
Domingo Eu Vou Pra Praia
By George Dos Santos PachecoLength2h 37m
About this audiobook
Depois do sucesso do romance O Pacto, aclamado pela crítica e pelo público, George dos Santos Pacheco nos brinda com outra coletânea de contos e crônicas. São textos publicados em sites especializados, que versam sobre religião, política ou assuntos do cotidiano, mas sempre com suas marcas características: o estilo leve, simples e direto, o humor e a crítica sutil – mas nem tanto. Os premiados O Dono do Bar e A primeira vez em que eu quase morri fazem parte do volume, que conta também com A Dama da Noite, conto adaptado para curta metragem em 2014. Outros textos surgiram para a coluna do portal de notícias Nova Friburgo em Foco, crônicas e ensaios que nos fazem refletir sobre nosso posicionamento na sociedade. No prefácio, o autor convida o leitor para uma reflexão sobre a própria vida: "Então, a vida o que é, caro leitor? A vida é um grande livro, com prefácio, prólogo, capítulos, epílogo ou o que você quiser. O folhear das páginas, o deslizar da pena não podem ser impedidos, mas cabe somente a você decidir o que colocar nas folhas em branco. Qual é a sua história?"
Audiobook details
GenreGeneral Fiction, Humor
Length2 hrs 37 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateDec 7, 2017
LanguagePortuguese
Table of contents
1DOMINGO GEORGE DOS EU VOU PRA PRAIA
2CDD B869 CDU 82–3
3Impresso no Brasil.
4O DONO DO BAR
5O MAL DE SEPÚLVEDA
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6Fui internado naquela tarde mesmo, mas não consegui fazer
7blá-blá-blá... – concluiu, virando-se novamente e apertando o botão
8Fraga, nascimento: 21 de maio de 1988, 22:36:45, morte: 13 de julho
916 devolvendo a ficha.
1018 pouco mais cordiais.
11Gabriel.
12Emanuel.
13Saí de casa sem trancá-la e fui caminhando calmamente rumo
14O EU-OUTRO
15E depois das eleições, desaparecem: não apertam mãos, não
16Minha gente!
17UM ANJO REDENTOR
18hospital.
19No outro dia, ao chegar ao hospital recebeu a notícia. Dona
20desfigurada.
21O enfermeiro Adametropos saiu da padaria e caminhou até o
22Chegou à porta de casa, tirou os sapatos, batendo um no
23O FLAUTISTA DAS SOMBRAS
24Os dois escravos se aproximaram da cova, como num
25cada vez mais patético.
26O flautista sorveu o sangue da flauta, e então saiu daquelas
27dilacerados de seus pais, filhos e irmãos, caminhando lentamente
28Usava um belo vestido vermelho cereja, que estava colado ao corpo
29impressionado, numa sensação de quase torpor.
3057 tempo, é evidente, embora um taxista nunca deva se atrasar. O
31Chevette insistia em não pegar!
32Eu não conseguia – e nem queria tirar aquela moça da cabeça.
3359 Vez ou outra, sinto o mesmo perfume que senti naquela
34OS OLHOS QUE JAMAIS SORRIAM
3562 três: mamãe sempre com vestidos comportados, meu pai de camisa
3666 professora, olhos que jamais sorriam.
37O MUNDO DE MARVIN
38Mas como foi parar ali?
39Marte, de modo que ele tornou-se nosso refúgio...
40Marte. – disse ela guardando o aparelho. – Agora acredita?
41para a Terra, a procura de sobreviventes, todas sem sucesso.
42Levantava todos os dias às cinco da manhã. Ordenhava
43Moura? – disse o pai de Zaqueu.
4483 babando, deu-lhe um violento golpe, derrubando-o ao chão.
45presença da mãe.
4688 fazia mais sentido.
4792 isso foi!
4894 flores, quase
4996 particulares. Isso sim havia aos montes, todos lotados, porém. E
50serenamente.