
A Antropologia Filosófica de Max Scheler
uma resposta fenomenológica ao problema da pessoaBy Paulo Henrique Reis de SenaLength11h 56m
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Esta obra oferece uma exposição preliminar da teoria fenomenológica da pessoa e da metafísica de Max Scheler, conformada na constituição de sua Antropologia Filosófica. Na tentativa de reconstrução analítica do pensamento do autor, visa apresentar também um panorama tanto das questões históricas quanto das problemáticas espirituais que vicejavam no contexto da virada do século XIX para o século XX. Além disso, tenta explicitar o sentido do esforço intelectual de Scheler para a elaboração de sua tarefa filosófica, destacando os meios conceituais através dos quais o filósofo alemão realizou seu trabalho, percorrendo três etapas de seu desenvolvimento intelectual.
Audiobook details
GenrePhilosophy
Length11 hrs 56 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMar 14, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1LISTA DE ABREVIATURAS1 E SIGLAS
2CAPÍTULO 1
3A ABORDAGEM FENOMENOLÓGICA DE MAX SCHELER
41.1. INTUICIONISMO, FENOMENOLOGIA E A CRÍTICA DO POSITIVISMO E DO ESPIRITUALISMO
51.1.1. O impasse entre positivistas e espiritualistas no contexto neokantiano
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61.1.2. A descoberta do intuicionismo de Bergson
71.1.3. Encontro com Husserl e a fenomenologia
81.2. A FENOMENOLOGIA COMO FERRAMENTA: A ABORDAGEM DE MAX SCHELER
91.2.1. A redução eidética em Scheler: o instrumental fenomenológico
101.2.2. Visão de essências: a experiência fenomenológica
111.2.3. Atos ou vivências intencionais
121.2.4. A materialidade objetiva: o a priori material
131.3. FENOMENOLOGIA APLICADA: A REDUÇÃO EIDÉTICA E A DESCRIÇÃO DAS REGIÕES ONTOLÓGICAS
14CAPÍTULO 2
15O LUGAR DA PESSOA NA ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE MAX SCHELER
162.1. O CONCEITO DE PESSOA EM MAX SCHELER E SUA DERIVAÇÃO NA TRADIÇÃO FILOSÓFICA
172.2. O DELINEAMENTO DO CONCEITO DE PESSOA
182.2.1. Primeiro conceito restrito: a pessoa como centro de atos
192.2.2. Segundo conceito restrito: a pessoa como realização e performance de seus próprios atos
202.2.3. O conceito amplo dado na antropologia filosófica: a pessoa como abertura para o mundo e a ideia de espírito como determinação da diferença essencial entre o homem e o animal
212.2.4. O conceito amplo dado na metafísica: a pessoa como núcleo do Ordo Amoris
222.3. O PROBLEMA IMPLÍCITO DO PERSONALISMO SCHELERIANO: VÍNCULO ENTRE OS NÍVEIS ONTOLÓGICOS – A SUTILEZA DO ESPÍRITO E A POTÊNCIA DA VIDA
232.4. TENTATIVA DE RESPOSTA À QUESTÃO DA INVERSÃO VALORATIVA DO CONCEITO DE ESPÍRITO E DE VIDA: O SENTIMENTO DE AMOR E A SUBLIMAÇÃO
24CAPÍTULO 3
25A ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA PERSONALISTA DE MAX SCHELER
263.1. O SURGIMENTO DA ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA NO INÍCIO DO SÉCULO XX
273.1.1. A incomensurabilidade das ideias sobre o ser humano
283.1.2. As cinco grandes imagens históricas do anthropos
293.1.3. O humanismo de Max Scheler
303.2 A ONTOLOGIA DO VIVENTE: ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA ORGANICAMENTE DETERMINADA
313.2.1 Descrição do nível material: centros de força mecânico
323.2.2. Descrição do nível biológico: centros de força vital e psíquico
333.3. A ONTOLOGIA DA PESSOA: ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA FENOMENOLOGICAMENTE DETERMINADA
343.3.1 Descrição do nível espiritual: interconexão essencial entre a pessoa, o ego e o corpo vivo (Leib)
353.3.2. A definição de ser humano na Antropologia Filosófica de Scheler
36CONSIDERAÇÕES FINAIS