
Dimensionamento de Pilares de Concreto Armado
Segundo a NBR 6118:2014By Rafael Cánovas, Tito Cánovas, Fabrício de TráliaLength1h 2m
About this audiobook
O seguinte trabalho visa apresentar um modelo de cálculo de pilares de concreto armado segundo a NBR 6118 de 2014, desde a determinação dos esforços solicitantes até o conhecimento das armaduras. O cálculo de pilares segundo a norma pelos métodos mais precisos, bem como para seções que não sejam retangulares, é muito complexo, por isso, na grande maioria dos casos são utilizados métodos aproximados que a própria NBR 6118 de 2014 permite. Os estudos dos efeitos de 2ª ordem, aliados ao avanço da tecnologia do concreto, viabilizaram a construção de pilares cada vez mais esbeltos. Como o cálculo destes pilares excessivamente esbeltos se torna muito complexo, o vigente trabalho não os abordará, limitando-se somente aos métodos aproximados permitidos pela norma. O método geral, citado no item 15.8.3.2 da norma, e a construção da relação momento-curvatura, descrita no item 15.3.1, não serão aqui abordados, visto que sua complexidade exigiria um trabalho específico para cada um. Os ábacos com a envoltória resistente para flexão oblíqua serão apresentados, porém, sua construção não será abordada, pois esta também é muito complexa e exigiria um trabalho unicamente para tal.
Audiobook details
GenreScience and Nature
Length1 hr 2 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateAug 22, 2025
LanguagePortuguese
Table of contents
101 INTRODUÇÃO
222.2.4 Determinação da Envoltória Solicitante e Seção Transversal Resistente
202 DESENVOLVIMENTO
232.2.4.1 Determinação da Seção Transversal Resistente
32.1 CONCEITOS INICIAIS IMPORTANTES
242.2.4.2 Verificação de um Pilar pelo Item 15.3.2 na NBR 6118:2014
42.1.1 Efeitos Locais e Globais de Segunda Ordem
252.2.4.3 Verificação de um Pilar pelo Item 15.8.3.3.5 na NBR 6118:2014
52.1.2 Estruturas de Nós Fixos e Nós Móveis
2603 EXEMPLO
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62.1.3 Definição de Elementos Isolados
273.1 MOMENTOS DE 1ª ORDEM, MÍNIMOS E ENVOLTÓRIA MÍNIMA DE 1ª ORDEM
72.1.4 Imperfeições Geométricas
283.2 CÁLCULO DO COMPRIMENTO DE FLAMBAGEM (Le) EM x e y
82.2 DIMENSIONAMENTO DE PILARES SEGUNDO A NBR 6118:2014
293.3 ÍNDICE DE ESBELTEZ (λ)
92.2.1 Excentricidades de Primeira Ordem
303.4 DETERMINALÇÃO DE αb
102.2.1.1 Excentricidade Inicial
313.5 DETERMINAÇÃO DE λ1
112.2.1.2 Momento Mínimo e Envoltória Mínima
323.6 CLASSIFICAÇÃO DO PILAR QUANTO À ESBELTEZ
122.2.2 Verificação da Necessidade de Segunda Ordem
333.7 DETERMINAÇÃO DA FORÇA NORMAL DE CÁLCULO (Nd)
132.2.2.1 Índice de Esbeltez
343.8 CÁLCULO DOS EFEITOS LOCAIS DE 2ª ORDEM DIREÇÃO X
142.2.2.2 Valor-limite para Dispensa dos Efeitos Locais de Segunda Ordem (λ1)
353.8.1 Método do Pilar-padrão com Curvatura Aproximada
152.2.3 Cálculo das Excentricidades de Segunda Ordem e Total
363.8.2 Método do Pilar-padrão com Rigidez Aproximada
162.2.3.1 Determinação da Força Normal de Cálculo (Nd)
373.8.3 Método do Pilar-padrão Acoplado a Diagramas M, N, 1/r
172.2.3.2 Método do Pilar-Padrão com Curvatura Aproximada
383.9 CÁLCULO DOS EFEITOS DA FLUÊNCIA NA DIRAÇÃO X
182.2.3.3 Método do Pilar-Padrão com Rigidez Aproximada (κ)
393.10 SITUAÇÕES DE CÁLCULO
192.2.3.4 Método do Pilar-Padrão Acoplado a Diagramas M, N, 1/r
403.11 DIMENSIONAMENTO FINAL: 3.11.1 Envoltória Resistente
202.2.3.5 Consideração da Fluência
4104 CONCLUSÃO
212.2.3.6 Determinação do Momento Total Solicitante