Uma narrativa sobre equívocos temporais que servem como metáfora para as confusões morais da sociedade brasileira. O conto explora como pequenos enganos de datas desencadeiam consequências inesperadas na vida dos personagens, revelando verdades incômodas e intenções ocultas. Com sua precisão psicológica, Machado utiliza este artifício para examinar a relatividade dos valores e a arbitrariedade das convenções sociais, sugerindo que o tempo, assim como a moral, pode ser manipulado conforme as conveniências.