
Domingo Eu Vou Pra Praia
By George Dos Santos PachecoLength2h 38m
About this audiobook
Depois do sucesso do romance O Pacto, aclamado pela crítica e pelo público, George dos Santos Pacheco nos brinda com outra coletânea de contos e crônicas. São textos publicados em sites especializados, que versam sobre religião, política ou assuntos do cotidiano, mas sempre com suas marcas características: o estilo leve, simples e direto, o humor e a crítica sutil – mas nem tanto. Os premiados O Dono do Bar e A primeira vez em que eu quase morri fazem parte do volume, que conta também com A Dama da Noite, conto adaptado para curta metragem em 2014. Outros textos surgiram para a coluna do portal de notícias Nova Friburgo em Foco, crônicas e ensaios que nos fazem refletir sobre nosso posicionamento na sociedade. No prefácio, o autor convida o leitor para uma reflexão sobre a própria vida: "Então, a vida o que é, caro leitor? A vida é um grande livro, com prefácio, prólogo, capítulos, epílogo ou o que você quiser. O folhear das páginas, o deslizar da pena não podem ser impedidos, mas cabe somente a você decidir o que colocar nas folhas em branco. Qual é a sua história?"
Audiobook details
GenreGeneral Fiction, Humor
Length2 hrs 38 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 5, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1DOMINGO GEORGE DOS EU VOU PRA PRAIA
2Copyright © 2014 por George dos Santos Pacheco
3CDD B869 CDU 82–3
4Impresso no Brasil.
5O DONO DO BAR
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6O MAL DE SEPÚLVEDA
7Fui internado naquela tarde mesmo, mas não consegui fazer
8blá-blá-blá... – concluiu, virando-se novamente e apertando o botão
9Fraga, nascimento: 21 de maio de 1988, 22:36:45, morte: 13 de julho
1016 devolvendo a ficha.
1118 pouco mais cordiais.
12Gabriel.
13Emanuel.
14Saí de casa sem trancá-la e fui caminhando calmamente rumo
15O EU-OUTRO
16E depois das eleições, desaparecem: não apertam mãos, não
17Minha gente!
18UM ANJO REDENTOR
19hospital.
20No outro dia, ao chegar ao hospital recebeu a notícia. Dona
21desfigurada.
22O enfermeiro Adametropos saiu da padaria e caminhou até o
23Chegou à porta de casa, tirou os sapatos, batendo um no
24O FLAUTISTA DAS SOMBRAS
25Os dois escravos se aproximaram da cova, como num
26cada vez mais patético.
27O flautista sorveu o sangue da flauta, e então saiu daquelas
28dilacerados de seus pais, filhos e irmãos, caminhando lentamente
29Usava um belo vestido vermelho cereja, que estava colado ao corpo
30impressionado, numa sensação de quase torpor.
3157 tempo, é evidente, embora um taxista nunca deva se atrasar. O
32Chevette insistia em não pegar!
33Eu não conseguia – e nem queria tirar aquela moça da cabeça.
3459 Vez ou outra, sinto o mesmo perfume que senti naquela
35OS OLHOS QUE JAMAIS SORRIAM
3662 três: mamãe sempre com vestidos comportados, meu pai de camisa
3766 professora, olhos que jamais sorriam.
38O MUNDO DE MARVIN
39Mas como foi parar ali?
40Marte, de modo que ele tornou-se nosso refúgio...
41Marte. – disse ela guardando o aparelho. – Agora acredita?
42para a Terra, a procura de sobreviventes, todas sem sucesso.
43Levantava todos os dias às cinco da manhã. Ordenhava
44Moura? – disse o pai de Zaqueu.
4583 babando, deu-lhe um violento golpe, derrubando-o ao chão.
46presença da mãe.
4788 fazia mais sentido.
4892 isso foi!
4994 flores, quase
5096 particulares. Isso sim havia aos montes, todos lotados, porém. E