
Diálogos Comestíveis
porque todo comer é você quem desenhaBy Érica AraiumLength9h 28m
About this audiobook
Será que "o alimento", tão paradoxal, pode ser tomado por "mediador" da "gastronomia sustentável"? Essa "inteligência coletiva" que depende da inscrição dos sujeitos numa formação discursiva mais afetiva e ética? E qual o papel do jornalista neste processo? E do cozinheiro? Amparado pela análise do discurso, estes "Diálogos Comestíveis" pretendem compreender a relação entre o consumo de alimentos e o consumo de informação, especialmente, no contexto histórico-social brasileiro dos anos 1999-2019. Provocativo, o texto se debruça sobre a constituição, formulação e circulação dos discursos sobre a "gastronomia brasileira" e a "gastronomia sustentável" numa época de importantes acontecimentos históricos e jornalísticos relacionados às expressões. Período esse em que, no Brasil, tem-se expressiva mediatização gastronômica. Os sentidos em evolução das palavras "alimento", "cozinhar", "comensalidade", "agricultura", "comida", "cozinha", "receita", "culinária" e "gastronomia" servem como pontos iniciais de deriva à investigação histórica sobre o que se entende por "discurso gastronômico". E o "Seminário Fruto - Diálogos do Alimento" (2018), evento idealizado pelo cozinheiro Alex Atala, pelo produtor cultural Felipe Ribenboim e pelo Instituto ATÁ como caro objeto de análise.
Audiobook details
GenreOther
Length9 hrs 28 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMar 7, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
2ANTES DOS DITOS
3AMUSE-BOUCHE (OU APERITIVO SOBRE OS POR QUÊS)
4MISE EN PLACE (CADA CONTEÚDO EM SEU LUGAR)
5MENU DU JOUR (O HÁ PARA “COMER”?)
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6Sobre o objeto lido no digital
7Como ler o cardápio?
8Sobre os eixos dos “diálogos comestíveis”
9Por que “ler” este arquivo “hoje”?
10Condições de produção desta pesquisa
11PARTE I – A GASTRONOMIA COMO LINGUAGEM E DISCURSO
12Que gosto tem “o gosto”?
13O gosto (gastro) midiático27
14O gosto da gastronomia
15O gosto de cultura
16O gosto da criatividade
17O gosto em tempos líquidos
18Condições para o gosto do Fruto
19O design do gosto do Fruto
20Come-se cultura
21No jornalismo, gastronomia é cultura
22Quando “nasceram” os jornalistas gastronômicos?
23Efeitos metafóricos da representação da cultura alimentar
24PARTE II - DISCURSO GASTRONÔMICO
25Gastronomia à brasileira
26Um mapa a partir dos gostos do Brasil
27Do cru ao cozido, da natureza à cultura e à “nova gastronomia brasileira”
28Gastronomia brasileira?
29O gosto da sustentabilidade
30Os enunciados do “desenvolvimento sustentável”
31As condições de produção do jornalista “produtor de conteúdo”
32PARTE III - O TEXTO JORNALÍSTICO GASTRONÔMICO
33O gosto do Fruto (segundo o Fruto)
34A narrativa transmídia do Fruto
35A análise da constituição do discurso da marca Fruto
36O texto jornalístico sobre o Fruto – o “gosto do Fruto”
37Síntese das análises (sugere-se consulta à dissertação original para mais detalhes)
38Excertos analisados das reportagens sobre o Fruto (análise de caso)
39FUTUROS IMAGINÁRIOS 1 (CONSIDERAÇÕES FINAIS): Todo comer é você quem desenha. Ainda duvida?
40FUTUROS IMAGINÁRIOS 2 (APÊNDICE)