
Ansiedade: Quando O Corpo Quer Falar Com Você
By José Fernando Ribeiro SilvaLength1h 55m
About this audiobook
ANSIEDADE: QUANDO O CORPO QUER FALAR COM VOCÊ é um livro para quem sofre em silêncio, para quem sente antes de entender, e para quem está cansado de respostas rasas para dores profundas. Com base na psicanálise e escuta clínica, o autor José Fernando Ribeiro Silva propõe uma abordagem sensível e transformadora: e se a ansiedade não fosse apenas um transtorno, mas um sintoma legítimo do desamparo que todos carregamos? E se ela estivesse tentando dizer algo que ainda não conseguimos escutar? Ao longo de 12 capítulos, este livro percorre o nascimento da angústia, os mecanismos inconscientes que a sustentam, e os caminhos possíveis para ressignificar o sofrimento. Mais do que teorias, o leitor encontrará uma escrita acessível, reflexiva e humana. Um verdadeiro espaço de escuta em forma de palavras. Inclui um apêndice com exercícios de autoanálise, sugestões práticas de reflexão e embasamentos teóricos, fortalecendo a base acadêmica da obra. Se você deseja compreender sua ansiedade com profundidade, construir um novo tipo de relação com o seu corpo e iniciar uma jornada de transformação interior, este livro foi feito para você.
Audiobook details
GenreMystery and Thriller, Biography and Memoir
Length1 hr 55 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMay 31, 2025
LanguagePortuguese
Table of contents
11. O DESAMPARO ORIGINÁRIO
587. A ESCUTA DE SI
21.1 A Estrutura do Desamparo
597.1 A difícil tarefa de escutar a si mesmo
31.2 A lógica do cuidado
607.2 A escuta e o inconsciente
41.3 O impacto na estrutura psíquica
617.3 Da heteronomia à autonomia subjetiva
51.4 O Desamparo e a Cultura do Desempenho
627.4 O corpo como espaço de escuta
Show all chaptersShow less
61.5 O lugar da psicanálise
637.5 A voz interna: do crítico ao acolhedor
72. QUANDO O DESAMPARO SE TRANSFORMA EM ANSIEDADE
647.6 O silêncio interno como espaço de escuta
82.1 O nascimento do sujeito e o desamparo primordial
658. A POTÊNCIA CRIATIVA DO DESAMPARO
92.2 A ansiedade como sintoma do desamparo não elaborado
668.1 O desamparo como solo fértil
102.3 A sociedade da performance e o cultivo da ansiedade
678.2 O processo criativo como elaboração
112.4 A impossibilidade de controlar tudo
688.3 A reinvenção de si
122.5 A ansiedade como pedido de escuta
698.4 O risco como parte da criação
132.6 As formas que a ansiedade assume
708.5 A função terapêutica da criação
142.7 O papel da infância na estruturação da ansiedade
719. A CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA SUBJETIVIDADE
152.8 Caminhos de Elaboração: Da Ansiedade à Subjetivação
729.1 O eu que nasce da falha
162.9 A relação com o outro como lugar de cura
739.2 A ética do desejo
173. A ESCUTA QUE CURA
749.3 Reconstruindo vínculos
183.1 A palavra que (re)constrói o sujeito
759.4 A criação como saída
193.2 A transferência: caminho e desafio
769.5 Subjetividade e responsabilidade
203.3 Silêncio que escuta
779.6 Um novo olhar para o passado
213.4 Acolhimento sem julgamento
7810. RECONECTAR-SE COM O SENTIDO DA VIDA
223.5 A escuta e o tempo do inconsciente
7910.1 O vazio existencial na clínica contemporânea
233.6 O analista como testemunha ética
8010.2 O desejo como bússola
243.7 Quando a palavra cura
8110.3 Ressignificar a dor
253.8 Escutar a si mesmo
8210.4 A espiritualidade como caminho
264. DO DESAMPARO À POTÊNCIA CRIATIVA
8310.5 O outro como ponte
274.1 O desamparo como origem da linguagem e da arte
8410.6 A criação de novos sentidos
284.2 Quando o sofrimento se torna palavra
8511. O Desamparo na Sociedade Contemporânea: Entre o Individual e o Coletivo
294.3 A função criadora do inconsciente
8611.1 A Cultura do desempenho e o sujeito auto explorado
304.4 Criar é subverter a falta
8711.2 As redes sociais e o espelho fragmentado
314.5 A Criação como Ato de Liberdade
8811.3 A perda dos laços e a solidão coletiva
324.6 Transformando a ansiedade em movimento
8911.4 O silenciamento da dor pela medicalização
334.7 Casos Clínicos (fictícios): A Criação no Processo Terapêutico
9011.5 A pandemia e a exposição do desamparo estrutural
344.8 Do trauma à transformação
9111.6 O papel da psicanálise: escutar é acolher
355. RESSIGNIFICAR: O REENCONTRO COM O DESEJO
9211.7 Uma ética do cuidado: subverter o individualismo
365.1 A linguagem do sofrimento
9311.8 Do desamparo à responsabilidade coletiva
375.2 O Lugar do Desejo
9412. A TRAVESSIA: DO DESAMPARO À ESPERANÇA
385.3 Desejo não é vontade
9512.1 Esperança não é otimismo
395.4 A função do outro
9612.2 O desejo como motor da travessia
405.5 Quando a identidade adoece
9712.3 A esperança como construção ética
415.6 Ressignificar não é reviver, é reposicionar
9812.4 A função da análise no resgate da esperança
425.7 O corpo também ressignifica
9912.5 Os pequenos atos de resistência
435.8 Casos clínicos (com nomes fictícios): a transformação através do desejo
10012.6 Esperança e criação: a potência do simbólico
445.9 O desejo como guia
10113. QUANDO O FIM É UM COMEÇO
456. O DESAMPARO COLETIVO: ANSIEDADE E SOFRIMENTO NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
102APÊNDICE: EXERCÍCIOS DE AUTOANÁLISE, UM ENCONTRO COM VOCÊ MESMO
466.1 A sociedade da performance
1031. Mapa do desamparo
476.2 A cultura do sucesso e o mito do mérito
1042. Minha voz silenciada
486.3 O vazio de sentido
1053. Encontro com a ansiedade
496.4 A solidão em tempos de hiper conexão
1064. O que eu calo, me adoece?
506.5 A infância ferida na era digital
1075. Linha do tempo emocional
516.6 A medicalização do sofrimento
1086. Quem eu acredito que preciso ser?
526.7 O corpo como campo de batalha
1097. Escuta interior
536.8 A pressão por ser feliz
1108. O sonho como janela inconsciente
546.9 O trabalho que adoece
1119. Cartas para Mim Mesmo
556.10 A falta de tempo para si
11210. A Jornada Continua...
566.11 Caminhos de resistência e ressignificação
113Considerações finais do apêndice
576.12 A dor que nos une