
"A Crônica Francesa"
a carta de amor de Wes Anderson à revista The New YorkerBy J.P. SantosLength3h 57m
About this audiobook
O estilo do cineasta norte-americano Wes Anderson tem se tornado um dos mais facilmente identificáveis no cinema contemporâneo. Suas características autorais, como personagens excêntricos, paletas de cor em tons pastéis e enquadramentos simétricos, têm sido o assunto não só de produções acadêmicas, como também de tendências nas redes sociais, com vídeos no TikTok recriando sua estética se tornando extremamente populares.
Seu décimo filme, "A Crônica Francesa", é uma homenagem aos editores e jornalistas da era de ouro da revista The New Yorker, de onde saíram alguns dos maiores clássicos do jornalismo literário, como "Hiroshima", "Filme" e "A Sangue Frio". Porém, Wes Anderson molda estas figuras à imagem dos seus excêntricos personagens, criando algo que somente ele seria capaz de conceber.
Este livro explora como o cinema de Anderson e a revista The New Yorker se conectam no longa-metragem, mergulhando na história particular de ambos e encontrando pontos em comum para chegar ao resultado final, que é "A Crônica Francesa" em si.
Audiobook details
GenreOther
Length3 hrs 57 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 29, 2025
LanguagePortuguese
Table of contents
1AGRADECIMENTOS
162.4.2. William Shawn
2INTRODUÇÃO
172.4.3. Joseph Mitchell
3CAPÍTULO 1 O CINEMA EXCÊNTRICO DE WES ANDERSON
182.4.4. A. J. Liebling
41.1. Wes Anderson e a figura do auteur
192.4.5. Lillian Ross
51.2. Estilo cinematográfico e características
202.4.6. James Baldwin
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61.2.1. Personagens excêntricos
21CAPÍTULO 3 “A CRÔNICA FRANCESA”: A CARTA DE AMOR DE WES ANDERSON À REVISTA NEW YORKER
71.2.2. Encontrando família e pertencimento além do sangue
223.1. Os anos de Wes com Ross: a influência da revista The New Yorker no cinema de Wes Anderson
81.2.3. Organização visual
233.2. Escrevendo desta maneira de propósito: as marcas registradas de Wes Anderson em “A crônica francesa”
91.2.4. A intertextualidade
243.2.1. Personagens excêntricos
10CAPÍTULO 2 A REVISTA THE NEW YORKER, O PERÍODO PÓS-SEGUNDA GUERRA MUNDIAL E A POPULARIZAÇÃO DO PERFIL
253.2.2. Encontrando família e pertencimento além do sangue
112.1. Harold Ross, humor e os nova-iorquinos como público-alvo: a formação da revista The New Yorker (1925-1941)
263.2.3. Organização visual
122.2. A Segunda Guerra Mundial, William Shawn e a verdadeira era de ouro da revista The New Yorker (1942-1987)
273.2.4. A intertextualidade
132.3. Perfil com “P” maiúsculo: o papel da New Yorker na popularização do perfil como gênero jornalístico: 2.3.1. O foco humano no gênero jornalístico do perfil e exemplos dentro da New Yorker
283.3. “Eu sou estrangeiro, entende?”: repórteres e personagens como perfilados em “A crônica francesa”
142.4. Figuras notáveis dentro da revista The New Yorker
29CONSIDERAÇÕES FINAIS
152.4.1. Harold Ross