
Length2h 46m
About this audiobook
A Web é um hipertexto. Mas nós somos a rede e nossa interface com o mundo digital tem como chave mestra o link. Mal sabemos de que lado estamos ou preferimos ficar: se no mundo virtual ou no real. Mas, o que sabemos sobre a influência dos links hipertextuais em nosso comportamento, em nossos hábitos de leitura, de convivência, em nossas preferências e em nossas compras? Estamos mesmo diante de um vasto mundo de informações ou numa bolha que nos envolve e controla? O livro do pesquisador Luiz Fernando Gomes, discute essas questões e apresenta uma revisão teórica nos estudos hipertextuais e traz uma taxonomia atualizada dos tipos de links, com exemplos e novas funções, ressaltando a guinada para o social dos estudos sobre o hipertexto. O autor cobra o protagonismo da escola e traz novos argumentos e subsídios para que ela insira práticas ativas de leitura de webnotícias e verbetes da Wikipédia, entre outros textos digitais, e promova a quebra da ciranda de links hegemônicos. Obs. Esta obra foi originalmente publicada pela EDUFAl- Editora da Universidade Federal de Alagoas, através de Edital 001/2017. Ela está à venda no site da EDUFAL. A publicação pelo Clube de Autores visa dar mais visibilidade e divulgação deste trabalho acadêmico que acredito ser muito relevante para professores, alunos e usuários dos meios digitais em geral.
Audiobook details
GenreTechnology
Length2 hrs 46 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 5, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1Hipertexto revisitado: novas perspectivas para pesquisa e ensino
2Hipertexto revisitado: novas perspectivas para pesquisa e ensino
3INTRODUÇÃO
4Duas áreas que talvez estejam se dedicando mais eficientemen-
51 TEXTO E HIPERTEXTO: O “HIPER” DO HIPERTEXTO E
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6OUTRAS QUESTÕES
7Rouet & Levonen (1996) creditam à usabilidade – conceito não
8Web. Neste caso, tal documento não seria um hipertexto, pois mesmo
9A organização dos documentos, papiros, rolos, códex, etc.
10Embora muitos creditem a Vannevar Bush a primeira descrição
11Segundo Walker (2005,p.48), durante seu desenvolvimento
12Em 1990, o hipertexto Afternoon, a Story e o Storyspace esta-
13Texto”, uma das principais autoras brasileiras de trabalhos sobre a
14Topicidade
15Há ainda outro conceito, o de contexto, que sofre modificação
16Após essa breve discussão, cremos que é possível oferecer uma
172 LINKS E ÂNCORAS: ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DO
18Os nós são unidades de conteúdo conectadas pelos links. Eles
19Actemas e episódios
20Link
212.1 RETÓRICA DOS LINKS
22Bernstein (2005), da Eastgate Systems, esclarece que os senti-
23A densidade também tem a ver com o tamanho da lexia, assim
242.2 Classes de links e tipos de links
25Fonte: https://www.google.com.br/ search?q=livro+pronuncia+do+ingles+norteamericano&oq=livro+pronuncia+do+in gles+norteamericano&aqs=chrome..69i57.17489j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF- 8#q=pronuncia+do+ingles+norte-americano+pdf&*
26com sua conta de uma rede social. Fig.7.
27Um terceiro exemplo de link malicioso que utiliza uma estraté-
28Links Casadinhos
29Digital Age (Sociedade Hiperlinkada: questionando as conexões na
303 HIPERTEXTO, ENSINO E PESQUISA
31Mas é aqui que está o problema: merece atenção tanto dos
32Fazendo um paralelismo com o parágrafo anterior, não se trata de
33classificados; (b) o mesmo serviço pode ser oferecido por outra em-
34Oposição
353.3 Links na Wikipédia
36informações ele busca no texto, mesmo assim este terá que fazer
37Outro desafio para o ensino seria identificar os tipos de links
384 PALAVRAS FINAIS
39Há um preço, porém, que se paga numa moeda diferente, cujo
40Composição: fontes TT Teds e ITC Slimbach Std.