
Confluência Dos Quadrinhos Na Contemporaneidade
By Mauricio DuarteLength57m
About this audiobook
Confluência dos quadrinhos na contemporaneidade – Trem de Ferro A novela gráfica insere-se em duas vertentes distintas e próximas ao mesmo tempo. Assim como a fotografia, o cinema e outras linguagens ocorre sua presença no mass media, onde configuram-se as questões de redundância e da pregnância. Ocorre da mesma forma sua presença no que podemos colocar como o panteão das obras relevantes artisticamente falando; e é no limiar destas duas vertentes que pretendemos desenvolver nossa pesquisa. Dentre as várias possibilidades de análise existentes, optamos pela observação semiológica dos quadrinhos adultos no que concerne às suas estruturas de linguagem específicas como por exemplo a descontinuidade gráfico-espacial , o tempo de leitura e a onomatopéia. Tais fatores serão analisados com relação aos aspectos estéticos , sócio-políticos e históricos. Sobretudo pretendemos direcionar nossa atenção para determinadas semelhanças e contrastes com as linguagens da literatura e do cinema. Basicamente, adotaremos as teorias de Will Eisner, Moacyr Cirne e Gaston Barchelard para analisar 3 histórias-emquadrinhos : O Bebê de Valentina (Guido Crepax), Arzach (Jean Moebius) e Sin City (Frank Miller). Além disso abordaremos a questão dos quadrinhos contemporâneos dentro da multiplicidade cultural brasileira. Situaremos nossa pesquisa num enfoque à questão gráfica e estética de foma preponderante, abordando as questões poéticas e de roteiro em segundo plano, dadas as circunstâncias dos nossos objetivos e formação.
Audiobook details
GenreOther, Education and Learning
Length57 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateSep 26, 2010
LanguagePortuguese
Table of contents
1Trem de Ferro
2Os três mundos, Valentina, Arzach e Sin City ….... 24
3Os quadrinhos como forma de arte
4alucinante/alucinógeno.”
5adesão ao sistema – para usar uma típica expressão de época).
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6Cagnin discute as HQs sobre várias perspectivas: Como
7Frank Miller. Em comum, só o fato de suas soluções formais se
8forma de uma narrativa, primeiro substituindo Marv, depois
9páginas 67 e 94 temos a mesma função da onomatopéia.
10Como coloca Maria Beatriz Furtado Rahde em “Imagem
11(Maria Beatriz Furtado Rahde)
12também uma “ iluminação profana “. Justamente
13“Temos novamente a Paris de 1920. Um pequeno
14Estudos em Ciência da Arte, 3 (Niterói, Eduff, 2001)
15Biografia