61.3. A Colonização do Sul: Rio Grande e Sacramento
293ª PARTE. DOS CAMINHOS DAS MISSÕES AO TROPEIRISMO EM GUARAPUAVA
71.4. As Relações Internacionais no Período Colonial Português
30CAPÍTULO 1 . Caminho das Missões e o Tropeirismo em Guarapuava
8CAPÍTULO 2. A Colônia Portuguesa e a Crise do Sistema Colonial – A Política de Caminhos
311.1. Descobrimento e Fundação de Guarapuava
92.1. A Economia Mineradora e a Articulação das Regiões Meridionais
321.2. A Abertura do Caminho das Missões em 1816
102.2. A Restauração da Capitania de São Paulo e a Política de Povoamento
331.3. A Ocupação dos Campos de Guarapuava
112.3. O Comércio de Muar e a Abertura de Caminhos
341.4. A Concretização da Estrada das Missões - 1844
122.4. Da Crise no Antigo Sistema Colonial à Emancipação Política
351.5. O Tropeirismo Inserindo Guarapuava na Conjuntura Econômica da Província na segunda metade do século XIX.
132ª PARTE. OS CAMINHOS E O TROPEIRISMO NO PARANÁ
36CAPÍTULO 2 . O Tropeirismo e as Transformações na Sociedade e na Economia em Guarapuava
14CAPÍTULO 1 .Os Caminhos no Contexto da Formação Histórica do Território Paranaense
372.1. As Mudanças Decorrentes do Tropeirismo
151.1. Ocupação e Expansão do Território
382.2. O Legado dos Inventários na Formação de Riqueza em Guarapuava
161.2. As Sesmarias na Expansão das Fazendas
392.3. Formas de Riqueza264
171.3. A Criação da 5ª Comarca da Capitania de São Paulo
402.3.1. Bens de Raíz
181.4. Abertura do Caminho do Sul
412.3.2. Semoventes Escravos
191.5. O Caminho do Viamão e a Intensificação do Povoamento dos Campos Gerais
422.3.3. Semoventes Animais
201.6. A Estrutura da Fazenda de Criar dos Campos Gerais
432.3.4. Bens Móveis
21CAPÍTULO 2. O Tropeirismo como Fator de Integração Regional da Economia Paranaense
442.3.5. Dívidas Ativas e Passivas
222.1. A Articulação da Economia Paranaense no Mercado Interno
452.4. A Composição da Riqueza em Guarapuava279
232.2. A Fiscalização das Tropas no Registro de Rio Negro
46CONSIDERAÇÕES FINAIS