
Vaga-lumes e outros insetos bioluminescentes da Mata Atlântica
biodiversidade, importância biotecnológica e ambientalBy Vadim R. VivianiLength5h 11m
About this audiobook
Vaga-lumes são símbolos bioluminescentes da nossa biodiversidade noturna. Seus sinais luminosos são utilizados para fins de comunicação e reprodução, embelezando as nossas noites de campo. As substâncias luminescentes e informações genéticas isolados desses enigmáticos organismos trouxeram importantes informações para a ciência, e beneficiaram a humanidade através de inúmeras aplicações analíticas nos campos biomédico, ambiental e industrial. O Brasil é o país com a maior diversidade de vaga-lumes do mundo. Apesar de sua riqueza e de sua importância científica e biotecnológica mundo afora, pouca atenção tem sido dada a esse fascinante grupo de insetos no Brasil. Este livro apresenta, pela primeira vez, a riqueza de espécies de vaga-lumes e outros insetos bioluminescentes que ocorrem na Mata Atlântica do estado de São Paulo. Apresento primeiramente o que é a bioluminescência, em que organismos ela ocorre, como é gerada por reações bioquímicas e para que finalidades é utilizada. Em seguida, abordo a diversidade e os aspectos gerais da biologia, e a ecologia das principais espécies encontradas nesse bioma. Finalmente, apresento a importância científica e ambiental dos vaga-lumes, e a aplicação biotecnológica dos seus reagentes químicos, luciferina e luciferase. Com este livro, espero mostrar por que os vaga-lumes são importantes símbolos da nossa biodiversidade, cuja preservação e investigação podem trazer inúmeros benefícios para o desenvolvimento sustentável da sociedade.
Audiobook details
GenreScience and Nature
Length5 hrs 11 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateAug 29, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1AGRADECIMENTOS
699.1.1.2.2.3. Aspisoma physonotum Gorham, 1884
2APRESENTAÇÃO
709.1.1.2.2.4. Aspisoma diaphanum Gorham
31. INTRODUÇÃO: VAGA-LUMES
719.1.1.3. Tribo Lamprocerini (vaga-lumes diurnos)
41.1. OS VAGA-LUMES NA CULTURA BRASILEIRA E DO MUNDO: 1.1.1. Os vaga-lumes na cultura brasileira
729.1.1.4. Tribo Lucidotini
52. BIOLUMINESCÊNCIA
739.1.2. Subfamília Cladodinae
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62.1. ORGANISMOS BIOLUMINESCENTES
749.1.3. Subfamília Amydetinae
72.2. AS REAÇÕES QUÍMICAS DA BIOLUMINESCÊNCIA
759.1.3.1. Gênero Amydetes Illiger, 1807
82.3. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DA BIOLUMINESCÊNCIA
769.1.3.1.1. Amydetes lucernula Silveira & Mermudes, 2014
92.4. AS FUNÇÕES BIOLÓGICAS DA BIOLUMINESCÊNCIA
779.1.3.1.2. Amydetes vivianii Silveira & Mermudes, 2014
102.5. ESTUDOS SOBRE BIOLUMINESCÊNCIA NO BRASIL
789.1.3.2. Gênero Magnoculus McDermott, 1964: 9.1.3.2.1. Magnoculus sp3 (obscurus) Olivier, 1885
113. ORGANISMOS BIOLUMINESCENTES NO BRASIL
799.1.4. Subfamília Photurinae
123.1. ALGAS DINOFLAGELADAS (MARÉS BIOLUMINESCENTES)
809.1.4.1. Gênero Bicellonycha Motshulsky 1853
133.2. VERMES ANELÍDEOS MARINHOS
819.1.4.1.1. Bicellonycha lividipennis Motshulsky 1854
143.3. FUNGOS BIOLUMINESCENTES
829.1.4.1.2. Bicellonycha ornaticollis
154. INSETOS BIOLUMINESCENTES NO BRASIL
839.1.4.1.3. Bicellonycha sp8 (Vaga-lume sincronizante)
165. MOSQUITOS BIOLUMINESCENTES (ORDEM DIPTERA)
849.1.4.2. Gênero Pyrogaster Motschulsky, 1853: 9.1.4.2.1. Pyrogaster moestus Germar, 1822
175.1. FAMÍLIA KEROPLATIDAE
859.2. FAMÍLIA PHENGODIDAE
185.1.1. Subfamília Keroplatinae: 5.1.1.1. Neoceroplatus betharyiensis
869.2.1. Subfamília Phengodinae: 9.2.1.1. Pseudophengodes brasiliensis Wittmer, 1976
195.2. REAÇÃO BIOQUÍMICA DOS DÍPTEROS BIOLUMINESCENTES
879.2.2. Subfamília Mastinocerinae
206. VAGA-LUMES E BESOUROS BIOLUMINESCENTES (COLEOPTERA)
889.2.2.1. Brasilocerus sp3
216.1. ASPECTOS GERAIS DA BIOLOGIA DOS COLEÓPTEROS
899.2.2.2. Phrixotrix hirtus Olivier 1809 (o trenzinho) (Vídeo-4)
226.1.1. Morfologia externa
909.3. ELATERIDAE
236.1.2. Anatomia interna e Fisiologia de coleópteros
919.3.1. Subfamília AGRIPNINAE
246.1.3. Ciclo de vida e Desenvolvimento
929.3.1.1. Tribo Pyrophorini
256.2. CLASSIFICAÇÃO DAS FAMÍLIAS DE COLEÓPTEROS BIOLUMINESCENTES
939.3.1.1.1. Gênero Pyrophorus Billberg, 1820: 9.3.1.1.1.1. Pyrophorus divergens Linnaeus, 1758
266.2.1. Família Lampyridae (vaga-lumes): 6.2.1.1. Estágios imaturos
949.3.1.1.2. Gênero Pyrearinus Costa, 1975
276.2.2. Família Phengodidae (larvas-trenzinho)
959.3.1.1.2.1. Pyrearinus micatus
286.2.2.1. Estágios imaturos: 6.2.2.2. Bioluminescência
969.3.1.1.2.2. P. candellarius Germar, 1841
296.2.3. Família Elateridae (pirilampos): 6.2.3.1. Estágios imaturos
979.3.1.2. Tribo Hapsodrilini
306.2.4. Família Staphylinidae (potós)
989.3.1.2.1. Gênero Hapsodrilus
317. A BIOLUMINESCÊNCIA NOS COLEÓPTEROS
999.3.1.2.1.1. Hapsodrilus ignifer Germar, 1841
327.1. AS LANTERNAS
1009.3.1.2.1.2. Ptesimopsia luculenta
337.2. A REAÇÃO BIOQUÍMICA DOS VAGA-LUMES: 7.2.1. As enzimas luciferases de besouros
1019.3.2. Luminescência nos estágios imaturos de Elaterídeos
347.3. COMO SE ORIGINOU E EVOLUIU A BIOLUMINESCÊNCIA NOS COLEÓPTEROS?
10210. IMPORTÂNCIA AMBIENTAL, ECONÔMICA, CIENTÍFICA E BIOTECNOLÓGICA DOS VAGA-LUMES
357.4. OS SINAIS BIOLUMINESCENTES E AS SUAS FUNÇÕES COMUNICATIVAS EM VAGA-LUMES
10310.1. IMPORTÂNCIA AMBIENTAL
367.4.1. Tipos de Sinais bioluminescentes
10410.1.1. Controle biológico de caramujos pragas e vetores de doenças
377.4.2. Padrões de comunicação sexual por sinais bioluminescentes
10510.1.2. Vaga-lumes como indicadores de qualidade de cursos de água doce
387.4.3. Iluminação
10610.1.3. Vaga-lumes como indicadores ambientais de poluição luminosa
397.4.4. Defesa
10710.1.4. Vaga-lumes como atração ecoturística
407.4.5. Uso da bioluminescência na atração de presas
10810.1.5. Restabelecimento de vaga-lumes em áreas urbanas
417.5. AS CORES DA BIOLUMINESCÊNCIA E SUAS ADAPTAÇÕES ECOLÓGICAS
10910.2. IMPORTÂNCIA CIENTÍFICA, BIOTECNOLÓGICA E MÉDICA
427.6. OUTRAS ADAPTAÇÕES ECOLÓGICAS DOS VAGA-LUMES
11010.2.1. A importância dos vaga-lumes na ciência
438. A DIVERSIDADE E ECOLOGIA DE COLEÓPTEROS BIOLUMINESCENTES NA MATA ATLÂNTICA
11110.2.2. Vaga-lumes como fonte de reagentes bioanalíticos
448.1. BREVE HISTÓRICO DO PROJETO BIOTA-BIOLUM
11210.2.3. Vaga-lumes fornecem genes repórter em pesquisa biomédica
458.2. DESCRIÇÃO DAS ÁREAS INVESTIGADAS E SUA DIVERSIDADE
11310.2.4. Uso das enzimas luciferase em Biossensores
468.2.1. A Estação Biológica de Boracéia (Parque Estadual da Serra do Mar)
11410.2.5. Imagem por Bioluminescência de células e tecidos
478.2.2. A Serra da Paranapiacaba
11510.2.6. Aplicações biotecnológicas oriundas de vaga-lumes da Mata Atlântica
488.2.3. O Planalto Central Paulista
11610.2.6.1. Um vaga-lume de Boracéia: um indicador intracelular de pH (acidez) e estresse celular
498.3. ASPECTOS ECOLÓGICOS GERAIS DOS VAGA-LUMES DE MATA ATLÂNTICA
11710.2.6.2. Um vaga-lume no campus da UFSCar: várias aplicações bioanalíticas e educacionais
508.3.1. Habitats
11810.2.6.3. Um imunoensaio bioluminescente para SARS-CoV-2
518.3.2. Sazonalidade
11911. COLETA, CRIAÇÃO E ESTUDO DE VAGA-LUMES
529. PRINCIPAIS ESPÉCIES DE VAGA-LUMES DA MATA ATLÂNTICA
12011.1. TÉCNICAS DE COLETA DE VAGA-LUMES E SUAS LARVAS
539.1. FAMÍLIA LAMPYRIDAE
12111.1.1. Cuidados e segurança durante a coleta de vaga-lumes e suas larvas
549.1.1. Subfamília Lampyrinae
12211.1.2. Ferramentas de coleta
559.1.1.1. Tribo Photinini
12311.1.3. Locais de coleta
569.1.1.1.1. Gênero Photinus Laporte, 1833: 9.1.1.1.1.1. Photinus sp1
12411.1.4. Coleta ativa noturna com puçá
579.1.1.1.2. Gênero Macrolampis Motschulsky, 1853: 9.1.1.1.2.1. Macrolampis sp2 (varicollis)
12511.1.5. Coleta de pano e luz (Fig. 96)
589.1.1.2. Tribo Cratomorphini
12611.1.6. Coleta de tronco (Fig. 97)
599.1.1.2.1. Gênero Cratomorphus Motschulsky, 1853
12711.1.7. Coleta de solo e folhiço
609.1.1.2.1.1. Cratomorphus distinctus Olivier, 1895 (Fig. 48)
12811.2. FIXAÇÃO E ARQUIVAMENTO DE VAGA-LUMES E SUAS LARVAS: 11.2.1. Coleções e identificação de coleópteros bioluminescentes
619.1.1.2.1.2. Cratomorphus splendidus Drury, 1782
12911.3. CRIAÇÃO DE VAGA-LUMES EM LABORATÓRIO
629.1.1.2.1.3. Cratomorphus altivolans Perty, 1830
13011.3.1. O laboratório de criação
639.1.1.2.1.4. Cratomorphus cossyphynus Perty, 1830
13111.3.2. Criando vaga-lumes
649.1.1.2.1.5. Cratomorphus sp3
13211.4. AS EXPEDIÇÕES NA MATA ATLÂNTICA: UM BREVE RELATO PESSOAL DE 30 ANOS
659.1.1.2.1.6. Cratomorphus gorhamii Olivier
13312. REFERÊNCIAS
669.1.1.2.2. Gênero Aspisoma Laporte, 1833
13413. APÊNDICES: 13.1. DICIONÁRIO TÉCNICO
679.1.1.2.2.1. Aspisoma lineatum Gyllenhal, 1817
135SOBRE O AUTOR
689.1.1.2.2.2. Aspisoma pallens Olivier, 1888