
Length1h 23m
About this audiobook
Abordagem dos antecedentes, desde os anos 20, do movimento revolucionário de 31/03/1964, ao ensejo de seu cinquentenário, de forma a demonstrar que, ao contrário do que até hoje se propala, não houve "golpe", mas "contragolpe". "Golpe" era o que pretendiam, desde muito antes de 1964, o PCB, o PC do B, o CGT, a POLOP, o PORT, a AP, as Ligas Camponesas, a UNE, o ISEB, a Frente Parlamentar e tantos outros adeptos de ideologias totalitárias. Os ex-terroristas de hoje jamais "pegaram em armas contra a ditadura". Os militares das Forças Armadas e Auxiliares, apoiados pela maioria civil do País, é que pegaram em armas, para impedir que eles fizessem do Brasil uma sucursal de Cuba, vinculada à então União Soviética, ou à China Comunista.
Audiobook details
GenrePolitics and Government, History
Length1 hr 23 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateApr 13, 2014
LanguagePortuguese
Table of contents
11964: O Contragolpe
2deposição do Presidente João Belchior Marques Goulart, naquela data.
36..8 – A invasão de Baía dos Porcos
4Pág.
5Página 8 de 94
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7Itália, nas
8IV - Anos 40 – metade obscuros, metade brilhantes.
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10Página 32 de 94
11http://guerras.brasilescola.com/guerra-coreia/
12esquerdista:
136.1 - A revolução musical
146.3 - As eleições de 1960 no Brasil
156.5 - O curto governo Jânio Quadros
166.7 - O Parlamentarismo
176.9 - A crise dos mísseis em Cuba
18300 delegados de 70 partidos e organizações comunistas de África, Ásia e
19Como registrado ao início deste texto, a esquerda brasileira nunca
20Revolução de 31 de Março de 1964, já dispunham de uma estrutura
21Página 71 de 94
226.13 - A crise se agrava (2) - O Comício de 13/03/1964
23Página 85 de 94
24Página 88 de 94
25VII - Epílogo
26Se houvermos conseguido convencer os