
Automação como Processo Disruptivo na Perfuração de Rochas em Minas a Céu Aberto – Desafios e Ganhos Reais
By Jadir Pedro AlvesLength3h 7m
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Diante da crescente concorrência, exigências do mercado, melhores desempenhos produtivos, aumento na segurança nas operações, redução na geração de resíduos e emissões ambientais, as empresas de mineração têm procurado maneiras de, cada vez mais, tornarem-se competitivas, ou seja, apresentar vantagens em relação à concorrência através, principalmente, da redução nas perdas e otimização dos seus processos produtivos. Há bastante tempo que se têm realizado mudanças nos ciclos de operações de forma a acomodar algum tipo de equipamento ou tecnologia capaz de uma melhor adequação ao processo produtivo, uma vez que a automação é uma realidade presente e uma alternativa bastante atraente que vai ao encontro das exigências por um aumento nos diferenciais competitivos das organizações. Este trabalho descreve o uso da automação como sistema propulsor de melhorias na operação de perfuração de rochas. Foram utilizados sete parâmetros ou componentes principais para combinar a medição durante a perfuração (MWD) com outras informações geradas pelos três equipamentos de perfuração de grande porte da marca Epiroc. O objetivo principal é tentar quantificar os benefícios advindos do uso de novas tecnologias na perfuração. Finalmente, são apresentados os benefícios da automação na perfuração, bem como as possibilidades de melhorias futuras.
Audiobook details
GenreTechnology
Length3 hrs 7 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateApr 28, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1AGRADECIMENTOS
2PARTE I - ARGUMENTAÇÃO
3CAPÍTULO 1
4INTRODUÇÃO
5JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA DO TRABALHO
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6OBJETIVOS
7OBJETIVO GERAL
80BJETIVOS ESPECÍFICOS
9PARTE II - REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
10CAPÍTULO 2
112 PERFURAÇÃO DE ROCHAS NA LAVRA DE MINAS A CÉU ABERTO
122.1 Métodos de perfuração
132.1.1 Método top hammer
142.1.2 Método dow the hole (martelo de fundo)
152.1.3 Método Rotativo
162.1.4 Método híbrido
172.2 Parâmetros geométricos na perfuração
182.2.1 Comprimento do furo
192.2.2 Diâmetro da ferramenta de perfuração
202.2.3 Malha de perfuração
212.3 Gestão de ativos
222.3.1 Dimensionamento de equipamentos
232.3.2 Ativos como fonte geradora de valor
242.3.3 Ciclo de vida útil dos ativos
252.3.4 Indicadores
262.4 Tecnologias na mineração
272.4.1 Evolução tecnológica na lavra a céu aberto
282.4.2 Interfaces amigáveis e padronizadas
292.5 A digitalização e a mineração 4.0
302.5.1 Desafios da automação em busca de uma mineração 4.0
312.5.1.1 Perda de sinal de geolocalização
322.5.1.2 Pré-requisitos mínimos das redes
33CAPÍTULO 3
34METODOLOGIA
35PARTE III - CONSIDERAÇÕES FINAIS
36CAPÍTULO 4
37ESTUDO DE CASO
384.1 Visão geral dos dados
394.1.1 Local dos testes
404.1.2 Equipamentos de perfuração
414.1.3 Tipos de dados disponibilizados
424.2 Etapas básicas para elaboração de um furo
434.3 Sistema de perfuração e coleta de dados
444.4 Análise dos dados
454.4.1 Processamento dos dados
464.4.2 Correção dos dados (conversão dos valores negativos de peso sobre a broca - WOB)
474.4.3 Refinamento dos valores acima das capacidades mecânicas dos equipamentos
484.4.4 Influência da profundidade dos furos
49CAPÍTULO 5
50RESULTADOS E DISCUSSÃO