Na crônica "Memórias de uma forca", publicada em "Prosas bárbaras", Eça de Queiroz adota uma abordagem original: a história é narrada por uma forca, um objeto utilizado para executar condenados por enforcamento. Com tom memorialístico e irônico, a forca relembra sua existência desde o tempo em que era apenas uma árvore, até a sua transformação em instrumento de morte.