Length21h 56m
About this audiobook
Em O Vampiro Lestat, segundo volume das Crônicas Vampíricas de Anne Rice, o icônico Lestat de Lioncourt assume a voz narrativa para contar sua própria versão da história.
Após décadas em sono profundo, ele desperta nos anos 1980 fascinado pelo mundo moderno. Desafiando a regra suprema de sua espécie, torna-se vocalista de uma banda de rock para expor a existência dos imortais à humanidade.
Enquanto prepara um show histórico, Lestat revela seu passado: a juventude como nobre empobrecido na França do século XVIII, sua transformação forçada em Paris e a busca épica pelas origens secretas dos vampiros, que o leva até o Egito Antigo.
Um clássico da literatura gótica que combina filosofia, arte e rebeldia em uma jornada inesquecível.
Audiobook details
Rating★★★★ 4.2 (259.3K)
Includes Goodreads, LibraryThing, StoryGraph, Amazon
GenreHorror
Length21 hrs 56 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 25, 2026
LanguagePortuguese
Table of contents
1DADOS DE ODINRIGHT
2tempos. Nesse
3Prólogo
4passada.
5Queria cantar e dançar.
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6Arte da Fuga, de Bach, através de minúsculos fones de ouvido, enquanto eu disparava pelas ruas.
7mundo desde tempos imemoriais, haviam sido removidas quase por completo.
8terra em todos os sentidos.
9Noite de Satã.
10suculenta pequena Biscoito Doce.
11cantar.
12No final, sua cabeça estava nadando com sonhos de riqueza e poder. Sua
13caneta disparava enquanto ela tomava notas.
14Mas havia uma outra razão para toda aquela aventura — uma razão ainda
15mais perigosa, deliciosa e louca.
16para matar uma alcatéia.
17Saltei tentando segurar o tronco, mas meus pés deslizaram pela casca
18E embora tenha começado a falar quando vi meus irmãos levantarem-se da
19minha mãe que enfim chegava, como, suponho, eu já deveria ter imaginado.
20pai. E, para ser franco, pensei que meu pai ficaria contente em se livrar de mim.
21Depois de ter entendido tudo, chorei bem na mesa de jantar e murmurei palavras que ninguém entendeu sobre aquela casa ser um “caos” e por isso fui mandado de volta a meu quarto.
22mosquetão de pederneira e meu primeiro bom cavalo de marcha.
23A princípio, pensei que não passasse de bajulação, mas de uma maneira
24Alguma coisa mágica se perdera por completo.
25dormiam ao meu lado.
26milhões de coisas, sobretudo o quanto a amava.
27pudesse pela estalagem da aldeia durante alguma viagem.
28— E essas também, monsieur — disse seu pai mostrando um par de botas
29exalava riqueza. Seda, veludo e couro novo em folha.
30Nicolas e “nossa conversa”.
31De repente, ele ficou terrivelmente sério, olhando para o lado como se
32— Santos? — ele perguntou. — Santidade? Bondade? Lestat, sua
33assim.
34— Você acha que quero que você faça isso? — ele perguntou. — Estou
35inflamar.
36Como pode viver se não acredita?
37jogar sua taça em mim e errou, claro.
38Eu estava sozinho no quarto e todos da casa haviam descido à aldeia ao crepúsculo para ver a grande fogueira, como era o costume se fazer naquela noite todos os anos.
39dinheiro.
40Ela sentou-se ao meu lado.
41soltando-se de mim e afastando-me.
42articular uma coisa como aquela.
43Mas a melhor parte dessa carta talvez tenha sido quando comuniquei o
44Nicolas era um pouco menos entusiasmado, mas isso era de se esperar. E
45acabar, mas para meu espanto Renaud concordou com todos os termos dela.
46minha mãe.
47trevas de você porque eu preciso de sua
48sussurro que parecia um chamado e um tributo ao mesmo tempo.
49uma voz mais profunda e sonora.
50com toda minha força.
