
Length2h 42m
About this audiobook
Para escrever a história, cultura e sociedade do Primeiro Reinado, um padre é recebido na tradicional e antiga casa de D.Antônia para começar suas pesquisas. A Casa Velha, como era chamada a casa de D.Antônia, é cheia de documentos importantes que relatam a sociedade e cultura da cidade e seus habitantes. O problema é que o padre conhece uma moça, moradora da Casa Velha, e se afeiçoa de modo nada casto a ela. Entre a paixão e a fé, o padre tenta unir Lalau, a moça por quem o padre se afeiçoa, a Féliz, um moço bastante educado e gentil e sua pesquisa acaba virando uma bela novela.
Audiobook details
Rating★★★★ 4.0 (3.3K)
Includes Goodreads, Amazon, StoryGraph, LibraryThing
GenreLiterary Classics, Spirituality and Religion
Length2 hrs 42 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateApr 27, 2021
LanguagePortuguese
Table of contents
1CASA VELHA
2CAPÍTULO I
3e rezados, saíam, outra vez, para esperar fora, conversando, a hora
4fisionomia meiga e franca, a quem o padre Mascarenhas me
5Majestades.
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6CAPÍTULO II
7— Truncado? Repetiu Félix.
8Rousseau, e aqui não havia afetar nada, porque os conhecia, não
9— Foi mamãe que lhe pediu?
10os poucos passos que a separavam da porta que ficava justamente
11— Já disse; estava no céu.
12Eudoro e Cimódoce.
13no trabalho, mas interrompidamente, e às vezes, se saía a algum
14Era plausível a explicação; prometi-lhe não dizer nada. Creio que
15— Mamãe gosta muito dela, disse ele.
16As pessoas de meu temperamento entender-me-ão. Bastou que
17— Obrigado. Confesso-lhe, porém, que essa moça excitou a
18— Mas pode imaginá-lo.
19— O senhor.
20— Mas não é certo.
21Esse Vitorino é um candidato inventado para separá-la de mim; e
22pequena?
23— Seja como for, nada está perdido; cuido que arranjaremos tudo.
24CAPÍTULO V
25— Realmente, não sei que ideias entraram por aqui depois de 31.
26achaque até de Nosso Senhor Jesus Cristo, que nasceu nas palhas...
27ouviram, e voltou.
28Ao cabo de poucos minutos, D. Antônia parou diante de mim.
29feito o que posso, mas vejo que não posso muito.
30Entretanto, D. Antônia aproximara-se outra vez da janela, por trás
31— Uma coisa há de conceder, disse-lhe eu, há de conceder que
32— Diga-me tudo, a ocasião é única, estamos perto de Deus...
33CAPÍTULO VI
34— Pois eu lhe darei alguma coisa.
35— Ande para aqui, baronesa, disse-lhe D. Antônia.
36Fiz um gesto de complacência.
37D. Antônia fez-lhe uma careta de escárnio, inclinou-se e beijou-lhe
38— ...Vai Sinhazinha. Sinhazinha é cavaleira de truz.
39Lembra-se Nhãtônia? Mas deixe estar, no dia 16 estamos cá.
404 Carruagem. Nota da revisora.
41— Ah! Então os rebeldes...
42— Seu marido...?
43Estava irritado, dava-me ímpeto de quebrar alguma coisa. Sentei-
44— E por que não farei isso mesmo?
45um grande culpado...
46e despediu-se dali a alguns minutos.
47Os dias que se seguiram foram naturalmente de constrangimento.
48inteligente, dócil e meiga, ainda que fria; assim parecia, ao menos.
4920 de agosto.
50No dia 20 achei, com efeito, tudo mudado, Lalau, suspeitosa e