
Length6h 17m
About this audiobook
Um poeta cubano certa vez desferiu uma frase icônica que viria a se tornar um dos mais famosos ditados de todos os tempos. Ele disse assim: na vida devemos plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro . Certamente muitos de nós diriam que esta máxima carrega um significado verdadeiro e vívido em suas palavras; muitos outros nem tanto assim. Contudo, o fato é que neste livro, a escritora Sirlene F. Dias nos presenteia com uma autobiografia que vai muito além e mais profundo que a realização descrita neste singelo adágio popular. Simplesmente Lena faz parte daquelas leituras que começamos pela manhã, tendo a companhia de uma xícara quente de café, e quando vamos nos dar conta já estamos abraçados ao livro como nosso amigo confidente e inseparável até tarde da noite, mergulhando em cada história contada como se fosse nossa própria vida descrita em um papel.
Audiobook details
GenreSelf-Help
Length6 hrs 17 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMar 28, 2023
LanguagePortuguese
Table of contents
1Simplesmente Lena
2pág 189
3Em todas as refeições papai orava e todos ficávamos em pé.
4Os moços de nossa rua gostavam muito de bater papo com ela
5Mariquinha”. Talvez pela calma que minha mãe herdou de vovó.
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6um primo de nome Djalma, no bairro de Ponta Grossa. Sivannilda
714 anos.
8Voltamos para São Paulo e depois rumamos para o Rio.
9as malas, foi até o motorista, perguntou quanto ficou, tirou o dinheiro
10Inicialmente eu com os dois filhos de minha irmã e meu
11André.
12felizes.
13Todos me olhavam de um modo estranho e eu ouvia
14Jorge nunca falou nada sobre isso nas cartas que trocávamos.
15Liguei para minha irmã falando que havia passado no
16Respondi sua carta e disse que já estava morando em
17Quando ele foi embora tive medo, insegurança e remorso.
18Achava que eu era muito ingênua.
19Rio de Janeiro, não estava agasalhado. Aquecemo-nos abraçados.
20Luiz estava fardado, tinha orgulho de sua profissão.
21Ele conseguiu tirar todo mundo da cama todo mundo logo
22Janeiro.
23ficar preso!
24Maravilhosa. Ele me levou para Copacabana, Leblon, Ilha de Paquetá
25também de meus sobrinhos, minhas amigas e de qualquer coisa à
26Eu acreditei e fiquei com vergonha achando que tinha dado uma
27Niterói.
28jantar.
29Ficava brava e brigávamos.
30entendi.
31Quando cheguei em casa falei para minha irmã tudo que o
32parto.
33Minha irmã ficou comigo o tempo todo. Eu continuava
34Eu fazia força e não nascia.
3514 de julho de 1979.
36Não contei nada para ninguém. Guardei comigo.
37primeira vez, no dia da festa!
38No quarto ano
39Seus avós paternos, e seus pais estão enterrados em São Luiz
40Eu ficava com muita raiva porque quando eu atendia ao
41Certa vez meus colegas de turma combinaram de comer pizza
42tuberculose, chagásicos, toxoplasmose e outras doenças. Pensei em
43E então, minha filha voltou a vomitar.
44Mas, de agora em diante, se alguém fosse sacrificado seríamos
45bem e isso era o que importava.
46Olga disse que eu não tinha condições para parto normal porque meu
47Deus ela havia chegado, mas estranhei que não veio sozinha. Pedi
48Sou grata pelo resto da minha vida à minha irmã Ida porque
49Quando minha primeira filha nasceu, estávamos em boas
50do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros. A