
Direito, Arte e Cultura no Constitucionalismo Brasileiro
Manifestações Culturais e a Afirmação dos Direitos Humanos na TropicáliaBy Júlia de Paula FariaLength9h 55m
About this audiobook
Em tempos de silêncio imposto, a arte falou mais alto. Este livro mergulha na força da Tropicália como movimento cultural que ousou cantar, gritar e resistir em plena ditadura militar brasileira. A partir de uma análise densa e sensível, Júlia de Paula Faria costura direito, arte e cultura para revelar como canções, imagens e performances foram muito mais do que expressão: foram afirmação de direitos humanos em meio à repressão. Com um olhar crítico embasado em Foucault e Agamben, a obra investiga o papel da arte como instrumento de resistência à necropolítica e de reconstrução do imaginário democrático. Uma leitura essencial para quem acredita que criar é também um modo de lutar.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length9 hrs 55 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateSep 26, 2025
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
2AGRADECIMENTOS
3LISTA DE ABREVIATURA E SIGLAS
4PREFÁCIO
5INTRODUÇÃO
Show all chaptersShow less
61. ANTECEDENTES DA DITADURA MILITAR 1964-1985
71.1. CONTEXTO GLOBAL: PÓS-GUERRA E GUERRA FRIA
81.2. ANTECEDENTES DO GOLPE E O APOIO ESTRANGEIRO
91.3. A PREPARAÇÃO DA TOMADA DO PODER PELOS MILITARES ATRAVÉS DE UM GOLPE DE ESTADO
102. O GOLPE MILITAR E AS LUTAS SOCIAIS
112.1. O INÍCIO DO GOLPE E SEU RECONHECIMENTO PELOS ESTADOS UNIDOS
122.2. MILITARES NO PODER: UMA DITADURA VELADA PELOS ATOS INSTITUCIONAIS E ATOS CONTRÁRIOS AO REGIME
132.3. ESTADO DE EXCEÇÃO: O GOLPE MILITAR E A RESISTÊNCIA
143. FUNDAMENTOS JURÍDICOS DA ARTE
153.1. DIREITOS HUMANOS E OS FUNDAMENTOS DA ARTE
163.2. ARTE E RESISTÊNCIA DURANTE A DITADURA COMO MANIFESTAÇÃO CULTURAL NO DIREITO
173.3. FUNÇÃO SOCIAL DA ARTE
18CONCLUSÃO
19ANEXOS
201. Degravação do áudio do discurso de Jango no comício de 13 de março de 1964, na Central do Brasil, Rio de Janeiro: com a ortografia adaptada ao Novo Acordo Ortográfico de 2009 e mantida a coerência e coesão utilizada por Goulart.241
212. Discurso improvisado na Vila Militar, no Rio de Janeiro, por ocasião do almoço comemorativo do 13º aniversário da “Revolução”, em 31 de março de 1977. Ortografia original da época mantida.242
223. Atos Institucionais na íntegra243
23Ato Institucional nº 1, de 9 de abril de 1964.
24Ato Institucional nº 2, de 27 de outubro de 1965.
25Ato Institucional nº 3, de 5 de fevereiro de 1966.
26Ato Institucional nº 4, de 7 de dezembro de 1966.
27Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968.
28Ato Institucional nº 6, de 1º de fevereiro de 1969.
29Ato Institucional nº 7, de 26 de fevereiro de 1969.
30Ato Institucional nº 8, de 2 de abril de 1969.
31Ato Institucional nº 9, de 25 de abril de 1969.
32Ato Institucional nº 10, de 16 de maio de 1969.
33Ato Institucional nº 11, de 14 de agosto de 1969.
34Ato Institucional nº 12, de 1º de setembro de 1969.
35Ato Institucional nº 13, de 5 de setembro de 1969.
36Ato Institucional nº 14, de 5 de setembro de 1969.
37Ato Institucional nº 15, de 11 de setembro de 1969.
38Ato Institucional nº 16, de 14 de outubro de 1969.
39Ato Institucional nº 17, de 14 de outubro de 1969.
404. Discurso de posse de Castello Branco244
415. LSN245 Decreto-Lei nº 314, de 13 de Março de 1967
426. LSN Decreto-Lei nº 898, de 29 de setembro de 1969. Revogado pela Lei nº 6.620, de 1978
437. Decreto nº 1077 – Ministério da Justiça de 26 de janeiro de 1970.246
448. Letras de músicas
45Tropicália
46Alegria, alegria
47Enquanto seu lobo não vem
48Apesar de você
49Cálice
509. Partituras: cortesia do Conservatório Estadual de Música Juscelino Kubitschek de Oliveira