Uma alegoria mordaz sobre a condição humana e os fardos sociais que carregamos. O conto utiliza a metáfora de um cão com uma lata amarrada ao rabo para explorar como as pessoas se acostumam com seus próprios sofrimentos e limitações. Com sua característica sutileza, Machado critica as imposições sociais e questiona nossa capacidade de adaptação às adversidades, mesmo às mais absurdas, revelando a natureza conformista da sociedade brasileira oitocentista.