
Length6h 38m
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O autor trilhou o mesmo atalho dos bandeirantes desbravadores. Atalho esse, também palmilhado por famosos naturalistas estrangeiros. Nesse trajeto, parte dos arraiais e povoados que se transformaram nas outrora e ricas cidades do grande Ciclo do Ouro, mas que na atualidade, são minúsculas e modestas cidades, sem nenhum ou com resumidos casarios mal preservados, se tornaram explorados centros históricos, mas para a verdade, são ainda, os cartões postais de problemáticos municípios, com toda a sorte de malefícios urbanos modernos. Com mochilas as costas; ao seu lado, a esposa Nancy Pires, percorreram partes do Caminho do Sabarabuçu, com seus 160 quilômetros de extensão. Caminho que se afamou por históricos conflitos dos séculos XVII e XVIII e parte do XIX com seus alucinantes descaminhos para transportar valiosas mercadorias, como o cobiçado metal precioso, que sustentava os que nos colonizaram. Depois de atravessar, vales e montanhas por nove dias, abrangendo de tal forma, em peregrinação, os centros principais da mineração das gerais, garimpando através da História documentada e de relatos orais, tudo sobre as estradas reais e da construção de capelas e igrejas à sua margem, bem como, "estória" dos infortúnios para se encontrar as esmeraldas, que afamou outro. Nessa jornada, foi possível recolher gemas valiosas que ainda não colocadas a público, recônditas nas empoeiradas prateleiras de caras obras literárias. Ouro Preto, Rio Acima, Itabirito, Nova Lima, Raposos, Sabará e Caeté, foram às cidades percorridas durante essa jornada. Essas cidades, mantém sua integridade histórica, no que se refere a seus patrimônios edificados, representando a síntese da arte colonial mineira. No caminho, figuras, não históricas, mas importantes, foram registradas em diário, que ampararam o autor nessa empreitada que se transformou no livro: "De Iguaçu ao Sabarabuçu - Capelas: A conexão da fé entre Velhos e Novos caminhos", com Prefácio da Jornalista Marcia Cristina da Silva Leitão. Para o poeta e escritor mineiro Silas da Fonseca, o autor percebe ao concluir essa jornada, à importância da história para o desenvolvimento de um povo, comprovando-se o seu zelo em elencar os "andantes ilustres" que andaram por estas cercanias, fazendo referência á sua origem e á sua contribuição profissional ou artística para que tão importante período de nossa história viesse a respingar em nós a possibilidade de uma compreensão menos equivocada de nossas origens.
Audiobook details
GenreSpirituality and Religion, Travel
Length6 hrs 38 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateSep 26, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1C
2Caminho Velho (Parati/RJ a Ouro Preto/MG) e do Caminho
3Apresentação
4Estabelecem-se desconfianças entre as raças, separadas por
5No surgimento de opulentos engenhos, construíam-se as
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6Fernão Dias Paes, que contribuíram com grande obra de
7O Brasil foi talhado por estrangeiros que nos apresentaram
8Num primeiro momento, foi utilizado uma via de acesso às
9Uma alteração importante introduzida por tal caminho, foi
10manifesta ao rei: “Senhor – Depois de ter adquirido algumas notícias de
11O terceiro grande trecho de importância nacional foi
12Paracatu à Capitania de Goiás.
13Além dos polêmicos eixos principais, é fato que existiam
14Inglesa.
15Outras estradas reais surgiram com o avanço das fronteiras
16América Latina, durante o período colonial.
17No que se refere ao Caminho Velho e das Vilas citado por
18Ouro Preto). Esta junção de caminhos primeiramente denominada
19A
20A Corte, sabia das noticias dos acontecimentos que
21Caminhos de Iguaçu
22Iguaçu. Os Jacutingas, além dos Tamoios, ajudaram os franceses
23Uma descrição feita por Charles Ribeirolles em 1859 bem
24Em 1846 a Vila de Iguaçu ainda perdeu mais uma parte de
25escravos. Mesmo com aquele progresso, a Vila de Iguaçu entrou
26Iguassu de 1875 (foto de autoria desconhecida)
27(distrito) da Freguesia de Santo Antônio da Aldeia dos Jacutinga.
28Matriz da Freguesia de Santo Antônio de Jacutinga (atual Igreja da
29(estradas para carroças).
30Outra estrada de ferro importante foi a Rio d’Ouro, que
31Com esse objetivo, foi aberto o chamado Caminho Novo ou
32mesmo nome (hoje Duque de Caxias).
331711 e liderados pelo capitão René Trouin, que era mais conhecido
34Por volta de 1720, a coroa portuguesa determinou
35Caminho Novo, determinado que: “As manadas só poderiam ser
36Leopoldina, que se casaria com Dom Pedro II.
37no exterior, como um berçário para novas descobertas.
38regiões visitadas.
39Brasil, inclusive percorrendo as estradas reais, incorporaram os
40Rio de Janeiro.
41O inglês John Luccock, chegou em meados de 1808 e
42fitogeográfica. Alguns
43Com a chance de estudar nossas riquezas, foi um dos primeiros
44Foto10. (reprodução). Jean Baptiste Debret
45Aqui no Brasil, a Estrada Real foi uma etapa importante
46De sua vasta bagagem cientifica, convém salientar, sua
47Martius descreveu inclusive, os aspectos da sociedade brasileira.
48brasileiros, entre esses, a primeira descrição da ararinha azul, feita
49arquiduquesa Dona Maria Leopoldina da Áustria com o príncipe
501817 a 1821 pelo Brasil, Johann Baptist Emanuel Pohl publicou