Este conto curto e irônico de Eça de Queirós retrata a obsessão de um jovem por uma bela rapariga, cujas singularidades só se revelam com o tempo. A história, narrada em tom de conversa, é uma crítica sutil às aparências e ao romantismo superficial. Com humor e elegância, o autor desmonta o ideal feminino e expõe as ilusões da paixão cega, numa crítica à hipocrisia social e aos códigos burgueses do século XIX.