
Concreto Asfáltico Drenante em Asfaltos Modificados por Polímero SBS e Borracha Moída de Pneus
By José Marcos Faccin GuimarãesLength3h 30m
About this audiobook
A pesquisa estuda as propriedades mecânicas quanto a desagregação, permeabilidade e deformação permanente dos concretos asfálticos drenantes modificados por polímero SBS e borracha moída de pneus na condição com e sem ciclagem de água. Os granulares são de origem granítica e os ligantes de elevada consistência (CAP 30/45) modificados a fim de atender ao objetivo da pesquisa. Utilizou-se o CAP 30/45 modificado com a intenção de obter misturas mais resistentes ao elevado tráfego que provoca o aumento da deterioração das rodovias. A modificação caracterizou-se pela adição de 4% de polímero SBS e 20% de borracha moída de pneus. Para a realização de ambas as misturas, para que sejam comprovadamente drenantes, devem ter volume de vazios acima de 20%, permeabilidade com velocidade de escoamento acima de 0,6 cm/s, desagregação inferior a 25% e deformação permanente inferior a 10%. A razão de estudar as condições das misturas com e sem ciclagem é verificar o comportamento dessas misturas tanto em pista seca quanto em pista úmida ou molhada. O estudo busca também desenvolver um pavimento que proporciona conforto, economia e segurança, o que o pavimento drenante oferece por não haver a formação da hidroplanagem, viscoplanagem, reflexão luminosa, névoa d'água e irregularidades, graças à eliminação da lâmina d'água.
Audiobook details
GenreTechnology
Length3 hrs 30 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMar 11, 2026
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
834.2 - Asfalto borracha
2AGRADECIMENTO
844.2.1 - Histórico
3LISTA DE ABREVIAÇÕES
854.2.2 - Países onde ele é muito aplicado
4LISTA DE SÍMBOLOS
864.2.3 - Experiências em rodovias brasileiras
5CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO
874.2.4 - Vantagens e desvantagens
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61.1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS
884.2.4.1 - Vantagens (FONTES, 2009)
71.2 - OBJETIVO DO TRABALHO
894.2.4.2 - Desvantagens (TAKATU, 2004)
81.3 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
904.2.5 - Borracha de pneus
91.4 - RELEVÂNCIA DA PESQUISA
914.2.5.1 - O problema dos pneus inservíveis
101.5 - LIMITAÇÕES DA PESQUISA
924.2.5.2 - Processos de obtenção da borracha
111.6 - PROCEDIMENTOS PARA ALCANÇAR O OBJETIVO
934.2.5.2.1 - Processo ambiente
121.6.1 - Caracterização dos materiais
944.2.5.2.2 - Processo criogênico
131.6.1.1 - Granulares
954.2.6 - Características
141.6.1.2 - Ligantes
964.2.6.1 - Incorporação da borracha em misturas betuminosas
151.7 - ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
974.2.6.1.1 - Processo Seco
16CAPÍTULO 2 - ADERÊNCIA PNEU-PAVIMENTO
984.2.6.1.2 - Processo Úmido
172.1 - ADERÊNCIA NOS PAVIMENTOS
994.2.6.2 - Sistemas de obtenção
182.1.1 - Fator da aderência pneu pavimento
1004.2.6.2.1 - Continuous Blend
192.1.1.1 - Coeficiente de atrito longitudinal
1014.2.6.2.2 - Terminal blend
202.1.1.2 - Coeficiente de atrito transversal
102CAPÍTULO 5 - MATERIAIS E METODOLOGIA
212.1.2 - Equipamentos medidores de atrito nos pavimentos
1035.1 - GRANULARES
222.1.2.1 - Equipamentos de rodas travadas
1045.1.1 - Los Angeles
232.1.2.2 - Equipamentos com ângulo de deslizamento lateral
1055.1.2 - Durabilidade
242.1.2.3 - Equipamentos com elemento fixo
1065.1.3 - Adesividade
252.1.2.4 - Equipamentos portáteis
1075.1.4 - Índice de Forma
262.1.3 - Fatores que afetam a avaliação da aderência nos pavimentos
1085.1.5 - Densidade
272.1.3.1 - Espessura da lâmina d’água
1095.2 - CURVA GRANULOMÉTRICA
282.1.3.2 - Condições gerais da superfície
1105.3 - LIGANTES
292.1.3.3 - Equipamentos de medição
1115.3.1 - Penetração
302.1.3.4 - Velocidade do ensaio
1125.3.2 - Ponto de Amolecimento
312.1.3.5 - Tráfego
1135.3.3 - Viscosidade
322.1.3.6 - Rugosidade da superfície
1145.3.3.1 - Viscosímetro Saybolt-Furol
332.1.3.7 - Tipo de pneu
1155.3.3.2 - Viscosímetro Brookfield
342.1.3.8 - Natureza do revestimento
1165.3.4 - Densidade
352.1.3.9 - Temperatura
1175.4 - MISTURAS
362.2 - ADERÊNCIA EM PISTAS MOLHADAS
1185.4.1 - Ensaio Cântabro
372.2.1 - Zona molhada
1195.4.2 - Ensaio Marshall
382.2.2 - Zona intermediária
1205.4.3 - Ensaio de Permeabilidade
392.3 - TEXTURA DOS PAVIMENTOS
1215.4.4 - Ensaio de Deformação Permanente
402.3.1 - Tipos de textura dos pavimentos
122CAPÍTULO 6 - RESULTADOS EXPERIMENTAIS
412.3.1.1 - Microtextura
1236.1 - GRANULARES
422.3.1.1.1 - Medidas Subjetivas
1246.2 - LIGANTES
432.3.1.1.2 - Medidas Indiretas
1256.3 - PROCEDIMENTOS DOS ENSAIOS
442.3.1.1.3 - Medidas de Perfil
1266.3.1 - Primeira etapa de ensaios
452.3.1.2 - Macrotextura
1276.3.1.1 - Curva Granulométrica
462.3.1.2.1 - Métodos e Equipamentos de Medida da Macrotextura
1286.3.1.2 - Volume de vazios
472.3.1.2.2 - Métodos de Medida da Macrotextura para a Pesquisa
1296.3.1.3 - Ensaio Cântabro
482.3.1.3 - Megatextura
1306.3.2 - Segunda etapa de ensaios
492.4 - DRENABILIDADE DA SUPERFÍCIE
1316.3.2.1 - Volume de Vazios
502.4.1 - Drenabilidade
1326.3.2.2 - Ensaio Cântabro
512.4.2 - Altura da Precipitação sobre o Pavimento
1336.3.3 - Terceira etapa de ensaios
522.4.3 - Espessura da Lâmina d’Água sobre o Pavimento
1346.3.3.1 - Curva-granulométrica
53CAPÍTULO 3 - CONCRETO ASFÁLTICO DRENANTE
1356.3.3.2 - Volume de vazios
543.1 - OS PAVIMENTOS DRENANTES
1366.3.3.3 - Ensaio Cântabro
553.2 - HISTÓRICO
1376.3.4 - Quarta etapa de ensaios
563.2.1 - No Brasil: 3.2.1.1 - Santa Catarina
1386.3.4.1 - Curva-granulométrica
573.2.2 - No exterior
1396.3.4.2 - Volume de Vazios
583.3 - VANTAGENS E DESVANTAGENS
1406.3.4.3 - Ensaio Cântabro
593.3.1 - Vantagens
1416.3.5 - Ensaios das placas
603.3.2 - Desvantagens
1426.3.5.1 - Curva granulométrica
613.4 - PRECAUÇÕES
1436.3.5.2 - Volume de vazios
623.5 - TENDÊNCIAS MUNDIAIS
1446.3.5.3 - Ensaio de Permeabilidade
633.5.1 - Americana
1456.3.5.4 - Ensaio de Deformação Permanente
643.5.2 - Europeia
146CAPÍTULO 7 - DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
653.6 - PERMEABILIDADE
1477.1 - PRIMEIRA ETAPA DE ENSAIOS
663.7 - CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA
1487.1.1 - Volume de Vazios
673.8 - PROJETO
1497.1.2 - Desagregação
683.9 - EXECUÇÃO
1507.2 - SEGUNDA ETAPA DE ENSAIOS
693.10 - DURABILIDADE
1517.2.1 - Volume de Vazios
703.11 - CONSERVAÇÃO
1527.2.2 - Desagregação
713.11.1 - Intervenções para manter as qualidades drenantes
1537.3 - TERCEIRA ETAPA DE ENSAIOS
723.11.2 - Intervenções para reparos
1547.3.1 - Volume de Vazios
733.12 - Ruído
1557.3.2 - Desagregação
74CAPÍTULO 4 - MODIFICADORES
1567.4 - QUARTA ETAPA DE ENSAIOS
754.1 - ASFALTO POLÍMERO
1577.4.1 - Volume de vazios
764.1.1 - Asfalto polímero SBS
1587.4.2 - Desagregação
774.1.1.1 - Polímero SBS
1597.5 - ENSAIOS DAS PLACAS
784.1.1.2 - Países onde ele é muito aplicado
1607.5.1 - Volume de Vazios
794.1.1.3 - Aplicações
1617.5.2 - Permeabilidade
804.1.2 - Vantagens e desvantagens
1627.5.3 - Deformação Permanente
814.1.2.1 - Vantagens
1638 - CONCLUSÕES
824.1.2.2 - Desvantagens