Dois contos de Raul Pompeia marcados pela tragédia e pela presença das igrejas como cenário central das histórias.
Em "A cruz da matriz", Brício vive dividido entre sua função de sacristão e o desejo de se aproximar da natureza e da vida fora da igreja. À medida que a narrativa avança, esse conflito passa a conduzir suas escolhas e o rumo de sua trajetória.
Já em "A andorinha da torre", a menina Rita acompanha o trabalho do avô com os sinos da igreja e encontra nesse ambiente uma parte importante de sua rotina. No entanto, a chegada do Dia de Aleluia traz acontecimentos que alteram o rumo da história e conduzem a narrativa por um caminho trágico.