
Redes De Petri E Aplicações Aos Sistemas A Eventos Discretos
By Eduard Montgomery Meira CostaLength4h 31m
About this audiobook
Os processos de automação vêm evoluindo rapidamente, em que novas estratégias de modelagem e controle são desenvolvidas, com vistas a melhorar e aumentar a produção, reduzindo custos e riscos. Vários desses sistemas apresentam características específicas, as quais são discretas no tempo. Essas características se apresentam como mudanças de estados (ou configuração do sistema) a partir da ocorrência de eventos físicos (ou transições de estados), o que os levou a serem denominados de Sistemas a Eventos Discretos. Vários paradigmas foram utilizados para solucionar problemas específicos, em que nestes, as redes de Petri se mostram com muitas vantagens, sendo atualmente um paradigma muito utilizado. É de fundamental importância na área de Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Computação, Mecatrônica, bem como cursos técnicos dessas áreas, conhecer esse paradigma de modelagem que permite modelar os mais variados tipos de sistemas, bem como suas aplicações específicas ao problema de controle de SED. Esse é o objetivo desse livro, que de uma forma simples mostra sua teoria e a aplicação na modelagem e controle de SED, a qual é muito utilizada atualmente.
Audiobook details
GenreScience and Nature, Technology
Length4 hrs 31 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateSep 28, 2011
LanguagePortuguese
Table of contents
1Redes de Petri e Aplicações
2Dedicatória
3Além dessa vantagem, as redes de Petri apresentam
4Figura 2.1, em que os eventos são etiquetados com os
5álgebra de caminhos [54, 55];
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6A
7Para essa definição, denomina-se de rede de Petri
8Algoritmo 3.1 Transformação por lugar complementar
93.7.1.1 Alcançabilidade Uma transição habilitada pode disparar, de acordo com as
102 t3 a partir da marcação
11Através deste símbolo, os ramos da árvore de
12Este é um dos métodos mais utilizados para análise de
13Exemplo 3.39 A rede de Petri vista na Figura 3.35(a) tem seu
141M
15M
16tem-se
17A
18B
19A
20Exemplo 3.51 A rede de Petri vista na Figura 3.45(a), pode
21dinâmica inicial:
22Figura 4.6: Rede de Petri com caminhos alternativos.
234.2 Redes Particulares
24Figura 4.10: Grafo marcado.
25Nesta metodologia é definido que cada evento físico
262 pode retirar esta junção levando ao buffer de saída. Ao sair
27considerando que ao sair o produto final, a máquina devolve
2820 e 50 reais são utilizadas como saque, e pagamentos
29Para tanto, torna-se necessário a compreensão de
305.2.2.1 Redes de Petri com Função de Habilitação de Transições
31Nela vê-se que pela função de habilitação φ, no caso da
32Figura 5.7: Exemplo de uma RPFHT.
33produtor/consumidor modelado por rede de Petri, com
34Várias formalizações para o controle de SED
35Exemplo 5.10 Considere a RPS apresentada na Figura 5.14.
361 E , E
37Dessa forma, a evolução dinâmica da RPS é similar à rede
38Definição 5.4 Uma Rede de Petri Síncrona com
39Exemplo 5.12 Considere a RPSTFHT apresentada na Figura
40funções de disparos forçados definidas por:
41peça para o lugar de peças rejeitadas se o atuador A2 não
42Equações:
43Cc = – L C = [
44Figura 5.19: Rede de Petri do Exemplo 5.13.
455.5 Exercícios
46Their Relation Publishing Company, 1969.
47Springer Verlag, New York, USA, 1980.
48IEEE Transactions on Automatic
49[74] R. Alur. Timed automata. Proc. NATO-ASI Summer