Neste romance, Eça de Queirós ironiza a decadente aristocracia portuguesa através da figura de Gonçalo Ramires, um fidalgo que tenta reviver a glória de seus antepassados escrevendo um romance histórico. A obra é uma sátira fina sobre os conflitos entre passado e presente, idealismo e realidade, e expõe as contradições de uma classe social que vive de memórias enquanto o país enfrenta mudanças profundas. É uma crítica social envolta em humor e estilo sofisticado.