
A segurança jurídica no tribunal de contas da união
com análise da Lei 13.655/2018 e informações atualizadas até 2020By Carlos Maurício Lociks de AraújoLength9h 53m
About this audiobook
Trata-se de uma leitura de evidente interesse para acadêmicos, agentes públicos em geral, licitantes e contratados da Administração Federal, advogados e todos os demais que atuam direta ou indiretamente junto ao setor público. Construída a partir das pesquisas de mestrado do autor, a obra é bem lastreada em lições doutrinárias, rica em dados empíricos, referências a acórdãos, leading cases, normas regulamentares e leis inerentes à atuação da Corte de Contas no campo da segurança jurídica, tudo complementado com abalizadas análises.
O autor enfrenta diversos temas relacionados à segurança jurídica no âmbito do Tribunal de Contas da União, incluindo os fatos mais recentes que emolduram o assunto, com destaque para as análises sobre a Lei 13.655/2018 (que incluiu na Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro dispositivos para otimizar o princípio da segurança jurídica no setor público) e os recentes entendimentos firmados pelo Supremo Tribunal Federal acerca da segurança jurídica na álea de atuação do TCU, especialmente quanto aos prazos prescricionais.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length9 hrs 53 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
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Publish dateNov 26, 2020
LanguagePortuguese
Table of contents
1Prefácio
266.1.1.1 - “É prescritível a ação de reparação de danos à Fazenda Pública decorrente de ilícito civil” (Tema 666, RE 669.069)
2INTRODUÇÃO
276.1.1.2 - “São imprescritíveis as ações de ressarcimento ao erário fundadas na prática de ato doloso tipificado na Lei de Improbidade Administrativa” (Tema 897, RE 852.475)
31. O PRINCÍPIO DA SEGURANÇA JURÍDICA
286.1.1.3 - “É prescritível a pretensão de ressarcimento ao erário fundada em decisão de Tribunal de Contas” (Tema 899, RE 636.886)
41.1 - Precedentes históricos
296.2 - Proteção ao direito de ampla defesa - solução alternativa à imprescritibilidade
51.2 - A segurança jurídica nos dias atuais – condicionantes históricas.
306.3 - Ausência de norma expressa sobre prescrição da pretensão punitiva do TCU
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61.3 - Segurança jurídica - conceituação
316.3.1 - Os debates sobre a aplicação analógica de normas de prescrição: cinco anos (normas do Direito Administrativo) ou dez anos (regra geral do Código Civil)
72. PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO DA CONFIANÇA
326.3.2 - Entendimento do TCU – prescrição decenal, com base na regra geral do Código Civil: dez anos após o fato irregular
82.1 - Proteção da confiança e princípio da legalidade
336.3.3 - Entendimento do STF – prescrição quinquenal, regulada integralmente pela Lei 9.873/1999 (MS 32.201-DF e outros)
92.2 - Proteção da confiança e interesse público
346.4 - Ausência de normas legais de prescrição ou decadência aplicáveis aos atos sujeitos a registro (admissões, aposentadorias, reformas e pensões): 6.4.1 - Tese do STF em repercussão geral – Tema 445: “Os Tribunais de Contas estão sujeitos ao prazo de cinco anos para o julgamento da legalidade do ato de concessão inicial de aposentadoria, reforma ou pensão, a contar da chegada do processo à respectiva Corte de Contas, em atenção aos princípios da segurança jurídica e da confiança legítima” (RE 636.553-RS)
102.3 - A boa-fé como elemento da proteção da confiança
357. PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO DA CONFIANÇA NA APRECIAÇÃO DE ATOS DE PESSOAL PELO TCU PARA FINS DE REGISTRO
112.4 - Natureza jurídica da estabilização dos atos pela proteção da confiança
367.1 - Peculiaridades do rito de emissão do ato sujeito a registro e sua relação com a proteção da confiança
123. DIREITO À RAZOÁVEL DURAÇÃO DO PROCESSO
377.2 - O fator tempo na aplicação do princípio da proteção da confiança
133.1 - Razoável duração do processo como direito constitucional fundamental
387.3 - O critério do prejuízo insuportável e irreversível ao interessado
143.2 - O direito à razoável duração do processo no TCU
397.4 - O critério do prejuízo insignificante ao princípio da legalidade
153.3 - O Estatuto do Idoso – Lei 10.741/2003
407.5 - Súmula-TCU 74 – aproveitamento do tempo de inatividade entre a publicação do ato e a publicação da EC 20/1998
164. IRRETROATIVIDADE DAS NORMAS ADMINISTRATIVAS RESTRITIVAS DE DIREITOS
417.6 - Modificações de jurisprudência e proteção da confiança
174.1 - Irretroatividade como fator de segurança jurídica
427.7 - Proteção da confiança e a restituição de verbas remuneratórias
184.2 - Irretroatividade no Direito Administrativo
438. O PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE E A SEGURANÇA JURÍDICA NAS DECISÕES DO TCU
194.3 - Exceções à irretroatividade – retroação in bonam partem e irretroatividade imprópria
448.1 - O Princípio da Proporcionalidade – bases conceituais
205. O PERFIL DE ATUAÇÃO DO TCU E A SEGURANÇA JURÍDICA
458.2 - A expansão do uso do princípio da proporcionalidade
215.1 - Os poderes legais e constitucionais do TCU
468.3 - Proporcionalidade versus Razoabilidade
225.2 - A identidade institucional do TCU – foco na proteção ao erário e na supremacia do interesse público
478.4 - Princípio da proporcionalidade como instrumento de harmonização entre os princípios da legalidade, da segurança jurídica e o interesse público
236. AUSÊNCIA DE NORMAS LEGAIS SOBRE PRESCRIÇÃO NO TCU
488.4.1 - Extrapolação dos limites da Lei 8.666/1993 para alterações contratuais
246.1 - A imprescritibilidade das ações de ressarcimento por prejuízos ao erário decorrentes de atos ilícitos
498.4.2 - Reajuste de valor contratual em desacordo com as normas legais
256.1.1 - Novos entendimentos: RE 669.069, RE 852.475 e RE 636.886 - flexibilização da tese da imprescritibilidade
508.4.3 - Estabilização de atos de nomeação irregular de servidores