
O Mocinho Morre No Final
By George Dos Santos PachecoLength2h 27m
About this audiobook
Não se trata de spoiler, garante o autor. Os textos reunidos neste volume trazem um olhar irônico e de exacerbado senso crítico para a vida comum – não sem uma generosa dose de bom humor. São crônicas publicadas quinzenalmente durante o ano de 2022 no portal de notícias Multiplix, além das inéditas "O mocinho morre no final" (que dá nome ao livro), "Fátima", e "Um Natal (quase) perfeito", tratando sobre os mais variados assuntos do cotidiano, da nossa cultura e nossos costumes, buscando todas as camadas de leitores, desde os mais apressados até os reflexivos. Nas linhas e entrelinhas deste livro, o leitor encontrará o cidadão comum, o político, a dona de casa, o caixa do mercado, o Papa, super-heróis, médicos, loucos e muitos outros tipos, as ruas de nossa Nova Friburgo, o bar do Balboa, a rotatória da Praça Marcílio Dias – e até uma família de capivaras – mas sobretudo, o leitor encontrará a si mesmo, pois todo e qualquer livro sempre traduzir-se-á além de uma janela, (principalmente) um espelho.
Audiobook details
GenreHumor, Mystery and Thriller
Length2 hrs 27 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateNov 8, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1O MOCINHO PACHECO MORRE NO FINAL
2CDD B869 CDU 82–3
3Impresso no Brasil.
4O GRANDE ESPETÁCULO
5INDECENTE
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6O TODO E MAIOR QUE AS PARTES
7PREFÁCIO
8Apesar de carregado desse francesismo vocabular, o réveillon
9como gostaremos de ser lembrados?
10O ANIMAL CONCEITUAL
11Não há dúvida que o bom funcionamento da sociedade
12acaloradas. A cada um bastam suas próprias convicções, afinal. E
13A Alberto Braune seria Dom Casmurro, a artéria principal, a
14A Rua Portugal talvez seja Dona flor e seus dois maridos.
15Eu bem sei, literaríssimo terráqueo, que talvez eu tenha sido
16POLITICAMENTE CORRETO
1733 convenientes e de fulcro nobre, perpassa também por uma cultura
18Nessa folia de interesses, somos induzidos, convencidos e
19“Afinal, alguém discorda de que toda história tem algo para contar e
2036 vendê-lo.
21Ninguém reclamou? – perguntou estupefato.
22Meu São Drummond de Andrade, rogai por nós! Venderam-
23Acusem-me de comodista e pouco ambicioso, mas fato é
24só.
25Victor Hugo
26Vejam, terráqueos, não sei se me faço entender, mas procuro
27INDECENTE
28Superintendência também. Mas foi só isso, eu juro!
29Você não presta!
30UMA SANDÁLIA PARA VOCÊ
31Textos Judaicos
32porque se conselho fosse bom, a gente vendia, não é?
33Conselho de cronista não é lá essas coisas, mas você já deve
34“Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o
35camarada genial, da ideia prosaica e ao mesmo tempo brilhante…
36Mário Quintana
3760 sacana puxava um “Com quem será” só para deixar o aniversariante
38Lembra-se disso, nostálgico terráqueo? Que saudade! Você
3961 celebrar. Que venham muitos e muitos anos, que cresça cada vez
40DEIXA ESSA NOITE SABER
41Um trinado fino e intermitente, o toque de um telefone público, tão
4268 rosto quase imberbe, alumiado pela parca iluminação pública.
4370 gente da sórdida e vulgar burla.
44ALEM DA NOSSA REALIDADE
4575 feito sentido naquele momento, mas hoje faz e garanto-lhe, pequeno
46Onde quero chegar com isso, curioso terráqueo? Por mais
47NINGUEM PODERÁ FAZER POR MIM
48Liev Tolstói
49Puta que pariu, cara pálida. Quanta mesquinhez. Você não
50Quem somos nós para arrotar moralismos, dizer o que fazer ou o