbito imediato; as diversas reações ao luto e suas formas de enfrentamento ? incluindo-se os fatores de risco e proteção; os efeitos de algumas reações sociais e institucionais frente à morte e ao luto; e por fim o cuidado àquele que cuida. Reconhecemos que a experiência desses profissionais, relacionada à perda e ao luto nos SRT, produz impactos pessoais e coletivos, ou seja, em suas subjetividades e em seus processos de trabalho. O que atesta a premência de espaços coletivos de troca e compartilhamento sobre as questões inerentes ao luto profissional, através da elaboração de estratégias de enfrentamento nessas situações de difícil manejo, que favoreçam o acolhimento, a escuta e o encaminhamento das questões inerentes à morte e ao luto. Assim como a construção de conhecimento acerca dessa temática.
Audiobook details
GenrePsychology
Length8 hrs 45 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMar 17, 2023
LanguagePortuguese
Table of contents
1SIGLAS E ABREVIATURAS UTILIZADAS
13CAPÍTULO 2.5 O LUTO NO CONTEXTO DAS RESIDÊNCIAS TERAPÊUTICAS
2CONSIDERAÇÕES INICIAIS
14PARTE 3 - CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS
3PARTE 1 - DESAFIOS DA DESINSTITUCIONALIZAÇÃO
15CAPÍTULO 3.1 REVISITAR OS LUTOS PROFISSIONAIS NO ENCONTRO COM O MÉTODO
4CAPÍTULO 1.1 PARTICULARIDADES DO PROCESSO DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO: A HISTÓRIA DE ARI
16CAPÍTULO 3.2 ALGUMAS PALAVRAS SOBRE A AUTOETNOGRAFIA COLABORATIVA
5CAPÍTULO 1.2 A INSTITUCIONALIZAÇÃO COMO EXERCÍCIO DE PODER
17CAPÍTULO 3.3 DESENHO DA PESQUISA
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6CAPÍTULO 1.3 BREVE PANORAMA SOBRE A REFORMA PSIQUIÁTRICA E O PROCESSO DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO
18CAPÍTULO 3.4. ASPECTOS ÉTICOS
7CAPÍTULO 1.4 RESIDÊNCIAS TERAPÊUTICAS: RESIDÊNCIA / CASA / MORADIA / LAR?
19PARTE 4 - VIDA E MORTE NO CONTEXTO DOS SERVIÇOS RESIDENCIAIS TERAPÊUTICOS
8PARTE 2 - REPENSANDO A MORTE E O LUTO NO TRABALHO EM SAÚDE
20CAPÍTULO 4.1 NAS FRONTEIRAS DO CUIDADO: NARRATIVAS DE PERDA E LUTO PROFISSIONAL
9CAPÍTULO 2.1 VAMOS FALAR SOBRE A MORTE?!
214.1.1 Vínculo e Luto
10CAPÍTULO 2.2. A MORTE NOSSA DE CADA DIA
224.1.2 Temporalidade no luto
11CAPÍTULO 2.3 LUTO, UMA TRAVESSIA
234.1.3. Reações de Enfrentamento ao luto
12CAPÍTULO 2.4 A TRAVESSIA DE UM LUTO: UMA NARRATIVA DE CUIDADO AO ENLUTADO
24CONSIDERAÇÕES FINAIS